O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Eu levantei a mão para me defender e o garoto bateu a boca na minha mão.''
GILSON GARRET ALGAUER, delegado-chefe da 10 Subdivisão Policial de Londrina, se defendendo da acusação de que teria agredido o menor M.V.F.P., 15 anos; ontem, na Folha
''Eu sempre pensei assim: se está difícil para mim, tem muita gente que precisa ainda mais. E nada substitui o sorriso que recebo.''
VALCURUCI JORGE DOS SANTOS, jardineiro que recolhe materiais recicláveis para comprar enxovais para gestantes carentes do Jardim Marabá, em Londrina; ontem, na Folha
''Sou cartorário desde muito antes de me eleger deputado. Não há nada de errado com isso. E se tem gente reclamando é porque deve querer cartório também.''
HERMAS BRANDÃO, presidente da Assembléia Legislativa, sobre a polêmica criação de novos cartórios no Paraná; ontem, na Folha
NO BRASIL
''Há um ano, quando se discutiu o aumento de R$ 151 para R$ 180, nós dissemos que poucas prefeituras sofreriam impacto. Agora, será menor ainda.''
JOSÉ ROBERTO AFONSO, superintendente de assuntos fiscais do BNDES, sobre avaliação da instituição sobre o impacto do novo mínimo nas prefeituras do País; ontem, na Folha
NO MUNDO
''Tenho sustentado há muito tempo que o último estágio depois da recessão e da depressão é a anarquia e o caos, e eu temo atos violentos, uma espécie de guerra civil na Argentina.''
EDUARDO DUHALDE, senador peronista, advertindo que a situação pode ficar ainda pior na Argentina; ontem, na Folha
''O Paquistão não está procurando a guerra, local ou geral, convencional ou nuclear. O Paquistão quer a paz e a obediência às normas da coexistência pacífica.''
ABDUL SATTAR, ministro das Relações Exteriores do Paquistão, sobre o momento de tensão com a Índia; ontem, na Folha





