O LEITOR ESCREVE
‘‘Escoceses’’ do PT
Um jornal que vem crescendo e se afirmando, como a Folha, deveria (como já disse em outra oportunidade, e vocês publicaram!) consultar o outro lado das versões. O setor escocês do PT-PR (os moderados) procura passar sempre a sua versão como sendo o fato. Última bobagem: a última reunião do Diretório Estadual não deu quórum e vocês puseram matéria dizendo que está selado acordo com Requião. Quando não dá quórum não se decide nada. Atenciosamente, para o bem da verdade,
- ARMENES RAMOS JUNIOR, membro da Executiva Estadual do PT-PR, Curitiba
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Pedágio é a solução
Antes das obras que transformaram completamente os 2.035 km do Anel de Integração do Paraná, as rodovias que compõem esse trecho exibiam enormes crateras que danificavam os veículos, além de absoluta falta de segurança causada por má sinalização, ausência de acostamentos, pistas inundadas e outros defeitos que tornavam uma simples viagem uma grande aventura. As estatísticas estão aí para que não nos esqueçamos, por exemplo, do grande número de vítimas fatais, sem falar do prejuízo sofrido pelos transportadores, com enorme desgaste e atrasos; e das perdas ocasionadas no escoamento das safras.
Quando falamos em Anel de Integração, um dado merece destaque: pelo menos 80% das rodovias concessionadas do Paraná são BR, ou seja, pertencem ao governo federal, o mesmo que, nos últimos dez ou quinze, investiu o mínimo possível em sua conservação por um fato de pleno conhecimento de todos: a absoluta exiguidade de recursos.
Se conservar - tapar buracos - já era difícil, o que esperar de investimentos em melhorias para atender o natural crescimento do número de veículos? Modernizar a malha viária, com duplicação de pistas e instalação de serviços de apoio aos usuários era o mesmo que sonhar acordado.
Vamos cair na real. Sem condições de investir bilhões de reais nisto, o Paraná adotou uma solução que não é novidade no País: a concessão à iniciativa privada. Abriu concorrência e um grande número de empresas habilitou-se legalmente para um rigoroso processo de seleção. Venceram as melhores, com idoneidade comprovada e um vasto currículo de obras do gênero. A todas elas foi entregue um programa de inúmeras melhorias determinadas pelo próprio governo estadual, que buscou inspiração na realidade das estradas do primeiro mundo. Num futuro próximo, todos os 2.035 km do Anel estarão duplicados e dotados de toda a infra-estrutura necessária para garantir ainda maior segurança e tranquilidade aos usuários.
O pedágio é uma contribuição justa, e só paga quem usa as rodovias. Difere do tributo por uma razão simples: quem está pagando não é um contribuinte simplesmente, mas um consumidor com direito de reclamar e, se for o caso, buscar o respaldo da justiça.
Entende-se, por tudo isto, que a concessão das rodovias à iniciativa privada e a cobrança de pedágio são uma solução plausível para um Estado que pretende avançar rumo a uma outra realidade, bem diferente daquela em que as estradas nem poderiam ser chamadas assim. O Paraná, localizado estrategicamente no coração do Mercosul, sabe que precisa evoluir e integrar-se com rapidez a estes novos tempos, buscando o caminho do futuro, sob pena de perder o bonde da história.
- NILTON MARCHETTI, diretor da Viapar - Rodovias Integradas do Paraná S.A, Maringá.
Sacoleiros
Nos jornais do dia 29 de maio, o senhor secretário da Receita Federal, Everardo Maciel, afirmou: ‘‘Os sacoleiros não são trabalhadores são contrabandistas’’. As autoridades brasileiras perderam o senso de realidade. Precisam sair dos ‘‘palácios’’ e de suas boas vidas, garantidas com o suor e sacrifício da população e conhecer o Brasil real. No início foi o presidente FHC culpando o MST pelos saques, consequência da fome e miséria dos nordestinos e agora já são os ministros e secretários. Já que não conseguem governar o país, ficam à procura de ‘‘bodes expiatórios’’. Senhor secretário da Receita Federal, os sacoleiros antes de tudo são brasileiros lutando pela sobrevivência e hoje são subempregados, desempregados, excluídos do mercado de trabalho.
- ROBERTO DE ANDRADE SILVA, Curitiba
Aos namorados e enamorados
Hoje/ eu quero lhes ofertar/ um ramalhete/ De estrelas/ presas por um lacinho de luar/ E as flores mais belas/ com encanto das libélulas/ esvoaçando pelo ar.../Que sonhem/ os mais lindos sonhos/ Que vivam sempre a sonhar/ O que seria da vida/ se não fosse vivida/ Com um amor/ para amar?...
Que os namorados deste Dia/ Tenham a graça/ a intuição/ De que a poesia/ é a magia/ Que no coração/ eterniza/ Esse amor que diviniza/ ao que ama/ Tal a chama/ que a alma inflama/ E arde/ e jamais se extingue/ Não sendo apenas/ carne!
- IRENE CRUZ CORRÊA, Londrina
Teleton
A colaboração deste jornal foi essencial para o I Teleton - AACD ultrapassar a sua meta e chegar a um resultado líquido surpreendente: R$ 12.255.763,64. Dependeu de nós realizar um projeto de real cunho filantrópico, visando auxiliar àqueles que hoje necessitam de um tratamento adequado e de qualidade. Através do Teleton nós conseguimos provar que a união de um povo é capaz de transformar toda um sociedade a assim construir um mundo mais justo e digno para todos. Sem a vossa contribuição com o Grande Prêmio São Paulo, o Teleton não teria alcançado tal êxito, por isso estamos aqui para agradecer por terem estado conosco neste primeiro ano. Com certeza surgirão outras oportunidades para que estejamos juntos novamente. À Folha muito obrigado, em nome de todas a crianças da AACD.
- DÉCIO GOLDFARB, diretor-presidente da AACD, São Paulo
Armando Nogueira
Parabenizo a Folha pela publicação da coluna de Armando Nogueira. Nesses dias de Copa do Mundo é realmente um privilégio poder ler as análises de quem, como ninguém, sabe usar as palavras para construir uma narrativa crítica e criativa acerca do esporte mais importante do Brasil. Pode-se dizer que a Folha marcou mais um golaço, entre tantos marcados, nessas cinco décadas de história. Para a página de esporte ficar completa e, talvez, a mais interessante de todos os periódicos do Brasil, a vinda do também brilhante Alberto Helena Jr.
- Angelo Priori, Maringá
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