O presidente Bolsonaro na ONU
PUBLICAÇÃO
sábado, 28 de setembro de 2019
Opinião do Leitor 
Perdeu a grande oportunidade o Presidente Bolsonaro em mostrar ao mundo as imagens e o que foi feito para apagar os incêndios na Amazônia com a utilização do Exército Brasileiro, Corpo de Bombeiros e Brigadistas Voluntários, porque as chamas vieram dos que querem a Floresta no chão para retirarem do subsolo as riquezas minerais, que valem menos que a floresta em pé, e que são responsáveis pelos rios voadores que evaporação da floresta transforma a evaporação em nuvens e envia chuvas para o sudeste e região sul. Lamentavelmente viramos antagonistas do clima para todos os que lá estavam, viramos chacotas pela imprensa mundial, quando o Brasil sempre foi o protagonista na grande abertura. Perdeu o Brasil, perdeu a Biodiversidade e nossa Floresta Amazônica, Pantanal e Cerrado, todos em chamas que agora levarão décadas para se regenerarem. Essa foi a realidade da sua visita e do fogaréu em nossas Florestas. Com tristeza pela Biodiversidade e nossas Gerações Futuras.
JOSE PEDRO NAISSER (ecologista) - Curitiba
Decisão do STF
A decisão ocorrida no STF nesta quinta-feira dia 26, ressoa irrazoável e desproporcional. Deixa de lado o princípio da utilidade aliado aos ideais da justiça, ao exacerbar filigranas formalísticas em detrimento de se pôr cobro na corrupção instalada em todos os níveis da administração pública do País. É de conhecimento trivial que, compete, sobretudo, ao STF jamais distanciar-se da lei, mas transcendê-la, em havendo possibilidade de lesão ao direito, tal como na hipótese vertente. O mero apreço à formalidade não pode levar o Judiciário a tomar decisão de escassa utilidade e que a toda evidência afronta os postulados da razoabilidade. O cunho teleológico de uma decisão deve prevalecer sobre o formalismo exacerbado, que ofusca a prevalência da justiça. No caso, está se elevando e valorando a minudência em desfavor do primordial que é o combate à corrupção desenfreada. Por outro lado, não se pode olvidar do nefasto efeito em cascata que dela pode advir, numa espécie de alforria para o gigantesco número de corruptos, cuja ação coadjuva no intenso marasmo vivido atualmente pelo País. Por outro lado, a indigitada decisão pode ferir de morte a operação "Lava Jato".
ANTONIO FRANCISCO DA SILVA (advogado) - Ibiporã


