O leitor escreve

Eleição e cidadania
A menos de três meses das eleições, a população volta a verificar a ‘‘enxurrada’’ de promessas e a presença de candidatos que só aparecem para pedir voto. É preciso analisar bem cada plataforma de campanha e denunciar aqueles que só conseguem se firmar trocando mercadorias, comida e até dinheiro pelo voto do eleitor. A Justiça Eleitoral está aí para isso - para fiscalizar e coibir abusos.
Está na hora de mostrar que o cidadão merece respeito. Impor esse respeito muitas vezes não é fácil, mas precisamos exercitar nossa cidadania. A eleição é um bom momento para esse exercício, mas independente dela, não nos esqueçamos que esse treino deve ser diário. Seja na fila do posto de saúde, na briga pela matrícula, na reivindicação pelo bom atendimento, seja na loja, na farmácia, na feira. Lutar pelos nossos direitos e respeitar deveres é obrigação de todos.
- ANDRÉA LEMES, São Paulo
Pedágio
Há um princípio constitucional que o governo do Estado, alguns usuários (criadores de frango, transportadoras, munícipes onde há praças de pedágio, donos do pedágio, todos) parecem desconhecer: a isonomia. Somos todos iguais perante a lei. Se os que viajam, pelos mais variados motivos (inclusive trabalhadores em missão de venda ou assistência), pagam o famigerado pedágio, por que alguns não irão pagar? Que Estado é esse? Além disso, ressalto minha posição contra a cobrança de pedágio. As estradas realmente receberam uma maquiagem, mas nada que justifique R$ 60 mil por dia por praça de pedágio ou mais.
No trecho Maringá-Cianorte, por exemplo, já está instalado um sensor eletrônico registrando movimento de 2.000 carros/hora (sem contar as variantes para caminhões de 2 e 3 eixos), perto de Paiçandu. Serão 48.000 veículos por dia a R$ 3,00, por exemplo, o que dá R$ 144.000,00! E agora, o Sr. governador entra em choque (ligeiro) com as donas do pedágio e com o DER, anunciando possível revisão do pedágio. Sinal que a reeleição depende do que fez e faz o Sr. governador. O povo está insatisfeito.
- ALAMIR CORREA, Londrina
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Sequestro
Com relação à reportagem publicada na Folha Cidades dia 10, sobre o sequestro do gerente geral e do tesoureiro do Banco do Brasil de Maringá: o Sindicato dos Bancários acompanhou os depoimentos e o acesso dos bancários às fotos dos suspeitos, através de seu advogado. Os maiores interessados no reconhecimento dos suspeitos são justamente os bancários Oriovaldo Brita, gerente, e Edélcio Miranda, tesoureiro. Infelizmente as fotos apresentadas não correspondem com a fisionomia dos assaltantes. As fotos apresentadas são de 1985. O sindicato continuará acompanhando o caso e fará todo o possível para chegar à verdade do fato.
- JOSÉ MARCO BARBIZAN, Maringá
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Remédios falsos
Consumidores estão em pânico por causa da falsificação de remédios. É natural a preocupação, a cautela, mas pânico não é um sentimento que se deve ter até porque essa situação pode tirar o juízo das pessoas. O governo tem que agir com mais rigor na fiscalização e também na punição para exterminar a máfia da falsificação. O País não pode continuar a assistir calado a morte de pessoas que usaram medicamento falso. Portanto, precisamos de ação. E que os responsáveis paguem pelo crime que cometeram.
Mas o consumidor também pode fazer a parte dele. O Brasil é o quarto consumidor do mundo de medicamentos - só perdendo, de acordo com a revista ‘‘Veja’’, para os Estados Unidos, França e Alemanha. O País também ostenta o título de ser um dos campeões da automedicação. Uma a cada duas pessoas é adepta da automedicação. Isso precisa mudar. Mudar comportamento e hábitos não é tarefa árdua. E necessária.
- FÁTIMA MASCHIARE, Londrina
Moedas novas
Ainda não consegui entender por que se gasta tanto dinheiro com algo, a meu ver, sem necessidade, como as novas moedas. Será que as moedas atuais não estão desempenhando seu papel corretamente? A utilização do dinheiro público para fins de marketing eleitoral deveria ser observada com mais rigor.
- DIONISIO PINHEIRO DE OLIVEIRA, Londrina
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‘‘Sem altar’’
O bispo da Diocese de Palmas e Francisco Beltrão, Dom Agostinho Sartori, faz alguns esclarecimentos sobre a nota publicada à página 3, edição de sexta-feira, dia 10, da , sobre a proibição feita ao padre Roque Zimermann (PT-PR), candidato a deputado federal, de exercer o ministério: embora Padre Roque pertença à Diocese de Ponta Grossa, Dom Agostinho julga o gesto do administrador diocesano de Ponta Grossa como coerente e correspondente a decisões tomadas pelo episcopado paranaense, em abril, em Cornélio Procópio. Aquela assembléia proibiu os padres de se candidatarem a cargos políticos sob pena de proibir-lhes o ministério pastoral.
- FLÁVIO PEDRON, assessor de imprensa da Diocese de Palmas e Francisco Beltrão
Agradecimento
Queremos manifestar nossos mais sinceros agradecimentos à Folha da Sexta pela atenção e pelo atendimento dispensados aos nossos contatos telefônicos e releases enviados a esta empresa, referente a palestra Síndrome do Pânico, da Dra. Nione Torres. Como sempre, pudemos contar com o devido profissionalismo e respeito deste eficiente veículo de comunicação.
- LESLIE ADRIANO, Londrina
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina:[email protected]

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