O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Conivência
Vou anular meu voto, Vou votar em branco, Não voto em fdp nenhum, São uns canalhas, safados, ladrões, sem-vergonhas, criminosos, que só lembram do povo em época eleitoral. Santa ignorância. Se os eleitores fizerem profunda introspecção, chegarão à patética conclusão de que eles próprios são os maiores culpados por não exercitar permanentemente sua memória. Quem anula o voto, vota em branco ou vota mal, não tem o mínimo direito de reclamar constantemente das mazelas que se avolumam. Não se iludam com a maioria dos hipócritas, farsantes e calhordas que aparecem na TV e nem com a propaganda enganosa que as agências de publicidade prepararam para eles. Pesquisem, analisem profundamente, tirem suas conclusões e levem anotadas num papel suas intenções de voto. Escolham os menos piores. Tenham o mínimo de patriotismo, pois um futuro cada vez melhor para a pátria amada, bem como para nós, nossos filhos, netos, dependem do seu raciocínio lógico, da sua solidariedade e consciência construtiva. Façam sempre a sua parte.
- ALEXANDRE BITENCOURT, jornalista no Rio de Janeiro
Isca de tijolo
Já estão desviando o assunto. Ninguém quer saber o valor real ou fictício do aterro do Lago Igapó 2. Quando o Walmor Maccarini, eu e outros nos manifestamos, foi para que não se doe o aterro, que se repensem as opções, e ficou mais do que claro que desejamos o lago recuperado e melhorado. Esta conversa, agora, de que o valor do terreno é x, y ou z já está tentando mudar o rumo das coisas.
A promotora Maria Lúcia foi clara, direta (parabenizo-a). A Patrulha das Águas opinou e espero que não se desvie de suas funções de existência (patrulha das águas mesmo, até as do Igapó), a sociedade está se manifestando, nós, membros desta comunidade, que escrevemos ou conversamos nas rodas informais, as universidades de prontidão, enfim. Não me venham com esta estória de sub ou superfaturamento. A questão não é essa. A questão é: Não queremos saber de nada sobre o Lago Igapó. Apenas e tão-somente a sua própria natureza, seus olhos dágua, suas garças, sua beleza natural e funções preservadas. O resto é desvio de rota. É tentar pegar o tucunaré (que o Militão demonstrou existir) com isca de tijolo. Acordem.
- LUIZ EDGARD BUENO, Londrina
Crítica a sindicato
Registramos nossa indignação com o Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Paraná, do qual somos filiados desde 1994. Dele só recebemos guias de recolhimento, com as quais cumprimos nossa parte, efetuando o pagamento. Será a distância (500 km) o motivo do nosso isolamento? Agora recebemos comunicado de um candidato, com assuntos do nosso interesse. Será que nossa contribuição é simplesmente devida por força da lei? Quem estipula salário dos nossos funcionários? Existe negociação? Quem determina preço para a sobrevivência da nossa empresa? Por que a variação no preço do pão francês?
Nossa cidade conta com 19 padarias, que variam de mês para mês, devido à inexperiência dos proprietários, pelo simples fato de não ter suporte por parte de algum órgão de representação para orientação sobre a correta manutenção do seu comércio. Aliás, pagamos contribuição a um sindicato que nem sabemos se nos representa realmente.
- RUBENS DO NASCIMENTO, Cornélio Procópio
Bairro esquecido
Utilizo este meio de comunicação, de grande prestígio, para tentar lembrar à Prefeitura de Curitiba que o nosso bairro existe. O bairro do Campo Comprido (Cotolengo) só é lembrado em eleições, quando só fazem promessas. A Av. João Alencar Guimarães, até a residência e lojas do vereador Sandoval, é asfaltada e bem cuidada, mas na continuidade não possui calçamento, colocando em risco a vida de crianças e adultos que se deslocam por ali. A Avenida é mal sinalizada no cruzamento com a Rua Luis Ronaldo Canalli, o que causa vários acidentes; há grandes terrenos baldios sujos e não murados onde se reúnem drogados. O ponto mais crítico é Rua Luis Ronaldo. Canalli, entre o Supermercado Tissi e a Escola Barigui, onde já ocorreram vários atropelamentos e mortes por falta de calçamento e péssimo estado de conservação do antipó. Até quando isso vai continuar? Quantas pessoas mais terão que morrer para que sejamos lembrados?
- WALTENCIR MARINS DOS SANTOS, Curitiba
Aborto
Nossa opinião sobre a notícia publicada dia 21, de menina de 10 anos autorizada a abortar: quando nós, alunos do Fluxo C (classe de aceleração nível da 4ª série), lemos na Folha de Londrina/Folha do Paraná a notícia, ficamos chocados com esse acontecimento. É uma coisa triste, mas achamos que o jornal fez muito bem em divulgar o assunto. É importante e pode servir de alerta ou exemplo para outras meninas não caírem nessas armadilhas da vida. Ficamos gratos se publicarem nossa opinião.
- ALUNOS DO FLUXO C do Colégio Estadual Quintino Bocaiúva, de Ubiratã
Dia da Imprensa
O comandante, oficiais e praças do 30º Batalhão de Infantaria Motorizado congratulam-se com os integrantes desses importantes órgãos de comunicação pela passagem do Dia da Imprensa, formulando votos de muito sucesso e que continuem a levar a informação com a mesma competência e seriedade.
- PAULO EDSON DE SÁ, coronel comandante do 30º BIM, Apucarana
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]





