NO PARANÁ
‘‘Não é dinheiro novo. É um remanejamento de rubricas’’.
Do secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Ramiro Wahrhaftig (foto), ao justificar de onde surgiu o dinheiro para fazer a proposta que pode acabar com a greve que durou quase seis meses as universidades estaduais de Londrina, Maringá e Cascavel, ontem, na Folha.
‘‘Foi uma greve maluna, com movimento muito forte das categorias e terminou com um ganho substancial, tanto para a instituição quanto para os servidores’’.
Do presidente do Sindicato dos Professores de Londrina (Sindiprol), Cesar Caggiano dos Santos, ao avaliar o movimento grevista, ontem, na Folha
‘‘Feito com o fígado, não com o coração’’.
Do reitor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Pedro Gordan, ao comentar sobre a pressa com que foi feito o projeto de autonomia das universidades, que está na Assembléia Legislativa, ontem, na Folha.
NO BRASIL
‘‘Há uma certa expectativa, uma certa apreensão: a esta altura, ninguém sabe como tudo vai ficar’’.
Do governador do Rio Grande do NOrteww, Garibaldi Alves (PMDB), sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de vincular as coligações partidárias nos Estados às alianças nacionais, ontem na Folha.
NO MUNDO
‘‘Estamos à beira de um caos social’’.
O possível argumento a ser usado pela equipe econômica da Argentina para convencer o Fundo Monetário Internacional (FMI) a liberar a parcela US$1,26 bilhão que está retida desde dezembro do ano passado. Ontem, na Folha.

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