O leitor escreve
Honestidade
Este é um fato corriqueiro. Acontece com frequência, mas não se divulga. De volta a casa, após alguns dias de praia, paramos na Lanchonete Imbaú, fizemos um lanche e seguimos viagem. Ao chegar em casa procurei minha bolsa para pegar a chave. Levei um susto, esquecera a mesma na lanchonete. Abrimos a porta com a chave reserva. O telefone tocou. Atendi era o senhor Nédio, gerente da Lanchonete Imbáu (não o conheço pessoalmente). Disse-me que um freguês encontrara a bolsa, ela estava a minha disposição naquele local.
Recuperei-a com todos os pertences intactos (carteira de habilitação, identidade, CPF, cartões de crédito e tudo o mais). Faço questão de registrar este fato e dizer às pessoas que o mundo ainda tem jeito. Quero dizer, para que todos saibam que só agradecer a Deus e a estas duas pessoas maravilhosas, particularmente, é pouco. O mundo deve saber que apesar da miséria, violência e desgraça, o bem é muito maior que o mal. Deus lhe pague e abençoe, eternamente.
- IRMÃ POIVAN POLONIO, de Paiçandu
Plantas Medicinais
Está voltando o paraíso da saúde. Antes da Era Cristã, a humanidade era tratada com os milhagrosos vegetais, onde a medicina era exercida por médicos e não por leigos. A Fitoterapia era um milagre, e não havia mortes seja por infarte ou derrame, hoje 50% da população civilizada do 1º mundo, usa a Fitoterapia para a cura de seus males.
- METON ARAUJO DE SOUZA, de Londrina
Charges
Quero parabenizar a Folha de Londrina pelas excelentes charges publicadas diariamente na página 2. Através da ironia, elas mostram a realidade política brasileira. Parabéns ao cartunista Ivo Akio por sua criatividade.
- DENISE PORTIE, de Maringá
Siscomex
Foi de uma infelicidade ímpar o presidente Fernando Henrique Cardoso, ao determinar via Ministério da Fazenda - Receita Federal - a implantação desse malfadado Sistema de liberações alfandegárias que as operações do software é complicada e como no serviço público não funciona. Queremos e sonhamos um dia estarmos junto com os países do grupo dos 7 no primeiro mundo, porém dessa maneira o que se concluiu com a implantação do Siscomex foi de que o governo que dificulta as exportações, quer barrar com a burocracia para acertar a balança de pagamentos, hoje deficitária, pelas importações.
Esqueceu-se também o presidente FHC, de que o país não tem estrutura para liberações via eletrônica, como querem os técnicos do Ministério da Fazenda, pois o próprio Sistema de Comunicação irá dificultar o acesso à Receita Federal. Com a implantação desse sistema perdem a indústria, comércio e o principal são os milhares de agentes alfandegários, empresas de despachos em geral e ainda o importador que não terá acompanhamento de sua importação. Será que FHC, só governa para o exterior? Ele tem que pensar também nos milhares de desempregados que poderão vir depois da implantação do Siscomex e mesmo assim ele só pensa naquilo: reeleição.
- JOSÉ PEDRO NAISSER, de Paranaguá
Movimento autoritário
O MST está planejando acampar cinco mil famílias em Londrina. Com o objetivo de pressionar o governo federal em acelerar o processo de reforma agrária, o MST escolheu Londrina para implantar seu superacampamento. Em um momento como o que estamos passando, quando a sociedade organizada discute, pesquisa e investe em busca de um novo perfil econômico para a cidade, um movimento liderado por pessoas que não vivem em Londrina, que não conhecem Londrina e que não produzem em Londrina resolve interferir de maneira tão contundente por aqui.
Ora, estudos aprofundados foram feitos em busca de alternativas econômicas concretas para a região. Foram executados por uma empresa de consultoria de expressão internacional. Além disso, a própria discussão política das últimas eleições evidenciou o anseio e a necessidade de a cidade estruturar-se e iniciar um radical processo de industrialização.
O quadro é claro. O MST quer impor a Londrina o papel de garota propaganda de sua reforma agrária e, agora também, urbana.
- GRUPO PROMOTOR DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL, Londrina
Desemprego
Quem está desempregado, batalhando diariamente por um emprego, sabe o sofrimento que isso representa. Se a empresa de transporte urbano despedir tantos funcionários, porque não terá campo de trabalho suficiente para todos, e se uma outra contrata outros tantos, nenhum benefício representa, como se diz: estarão descobrindo um santo para cobrir outro.
Se uma empresa está trabalhando bem, que é o caso da Grande Londrina, porque alterar isso, causando um caos nos lares. Será que o sr. Prefeito vai admitir todo esse pessoal para continuar a tranquilidade nos lares e a estabilidade no comércio de Londrina?
Precisamos de soluções que realmente criem mais empregos na cidade. Sr. Prefeito, esse é o problema prioritário que precisa ser resolvido em Londrina: a falta de emprego.
- GISLAINE DE AZEVEDO, de Londrina
Transporte
Se esse impasse do transporte coletivo será resolvido com licitação total que deverá ocorrer em breve, por que tanta confusão antes do tempo? Por que delegar serviços a outrem sem licitação? É normal? É legal? É honesto? A TGCL está prestando serviço de boa qualidade e suficiente, então que fique assim até a tal licitação.
- MARIA CRISTINA BOSZCZOVSKI, de Londrina
Correção
A idade de Amanda Costa Moura, autora da carta Maria Suely, publicada na coluna O leitor escreve da Folha de Londrina de domingo último, é 16 anos e não 6 como consta daquela edição.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato. O jornal se reserva o direito de resumi-las, se ultrapassarem 15 linhas.





