O LEITOR ESCREVE
Pedágio
A julgar pelas atuais notícias, apesar das entrevistas anteriores do nosso governador, que não concorda com a cobrança nas praças de pedágio antes de haver duplicação das pistas, será iniciada a vistoria por autoridades nomeadas e em conjunto com o DER (encarregado de executar o que as empresas ganhadoras da concessão estão realizando: roçagem, pintura de faixa, colocação de olhos-de-gato, recapeamento de pista, etc, pois pagamos IPVA para tal) me parece que alguém não ouviu.
- Por que nenhuma autoridade (inclusive as do município de Ibiporã) se preocupa com o término do contorno da cidade? A obra está abandonada há vários meses.
- O km 134 da BR-369 (entre Ibiporã e Jataizinho) é declive em ambos sentidos e constantemente a pista cede devido a infiltração. O DER ou DNER já verificou a falha diversas vezes mas não solucionou o problema. A empresa concessionária Econorte já fez reparos duas vezes, e o problema persiste. Não está na hora de enviar um engenheiro para verificar e apresentar solução definitiva? Afinal de contas, no Paraná a segurança também tem que chegar mais rápido que nos outros Estados
- JESUINO WALDEMAR DE SOUZA, Assaí
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MST e a revolução
Qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento histórico que tenha lido a reportagem sobre o MST na revista Veja desta semana deve ter ficado muito surpreso. As declarações de seus pretensos ‘‘lideres’’ são assustadoras e absurdas. Ao que parece, o pessoal do MST, PSTU, PT e outros chegaram à inequívoca conclusão de que são incapazes de vencer uma eleição em um regime democrático. Falam em revolução como se fosse uma brincadeira banal. Um dos líderes do MST do Mato Grosso do Sul declara na revista que seu exemplo de democracia é o governo chinês, o mesmo que massacrou os estudantes e executa todos os que se opõem ao regime. Será que esses senhores já disseram à vasta massa de inocentes úteis que os acompanha, que a reforma agrária feita por Stalin na União Soviética matou de fome 6 milhões de pessoas? Que a matança proporcionada por esse regime não poupou nem seus aliados de primeira hora, como Trotsky e outros? Até quando as autoridades brasileiras permitirão que homens como Pedro Stedile zombe da democracia? Aparentemente o que esse senhor deseja é um banho de sangue. Sangue inocente que, seja do MST ou dos militares e policiais, com certeza, ajudaria em muito a candidatura de Lula, aparentemente disposto a tudo para conseguir se eleger. De pretenso lutador pela democracia, Lula parece querer tornar-se seu algoz.
- HWIDGER LOURENÇO FERREIRA, Ibiporã
Calçadão
Quando leio sobre violência, segurança, fico imaginando como seria o movimento do nosso Calçadão’’ - Av. Paraná - Londrina, se não existisse o medo nas pessoas em sair de suas casas, com os filhos, esposas, esposos, para passeio, a pé, no período, principalmente, noturno. Penso assim porque imagino como seria confortante passear à noite, ali, com muitas luzes e guardas a nos dar a devida segurança.
Será que isso não passa na cabeça de nossos governantes, vereadores, associações de classe? E, se passa, o que os impede de fazer com que haja motivo e graça a estimular os londrinenses e os amantes de Londrina a passear no Calçadão?
- JORGE DOS SANTOS DA SILVA COSTA, Londrina
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Saúde
O atendimento público aos doentes em nosso país é caótico (existem locais bem piores que Londrina), não é uma situação simples: o número de doentes aumenta continuamente, a estrutura física para o atendimento ‘‘encolhe’’, as verbas diminuem, os profissionais da saúde são mal remunerados (vemos como exemplo a situação dos profissionais que trabalham em regime de plantão permanente para sobreviver). Existe a necessidade de orientar a população, para que sejam procurados os locais adequados a cada tipo de atendimento (urgência, emergência, consulta eletiva ou prevenção), o que facilitaria o funcionamento dos diversos serviços. Qual será o futuro? Uma simples troca de responsabilidade (governo federal x municipal) pela minguada verba para a saúde (a distribuição per capita é irrisória) ou o caminho da ‘‘privatização’’ do sistema de saúde? Como fica a qualidade do atendimento?
- IVAN DOMINGUES, Londrina
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Utopia
Concordo plenamente com o sr. Teófilo Bacha Filho, em seu artigo ‘‘Política sem utopia?’ de 28 de maio, publicada neste diário. Com a utopia, nós brasileiros podemos deixar nossa alienação política de lado e começar a ‘‘sonhar’’ um pouco com um país mais justo. Para ilustrar esta afirmação e para ilustrar a matéria, basta olharmos para as palavras de Eduardo Galeano: ‘‘Ela está no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais a alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para fazer caminhar’’.
- FLÁVIO AUGUSTO VIEIRA, Cianorte
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Correção
Por erro de digitação, na matéria ‘‘Cobrança de pedágio começa domingo’’, publicada ontem no caderno Folha Cidades, onde se lê R$ 50 milhões o correto é R$ 50 mil.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato. O jornal se reserva o direito de resumi-las, se ultrapassarem 15 linhas. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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