O LEITOR ESCREVE
Despedida
Ao término do meu mandato como vice-reitora da Universidade Federal do Paraná agradeço-lhes pelas oportunidades que me foram proporcionadas em termos de divulgação de minhas idéias e dos resultados do meu trabalho. Sem a colaboração decisiva de uma imprensa atuante e visionária uma universidade não pode ser grande, nem sequer subsistir. E por mais comprometidos que sejam seus dirigentes não conseguem estabelecer com a comunidade uma relação de empatia sustentada por um intenso intercâmbio de idéias e de produções de caráter social. Busquei isto e creio que timidamente consegui.
Por isso e por ter contado com sua prestigiosa colaboração para fazer do pensamento, ação, reafirmo minha gratidão pela oportunidade concedida. A partir de agora estarei à disposição no Civitas (Instituto Internacional de Estudos Avançados em Ciência, Técnica e Cultura), em Curitiba.
- MARIA AMÉLIA SABBAG ZAINKO, Curitiba
Estado-paizão
A situação das estradas - todas - estava deplorável. As perdas materiais e de vidas foram esquecidas. As pessoas estão perdendo o hábito de indignar-se dizendo: ‘‘Isso não é comigo’’. Ocorre que a morte para muitos pouco significa. Bons serviços custam caro. Precisamos deixar de esperar que o ‘‘Estado Paizão’’ dê tudo. O governo deve cuidar bem de segurança, justiça, saúde e educação.
A privatização dos telefones - apesar da ‘‘chiadeira’’ dos conservadores - é o exemplo claro do que acontecerá no futuro: bons serviços e preço acessível. O tempo reduzido só permitiu que estradas fossem maquiadas. Ao invés de choramingar, as pessoas deveriam utilizar sua energia e criatividade - e essas, nós, brasileiros, temos de sobra - para organizar-se e buscar formas de fiscalizar, exercer direitos, fazer valer a cidadania. Juntos, podemos corrigir as coisas erradas. Indignar-se é preciso, trabalhar para mudar, idem.
- ESTEFANO ULANDOWSKI, Curitiba
Baderneiros
Diz o ditado popular que não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe. Lembrei-me dele ao ler hoje (ontem), na Folha , sobre a bagunça generalizada que cerca de 200 vestibulandos aprontaram na última noite que passaram em Londrina: gritos, correria, batida nas portas. Enfim, tudo que ajude a prejudicar a tranquilidade do próximo no Hotel Sahão. Chamar a Polícia de nada adiantaria. Ao contrário, a situação se agravaria. Mas não custa guardar bem uma relação dos nomes dos baderneiros. Quem sabe alguns terão que voltar a Londrina para novos exames.
- AUGUSTO DEMALE DA SILVA, Londrina
Miopia
Li o artigo do Dr. Renzo Sansone sobre miopia e estou interessada em saber novas soluções para o problema. Mas pouco me esclareceu. Continuo sem saber o que é a tal de Excimer, para que serve e como se dá a cura da miopia, mal que também me atinge. Considero que o artigo é dirigido aos colegas profissionais e não aos míopes em geral. Gostaria de saber o que a medicina está fazendo pelos míopes, que tipos de cirurgia, percentuais de cura e risco etc.
- SIRLEI AZEVEDO, Curitiba
([email protected])
NR: O Dr. Renzo Sansoni recomenda a procura de oftalmologistas que trabalham com Excimer Laser em Curitiba. Lá a leitora será orientada se o seu problema pode ou não ser resolvido com esta técnica.
Pedágio 1
Com relação à cobrança do pedágio nas estradas do Paraná, discordo das considerações da leitora Bete Bozza, publicadas dia 24. Voltei esta semana de São Paulo, pela Rodovia Castello Branco (aproximadamente 250 quilômetros) onde existe a chamada cobrança unidirecional. Em cada um dos três postos paguei R$ 4,40, o que me permitiiu trafegar por uma bem cuidada rodovia, ampla e com pista dupla. Se, como foi dito, naquele sistema cobra-se ida e volta, paguei R$ 2,20 em cada sentido. Um preço ao meu ver muito salgado.
Na BR-369, trecho Ourinhos-Londrina (cerca de 180 quilômetros) paguei, depois da redução eleitoreira de 50%, R$ 1,60 num dos postos e R$ 1,80 noutro, para rodar numa rodovia de pista simples, com deficiência na sinalização. Os concessionários destes serviços estavam ganhando muito para quem pegou a rodovia pronta e fez apenas um serviço de recapagem e ainda nem sequer começaram as instalações dos prometidos telefones públicos a cada quilômetro.
- SILVIO FONTANA, Londrina
Pedágio 2
Pedágio só se cobra quando se arca com obras vultosas e após decorrido prazo razoável de aproveitamento pelos usuários. Vide sistema da Ponte Rio/Niterói. Quantos anos após sua construção foi cobrado o pedágio?
- ELZA A. MIRANDA CARDOSO, Curitiba
Pedágio 3
Concordo com a redução, pois aumentava muito o custo do transporte no Paraná. Apesar de crer que essa medida foi unicamente política, e temo que após as eleições as tarifas voltem ao valor original.
- PAULO ANDRÉ EITELWEIN, Curitiba
([email protected])
Pedágio 4
Foram muitos anos de descuido de nossas estradas, agora para que tanta pressa? E ainda por cima nas custas da população, que aliás, já paga pela manutenção das rodovias através do IPVA diretamente e de outros impostos que indiretamente deveriam estar servindo para a manutenção das estradas. O que me choca é que depois o governo, que tem por obrigação manter o patrimônio público, vai alegar que foi ‘‘o governo de fulano’’ quem fez a obra, quando na verdade, a obra foi financiada pelos próprios contribuintes usuários.
- WALMIR ORIBE, Cuiabá (MT)
([email protected])
Pedágio 5
Por que receber 100% pelos serviços (nas rodovias privatizadas) tendo executado apenas 20% a 30%? Não somos nós usuários que devemos financiar empresas privadas nas construções e melhoramento das estradas. Quando tivermos estradas de primeiro mundo, deveremos pagar sim o valor justo (de mercado) pela sua utilização.
- GILSON NIERO, Londrina
([email protected])
Tecnologia de Crédito
Nossa publicação, a revista Tecnologia de Crédito, da Serasa (Centralização de Serviços dos Bancos S/A) está completando um ano de sucesso junto a um público muito exigente, selecionado entre os meios acadêmicos, dirigentes de empresas, profissionais do sistema financeiro, jornalistas especializados em economia, executivos e personalidades influentes de organizações mundiais, razão pela qual é apresentada também em inglês.
A Serasa chega aos 30 anos como líder absoluta em seu segmento de atuação, reunindo toda a sua experiência pioneira de análise de empresas com a modernidade da mais avançada tecnologia de crédito e agregando os mais recentes modelos estatísticos, que permitiram suas atuais parcerias com as maiores empresas de informações do mundo.
- ELCIO ANIBAL DE LUCCA, São Paulo
Ciclomotores
Gostaria de saber por que o Detran de Londrina não aceita a lei de liberação de ciclomotores para maiores de 14 anos. Fico na expectativa de informações a respeito.
- JEFERSON IDALGO, Londrina
([email protected])
NR: Sua sugestão foi encaminhada ao caderno Carro & Cia, que oportunamente tratará do assunto.
Correção
Ao contrário do que foi divulgado na edição de quinta-feira da Folha Cidades, o convênio que beneficia assinantes da Folha de Londrina/Folha do Paraná com atendimento odontológico foi assinado com a Odontonet.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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