O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Patriotismo
Na madrugada do 7 de Setembro, a emoção tomou conta de Jaguapitã, através do som dos tambores da fanfarra da pequena Prado Ferreira, que veio despertar o patriotismo que dorme em Jaguapitã. Quando passávamos em frente ao velho colégio, até parecia que ele sorria pensando que eram os alunos de outrora que não faltavam à alvorada do dia 7, e até parecia que a cidade tinha mais vida e civismo. Mas o tempo passou e tudo se acabou. Por isso, rogo a Deus pelos jovens e pelos governantes de Prado Ferreira, para que não deixem morrer o civismo e o patriotismo da cidade, porque isto faz parte do desenvolvimento de uma sociedade. Onde não tem civismo e patriotismo não há amor pela Pátria. A nossa bandeira é a mais linda do mundo. Por isso, ela não pode ficar tremulando ao vento sem ter ninguém que a ame. Ela é o selo da nossa vida.
- LUIZ DE SOUZA ROLIM, Jaguapitã
Solidariedade
Na qualidade de membro da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil/Seção do Paraná, e do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Heleno Fragoso, venho apresentar minha solidariedade a esse combativo jornal e aos profissionais Alexandre Sanches e Mário Cesar, injusta e violentamente detidos pela Polícia Militar do Estado do Paraná durante a operação de desocupação da Fazenda Cachoeira, em Sapopema (PR). Nada pode justificar a violência perpetrada, principalmente porque os trabalhadores sem terra que ocupavam a área acataram, sem resistência, o cumprimento da ordem judicial.
O governo do Estado parece desconhecer que o papel da imprensa é, primordialmente, informar, direito assegurado pela Constituição Federal. Toda vez que um profissional de imprensa é constrangido ou impedido de exercer suas atividades pela truculência dos governantes, ou de seus prepostos, é a democracia que está sendo violada. Esperando que o lamentável episódio seja esclarecido e, principalmente, jamais repetido, peço que aceitem minha modesta solidariedade.
- ARIONE PEREIRA, membro da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da OAB (PR)
Aeroporto de Londrina
Nem São Pedro dribla a situação de caos que a Infraero instalou em nosso aeroporto. Não há como um aeroporto operar na região Sul - que é porta de entrada das frentes frias - sem um mísero VOR (instrumento de auxílio de navegação). Só com o NDB (outro instrumento), há procedimento de pouso, mas não há de decolagem, ou seja, pousa instrumento, mas só decola visual. Que comandante seria louco de descer por aqui e ficar impossibilitado de decolar? É hora da Infraero parar de cobrar do Poder Público Municipal ajuda para equipar o Aeroporto de Londrina e mostrar quanto arrecada com as operações daqui, cobrando tarifas que impedem a aviação particular de continuar existindo. Ou resolvemos este problema, ou perderemos várias opções de vôo, pois as companhias não arcarão com o prejuízo de vôos cancelados com tanta frequência.
- DAVID DEQUECH NETO, industrial e piloto privado, Londrina
Alô do Canadá
Surpresa agradável encontrar a Folha no Canadá via Internet. Obrigada. Mando enorme e saudoso abraço ao grande amigo de muitos anos, João Milanez, que não vejo há muito, mas de quem guardo imenso carinho. Estou bem, trabalhando como sempre como jornalista neste Canadá congelado mas muito bonito. Espero que Milanez continue aquela pessoa maravilhosa e simpática de sempre. Quando for ao Brasil - um pouco difícil, uma vez que me transformei em pura canadense e quase não vou mais ao nosso querido Patropi, que me traz tanta saudade - pretendo visitar o jornal e os grandes amigos que tenho em Curitiba. Canadá é primeiro mundo, mas nossa alegria e joie de vivre típicas do Brasil não existem neste país tão arrumadinho, tão quadradinho. Como disse Gilberto Gil no último show que fez aqui ano passado: Este país parece centro cirúrgico. Não está enganado.
- JUSSARA BELLO, Canadá
Segurança
O Conselho Comunitário de Segurança de Londrina, composto por 24 entidades locais, representativas de vários segmentos da comunidade, vem de público agradecer e elogiar a ampla cobertura jornalística que a Folha de Londrina/Folha do Paraná tem dado aos eventos e atos públicos por nós promovidos, em nossa incessante busca por mais segurança em Londrina e região.
Estamos certos de que, sem o apoio e empenho dos mais importantes órgãos da mídia, não conseguiríamos sensibilizar as autoridades para os nossos graves problemas de segurança. A cobertura do recente episódio da Prisão Provisória de Londrina que, por entraves burocráticos, demorou mais de 50 dias para entrar em operação após inaugurada, bem ilustra a preocupação da Folha em focar os justos anseios da comunidade onde está inserida, sem com isso deixar de tratar a informação de maneira isenta e exata.
Valemo-nos da oportunidade ainda para parabenizar o jornal pela excelência alcançada com a série de reportagens denominada Atrás das Grades, que lançou luz em todo o sistema penitenciário do Paraná, retratando suas mazelas de forma abrangente e objetiva, prestando com isso mais um relevante serviço à população.
- ARTUR HUMBERTO PIANCASTELLI, secretário do Conselho Comunitário de Segurança de Londrina
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]





