O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Veículo do Ano 1
O Prêmio Colunistas - Veículo do Ano é merecida homenagem à qualidade editorial e à cobertura jornalística que a Folha do Paraná/Folha de Londrina vem realizando ao longo dos últimos 50 anos. A história do nosso Estado, nesse período, tem na Folha uma das suas maiores e melhores fontes de memória. Manifestamos nossos cumprimentos pelo prêmio e registramos também o reconhecimento à competência de toda a equipe que faz diariamente da Folha um grande jornal do Paraná.
- EMILIA BELINATI, vice-governadora do Estado
Veículo do Ano 2
Cumprimento toda a equipe do conceituado jornal Folha de Londrina pelo recebimento do Prêmio Colunistas, categoria Veículo do Ano. Na condição de leitor diário da Folha tenho constatado as melhorias que vêm acontecendo nos últimos anos em sua linha editorial e na sua qualidade gráfica. Não tenho dúvida em afirmar que a Folha se consolida como um dos grandes veículos de comunicação do Brasil.
- NEY LEPREVOST, vereador em Curitiba
Fala de vizinho
A imprensa noticiou a posse de Valter Luiz Orsi na presidência da Acil (Associação Comercial e Industrial de Londrina). Ele tem como uma das metas da sua gestão o incremento das vendas por parte do comércio e da indústria de Londrina aos moradores das cidades próximas, alcançando até mesmo o vizinho Estado de São Paulo. Sugiro ao Sr. Orsi que, além das campanhas que eventualmente for desenvolver no sentido de levar consumidores até Londrina, realize trabalho objetivando conscientizar a grande maioria dos fornecedores aí estabelecidos de que devem se preocupar com o pós-venda. Ou seja, com o tratamento que deve ser dispensado aos compradores depois da realização da compra ou da venda, momento em que ele, fornecedor, deve cumprir a sua parte, a começar pela entrega do produto ou pela prestação no prazo combinado.
Há algum tempo construo imóvel residencial em Bela Vista do Paraíso e desde então sinto na pele que o fornecedor londrinense - e as exceções são raríssimas - preocupa-se com o cliente até o instante em que o contrato é assinado e que o aceite é lançado na duplicata ou o cheque pré-datado lhe é entregue. A partir daí, prazos de entrega ou de instalação, garantias, a contraprestação, enfim, vão para o brejo e durante muitos dias só consigo conversar com secretárias que sequer dizem bom-dia ou boa-tarde - ou à noite, com meu travesseiro. Pode ter certeza, Sr. Orsi, que a mudança de tal forma de agir, por menor que seja, tornará mais felizes os vizinhos de Londrina e eles a ela retribuirão tal sentimento.
- CARLITO ANTONIO RUPP, Bela Vista do Paraíso
Ansiedade das pombas
Durante alguns jogos do campeonato mundial de futebol, por causa do foguetório, pássaros assustados e confusos voaram, sem rumo, sobre Londrina. Num grupo de pombas, uma indagou, apavorada: Qual a razão e a natureza desta ameaça? Algo superior a nós está querendo nos provar, mostrando, duramente, o seu poder? Será que pelo nosso livre-arbítrio seremos capazes de mudar o nosso destino? Outra, aterrorizada, inquiriu: Que pecado cometemos para merecer tal castigo? Uma outra, suspirando, disse: Não será consequência, também, do pecado original?
Uma jovem pomba ponderou, sob aparente calma: Esse algo superior a nós é cheio de bondade e, assim, tudo que ele faz pode ser para o nosso bem. Isto que está ocorrendo deve ser, portanto, muito bom. Além do mais, sabemos que uma grande graça nos foi dada - a esperança. Depois de muitos vôos, ponderações e debates, ainda confusas e assustadas, refugiaram-se, todas, numa igreja próxima.
- RICARDO SATHLER, Londrina
Homossexualismo
A respeito da opinião do leitor Alexandre Fonseca de Melo sobre o homossexualismo, publicada na edição de ontem: não sou homossexual mas me revolto com determinados pontos de vista. O leitor Alexandre parece estar mal informado. A Organização Mundial de Saúde não considera o homossexualismo uma doença. Não sou nenhum alienado ou político, porém, sei que a vida é muito mais do que o que está escrito nesse livro chamado Bíblia.
O homossexualismo não é causado por falta de um lar, pela falta de amor e de demonstração de amor pela família, pela falta de um pai e de uma mãe atuantes, pela falta de valorização do espírito ou pela falta de Deus, como o leitor disse. O homossexualismo é simplesmente uma opção de vida e que não está necessariamente ligada à depravação ou indecência.
- JORGE SANTARÉM, Londrina
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Copa do Mundo
Difícil mesmo é entender como pesou a camisa brasileira no jogo final com a França, quando perdemos por 3 x 0 e o sonhado penta. Como cada um de nós, economistas, críticos e analistas em todos os segmentos, faço desta minha carta uma defesa de Zagallo que, apesar de lutar contra tudo e contra todos, levou o Brasil à final. Como estamos acostumados a só vencer e vencer, será que a derrota às vezes não vem como aviso? Será que as dificuldades encontradas por Zagallo foram insuficientes para coordenar os jogadores mais famosos do planeta, com salários milionários, tratados a pão-de-ló, com psicólogos, especialistas em marketing de otimismo? Na final virou o professor Sinistro e no fim tremeram na base, justamente na final. O Júnior Baiano parecia que tinha tomado limonada purgativa. Leonardo, que se preocupava mais em aparecer para a televisão, não conseguiu pular com o Zidane, que quase nunca marca gol de cabeça. Roberto Carlos se deu o luxo de chutar a bandeirinha. Foi o responsável pelo primeiro gol deles. Como até agora não sabemos o que houve com o Ronaldinho, Zagallo foi obrigado a escalá-lo assim mesmo.
- JOSÉ PEDRO NAISSER, Curitiba
Penta
A poderosa mídia comanda a massa humana como quer. Poucos conseguem perceber a realidade dos fatos. A Seleção Brasileira em busca do penta chega a uma final com a Seleção Francesa, dona da casa, por mera coincidência? O famoso Ronaldinho passou mal, foi hospitalizado e minutos antes do jogo compareceu insistindo com o técnico Zagallo e conseguiu jogar a partida toda, mesmo com péssima atuação. É no mínimo imprudência do técnico. A Seleção Brasileira foi derrotada, frustrou milhões de brasileiros e os jogadores, como o técnico, aceitaram com muita tranquilidade. Dá até para imaginar que houve burla.
- FRATERNO MARIA NUNES, Campo Mourão
Duplicação da BR-277
Esta notícia estava sendo aguardada há bastante tempo. Afinal, o fluxo de veículos no trecho sempre foi intenso por causa da fronteira com o Paraguai, e com isso muitas vidas se perderam ao longo dos anos. Temos certeza que a modernização das rodovias paranaenses será fundamental para o grande salto na industrialização do Estado e, olhando por este lado, o pedágio realmente é necessário. Vários governos passaram e não fizeram nada para mudar esta realidade.
- ALVARO JOSÉ MANCHINI, Londrina
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Pedágio
Recentemente o comandante da Polícia Rodoviária do Paraná declarou publicamente que não atenderia ocorrências em estradas secundárias em casos de acidente. Será que o Paraná se resume apenas na Capital e no Anel de Integração? Curitiba é a menina dos olhos do nosso governador-prefeito, e o Anel de Integração presta-se a subtrair do cidadão comum em benefício do governo e seus apadrinhados. Será que o nosso interior, o campo, a roça também não é Paraná? Será que o trabalhador deste interior, aquele que luta de sol a sol para pagar impostos que entre outras coisas paga também o salário do comandante e de seus subordinados também não são paranaenses? Somos resto? Deixe estar. Outubro está próximo.
- LUIZ SILVIO BATISTA, Cornélio Procópio
Dá certo?
O presidente Fernando Henrique Cardoso jura que se esforçou para fazer certo. Deu errado. Que tal agora elegermos um presidente que faça errado, para dar certo?
- PAOLO MARANCA, São Paulo
Correção
Na reportagem publicada ontem em Folha Cidades, página 2, o correto é que a Hidrelétrica de Salto Caxias vai gerar, a partir do final do ano, 1.240 megawatts (MW) de energia, e não 12 mil MW; a carreta que transportou o equipamento recebido esta semana no canteiro de obras gastou, em média, R$ 100,00 em cada praça de pedágio entre São Paulo e Paraná - e não este valor no total do percurso.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]





