O LEITOR ESCREVE
Estudantes
Sobre o assunto ‘‘Estudantes querem que desconto para shows seja cumprido’’: não é só nos shows que a carteirinha de estudantes está sendo ignorada. Também nos cinemas de Londrina os estudantes vêm sendo constantemente prejudicados por espertalhões que querem sempre descumprir as leis. E são duas, uma estadual e outra municipal, ambas concedendo aos portadores de identificação estudantil o benefício de pagar 50% do preço efetivamente cobrado em shows, cinemas, teatros etc. No último domingo fui ao Cine Catuaí e lá constatei que estavam cobrando um ‘‘preço único’’ e que por isso o desconto da carteira de estudantes não estava ‘‘valendo’’. Ora, quem esses burladores de leis pensam que são? Está na hora de as autoridades tomarem providências definitivas quanto a esse assunto. Caso contrário, os estudantes correm o risco de perder um direito conquistado com muito sacrifício e que os apreciadores da ‘‘Lei do Gérson’’ não têm o direito de destruir.
- SÉRGIO VERÍSSIMO DE O. FILHO, Londrina
Plantas medicinais
Sem recursos e dispondo de pouco tempo para resolver seus principais problemas de saúde, já que as doenças estão aí, o Brasil e outros países, com apoio da Organização Mundial de Saúde, começaram a resgatar a medicina popular e as plantas medicinais ressurgiram com força e vigor. Com o intuito de baratear custos e preços, tendo em vista o grande potencial que o País tem em ervas, já que dispõe de grande área geográfica onde elas são nativas, a Ceme (Central de Medicamentos) implantou um programa para a pesquisa delas com o fito de encontrar suas substâncias ativas para conseguir preparados científicos a partir de plantas de uso popular.
O programa começou em 1982, instituindo uma comissão que selecionou as 21 plantas que seriam estudadas primeiro. Distribuiram-nas em grupos de ação, de acordo com o receituário do povo, em ervas com ação analgésica, antipirética, antinflamatória e/ou antiespasmódica; em plantas cuja ação seria sedativa, ansiolítica ou hipnótica; um grupo constituiu-se daquelas com ação antiparasitária, outro com as que teriam ação antidiarréica; outro agrupou as de efeito diurético, hipotensor e/ou antilitiásico; mais um ficou com as fitoterapias expectorantes, béquicas e/ou broncodilatadoras; outro tendo as pretensas ações cicatrizantes e/ou antisséptica local; o oitavo aglomerado tinha as que atuavam na diabetes; outro as de efeito antinfeccioso: o penúltimo ficando com as ervas populares ditas antieméticas, antinauseantes e/ou digestiva e por fim o grupo que iria estudar ação antiúlcera gástrica, constituida de duas plantas somente: a aroeira e a espinheira-santa ou divina.
- LUIZ CARLOS LEME FRANCO, médico fitoterapeuta, Londrina
Ensino
Discordo totalmente do leitor Emílio Araújo Costa, que escreveu nesta seção. Passado o tempo, é preciso ser capaz de vencer preconceitos e analisar objetivamente os fatos. Álvaro e Requião, obviamente, cometeram erros. Como todos. Mas o governo Álvaro Dias propiciou o avanço de conquistas pedagógicas importantes, investiu na reforma e ampliação da rede, foi o que destinou maior volume proporcional de recursos ao ensino superior, além da gratuidade. Com Requião, ao lado de avanços pedagógicos e de uma ação eficaz da Fundepar (consolidando a idéia de que as escolas são capazes de gerir recursos descentralizados), os professores receberam tratamento privilegiado. Ambos, Álvaro e Requião, assumiram, compreenderam e fortaleceram a responsabilidade do Estado para com a escola pública de qualidade; jamais tomaram qualquer atitude de ‘‘abuso’’, traduzida na privatização ou ‘‘terceirização’’ do sistema público de ensino. Esses são fatos, não fantasias criadas no papel.
- TEÓFILO BACHA FILHO, professor, Curitiba
Pedágio
A Justiça Federal, 1ª Vara de Curitiba, tem a grande oportunidade de desfazer ou de permitir que seja desfeito esse ato insano de conceder a cobrança de pedágio em rodovias paranaenses construídas com o dinheiro dos cidadãos sem uma decente contrapartida das concessionárias na prestação desse serviço. Foi a melhor notícia da semana: a ameaça das concessionárias de romper os contratos. Tomara que se cumpra. A Justiça Federal e os anjos digam amém.
- CLÁUDIO PONTEDURA, Londrina
Iate Clube
Ao encerrarmos a gestão à frente da diretoria do Iate Clube de Londrina agradecemos a atenção dispensada pela Folha de Londrina/Folha do Paraná, através da jornalista Elisiê Peixoto, para com as notícias do nosso clube. O Iate, aos 40 anos, é completo. As conquistas de seus associados o fazem grande e a motivação para sempre seguir em frente vem também de vocês que, dia a dia, divulgam nossas conquistas nas quadras, nas águas do nosso Lago Igapó e nos eventos sociais aqui realizados.
- OLÍMPIO CÉSAR GONÇALVES, Londrina
Agradecimento
Tenho a satisfação de agradecer ao Sr. João Milanez pela gentileza da publicação da reportagem sobre as gravuras do Japão, mostra que certamente atraiu grande número de pessoas e foi encerrada com pleno sucesso no dia 12.
- SEINOSUKE OMAE, cônsul do Japão em Curitiba
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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