O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
RU 1
Foi com emoção que, na qualidade de ex-aluno da UEL, participei da inauguração do restaurante universitário no câmpus da UEL. Desde sua origem que se fala em construir o RU no câmpus da UEL. No entanto, coube ao reitor Jackson Proença Testa, em parceria com o governo do Estado e, principalmente, com o total apoio da vice-governadora Emília Belinati, pôr um ponto final neste episódio, que se arrastou por mais de 25 anos, inaugurando esta obra fantástica com a presença de ilustres autoridades, entre as quais o governador Jaime Lerner e a vice-governadora Emília Belinati, o vice-prefeito de Londrina, Alex Canziani, o deputado estadual José Tavares, João Milanez e demais convidados, alunos, ex-alunos, docentes e funcionários.
Parabéns, UEL, por mais esta conquista que irá beneficiar seus servidores e a comunidade em geral, através dos alunos, que terão aquele espaço apropriado para fazer uma refeição digna por um custo condigno.
- JEFFERSON DIAS CHAVES, Londrina
RU 2
Na qualidade de ex-presidente do DARP - Diretório Acadêmico Rocha Pombo, da antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, de Londrina, no biênio 1969-1970, e fundador do primeiro Restaurante Universidade da cidade, parabenizo os estudantes da Universidade Estadual de Londrina pela vitória alcançada com a inauguração do novo restaurante, que virá dar continuidade àquele trabalho que nós e nossa equipe de direção iniciamos há quase trinta anos. Desnecessário ressaltar que a luta por novas conquistas e novos alvos deve continuar. Infelizmente, vivemos num país onde educação ainda é considerada despesa e não investimento. Os alunos da UEL e de todas as universidades e demais cursos superiores devem continuar buscando a excelência para todas as nossas escolas. A luta precisa continuar.
- GILSON CACIONE, Londrina
Criança
Todo o mundo comemora o 1º de Maio. O dia é lembrado como homenagem aos homens e mulheres que trabalham, os que prestam qualquer tipo de serviço, remunerado ou não. Mas que de fato trabalham. Não os que vivem da exploração alheia. Para não falar também das crianças tão indefesas, usadas e abusadas no mercado de trabalho. Exploradas. Não as vemos diariamente nos noticiários da vida, submetidas ao penoso serviço em carvoarias, cerâmicas, campo, pedreiras, nas esquinas das grandes cidades, vendendo doce ou o próprio corpo. Eis a prostituição infantil. Não é filosofia barata ou demagogia. É fato.
Não excluo do rol de trabalhadores, os empresários. Que saibamos administrar a realidade de sermos empregados, mas não abusar daquilo que chamamos de poder quando na qualidade de patrão ou encarregado nos sobe a cabeça. Afinal, empregados, empregadores, encarregados etc. não passamos da mesma categoria: seres humanos, falíveis e necessitados sobretudo de amor.
Que num futuro próximo possamos ter não apenas um dia dedicado ao trabalho, ou aquele que o realiza, mas reconhecimento das nossas mais simples qualidade. O trabalho por si só nada representa, pois atrás da máquina e do pensamento gerencial estão o homem, a mulher e, infelizmente, a criança, que deveria estar brincando e estudando. Viva o trabalho.
- VALDEMI GOMES DE BRITO, de Londrina
Cumprimento
Desejo cumprimentá-los pela feliz escolha do jornalista João Arruda como editor-chefe da Folha. Alegra-me sobretudo saber tratar-se de profissional da maior capacidade, correção e eficiência, formado na escola da própria Folha e que, com certeza, irá contribuir para projetar o jornal e fazê-lo, cada vez mais, merecedor do respeito e da credibilidade dos londrinenses e dos paranaenses.
Da mesma forma, quero ainda felicitá-los pela escolha do também jornalista Luiz Geraldo Mazza para integrar o Conselho de Administração dessa empresa jornalística. Entendo seja o reconhecimento ao trabalho de um profissional da maior competência, de brilhante atuação e respeitado em todo o Estado. Peço a Deus que os ilumine para que possam continuar fazendo da Folha um jornal de expressão e respeitabilidade cada vez maior.
- EMILIA BELINATI, governadora do Estado em exercício
Árbitros
Gostaria que a imprensa nacional fizesse uma pesquisa para se saber do número de árbitros brasileiros que já apitaram jogos importantes na Argentina, Uruguai, Paraguai etc. Justificativa: parece uma grande humilhação para o nosso esporte termos que recorrer a árbitros estrangeiros para as nossas decisões.
- CELSO JAMIL MARUR, Curitiba
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