O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Educação
Nossas escolas, universidades e faculdades não podem continuar tão distantes das exigências impostas ao trabalhador pelo mercado globalizado. É necessário dotar os currículos de maior flexibilidade, acompanhando permanentemente os movimentos sinalizados pelo mercado, formando o profissional. Não podemos, no entanto, nos esquecermos da formação geral, aquela que efetivamente prepara o cidadão para o futuro. Acredito ser necessário encontrar o ponto de equilíbrio entre formação do cidadão e formação do trabalhador, afinal os conhecimentos e tecnologias que, hoje, preparam o cidadão para o mercado de trabalho podem, em pouco tempo, estar superados. O assunto é atual e merece ser debatido pela Folha
- JAILTON MARCIO DONASAN, Curitiba
Fome no Nordeste
Espanto já não é a melhor palavra para definir a reação quando assistimos, lemos e ouvimos notícias relacionadas aos problemas que a seca vem causando ao Nordeste brasileiro. Será que o governo pensa que o grande problema é a dívida que os agricultores assumem junto ao banco, e apenas isso? Não. Os problemas vão muito além. A seca no Nordeste é um problema altamente previsível, a não ser que os nossos governantes achem que obras como Vidas Secas, de Graciliano Ramos, sejam puramente fictícias, e que não retratam de maneira alguma o grande caos que vive a região. A obra do grande escritor se mantém atual até hoje, não por que o problema não tenha solução, mas sim por que não há interesse em que este seja solucionado.
Políticos que humildemente adentram nas pequenas casas abarrotadas de crianças chorando, que abraçam as mães desesperadas e que prometem, apenas prometem, soluções a curto prazo, só podem estar brincando com a cara do povo brasileiro, aliás, como sempre fizeram. Nada se resolve a curto prazo, todos sabemos disso, mas quanto antes se tome uma atitude digna de representante do povo, menos teremos que conviver com essa grande tragédia.
- MÁRCIO MITIO ITIYAMA, Londrina
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Justiça Social
Sou paranaense, conheci o Rio Grande do Norte através do Projeto Universidade Solidária, hoje desenvolvemos projetos sociais no interior desse Estado. Afirmo que é lamentável a decisão do governo federal de prender os líderes dos Sem Terra, que são um dos poucos movimentos que se preocupa com esta população excluída, não é fácil passar fome.
Por outro lado esse mesmo governo centralizou a distribuição das cestas básicas na mão dos prefeitos das cidades do interior do nordeste, ou seja, só ganha quem lê pela cartilha do prefeito. Que não é seu partidário, come o quê? Sem contar que no passado, houve casos de prefeitos venderem os donativos. Esse crime é concedido pelo governo federal e Polícia Federal, assim como os saques a contas públicas: Sérgio Naya (US$ 65 milhões); merenda escolar do RN, (US$ 1 milhão); FGTS (US$ 27 bilhões), etc. etc. Justiça Social, a elite gasta e nós pagamos a conta.
- JAIR FERREIRA DE SOUZA, Natal (RN).
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Pedágio 1
A entrega das rodovias do Estado do Paraná, para empresas privadas cobrarem pedágio, é um absurdo, tendo em vista não haver garantia de que elas efetuarão a prometida duplicação e ainda por se permitir a cobrança de pedágio em rodovia de pista simples. O Paraná prova ser realmente único.
- ROBERSON SHINOKI, Londrina
Pedágio 2
Gostaria de salientar ao diretor do consórcio Rodovia das Cataratas, Engº Augusto Cezar Bandeira, primeiramente que brevemente pode significar amanhã ou daqui a dez anos, ou seja nada. Com relação ao fato do volume de tráfego entre Cascavel e Guarapuava não justificar duplicação, acredito que provavelmente ele jamais tenha passado naquele trecho, sendo preciso conscientizá-lo que em primeiro lugar vem a segurança dos usuários e não apenas o lucro que estes vão deixar no bolso dele ao longo do período de concessão.
- ÁLVARO JOSÉ MANCHINI, Londrina
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Cumprimento
Por meio deste e-mail gostaria de dizer que a Elisiê Peixoto é demais. Suas crônicas são muito bem escritas, com linguagem fácil e acima de tudo verdadeira. Gosto muito de ler o que ela escreve. Não a conheço pessoalmente, mas graças a este maravilhoso meio de comunicação posso expressar minha admiração como leitora.
- DANIELA S. CARVALHO, Londrina
Correção
Diferente do que a Folha publicou na edição de sábado, na matéria Escola estadual experimenta inovações, a direção do Colégio Estadual Campina da Lagoa cobrou R$ 5,00 pelo cartão magnético fornecido aos alunos, e não R$ 2,00 como noticiou o caderno Folha Cidades.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato. O jornal se reserva o direito de resumi-las, se ultrapassarem 15 linhas. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]





