Investiria no jornalismo de serviços, se eu fosse diretora de um jornal. Acredito hoje que manter o elo com o leitor e dar voz ao que ele pensa seja caminho e solução para o bom jornalismo. A FOLHA, por exemplo, faz isso bem.
E é exatamente essa linha que tem de ser seguida. No mercado, é imprescindível manter uma postura. É essa linha que traz o diferencial competitivo. Então, para agradar ''gregos e troianos'', de todas as classes sociais, pautaria meu trabalho para fomentar a leitura.
Esse fomentar e essa busca devem ser multiplicados à enésima potência. As pessoas querem se ver, visualizar o que toma o seu alcance. Se a necessidade da pessoa não foi atendida, por exemplo, o jornal deve reportar.
A sociedade tem aquilo que costumo chamar de egolatria, isto é: ''o que está doendo em mim, é o que me importa''. Não é o ideal, mas é o que acontece. Diante disso, importante é trazer o direito, o dever e contemplar a opinião: enquetes são úteis e, quanto mais democráticas, melhor. A enquete traz o povo e o que ele pensa.

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