O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
Ela queria mais da vida. Não aguentava mais passar tanta necessidade. Nem briguei porque eu não estava conseguindo mesmo.
Do cidadão José Ataíde Theodoro (foto), que voltou a engraxar sapatos em Londrina 20 depois de guardar a caixa de engraxate, sobre a mulher que o abandonou porque estava desempregado e não conseguia sustentar a família; ontem, na Folha.
É igual a um hotel: quem pode vai num cinco estrelas.
Do gerente de funerária José Sobral da Silva, sobre a reforma da única capela mortuária de Campo Mourão, que passará a oferecer dois salões com ar-condicionado, anti-câmara exclusiva e apartamento, mediante o pagamento de uma taxa; ontem, na Folha.
Tem doença que passa por todos até chegar ao nosso médico. Se a mãe se recusou a levar a menina ao médico é porque acredita que quem cura é o curandeiro.
Da antropóloga Marlene de Oliveira, sobre a crença indígena em pajelança, espíritos e orações e o fato de uma caingangue da Reserva do Apucaraninha não ter permitido a internação da filha de 11 meses, que morreu de pneumonia e desnutrição; ontem, na Folha.
NO BRASIL
Queremos fazer uma aliança com o PL não apenas para ganhar as eleições, mas para governar.
Do presidente de honra do PT e pré-candidato do partido à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sobre a intenção de ter o senador mineiro José Alencar como vice na chapa petista; ontem, na Folha.
O voto não tem preço, mas tem consequência.
Do secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Raymundo Damasceno, sobre a campanha que a Igreja Católica desenvolverá para conscientizar eleitores; ontem, na Folha.
NO MUNDO
Tive minha primeira crise devido às dificuldades de ser ao mesmo tempo sacerdote e empresário. A essa crise se somaram meus problemas afetivos, que me obrigaram a refletir sobre minha vocação. Ao final, decidi mudar de vida.
Do padre Ugo Moretto, diretor da televisão do Vaticano, que resolveu abandonar o sacerdócio para se casar com uma jornalista que está esperando um filho seu; ontem, na Folha.
Este tribunal não competência para julgar.
Do ex-presidente iugoslavo Slobodan Milosevic, esbravejando na sessão do Tribunal Penal Internacional que realiza o seu jugalmento pelas acusações de genocídio, crimes de guerra e contra a humanidade nos conflitos da Croácia, Bósnia e Kosovo; ontem, na Folha.





