O plantão é o olhar atento da Redação
Às 20 horas, a assembléia dos motoristas e cobradores de ônibus das empresas de transporte coletivo da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) nem havia começado. Uma equipe da Folha, da Sucursal de Curitiba, está de prontidão no local onde os trabalhadores se reúnem. Não se sabe se a assembléia terminará em meia hora ou durará duas ou mais horas. Também é impossível qualquer aposta. Os ônibus vão parar? Ou uma proposta de última hora abrirá portas para mais uma tentativa de negociação? Mas, por voltas das 20h30, a informação é de que a assembléia nem ao menos foi iniciada. Definida para ser realizada na Praça Rui Barbosa, no centro de Curitiba, a reunião, naquele local, teria sido proibida. Prognóstico, não dos jornalistas que trabalham na cobertura do acontecimento, mas baseadas nas próprias circunstâncias: sem assembléia, nada de greve. Mas a equipe de plantão e os profissionais envolvidos no fechamento da edição desta terça-feira que incluem operadores de imagem, técnicos em informática, contínuos, redatores, editores, chefes de reportagens e coordenadores de edição permanecem atentos. O objetivo é informar o leitor, nas primeiras horas desta terça, às vésperas do Carnaval, qual foi a decisão tomada por esta categoria de trabalhadores. A informação entra nesta página do jornal, em espaço reservado para as últimas notícias.





