O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Pedágio
Achei mais do que na hora de abrir a boca e questionar sobre o pedágio que teremos de pagar entre Rolândia e Londrina, uma vez que a primeira é incluída na região metropolitana. Por que temos de pagar mais? Onde estão nossos representantes no Legislativo que nada fazem a respeito? Temos de ir a Londrina sempre. Muitos dependem de lá, mas ninguém pensa nisso. Além de Rolândia não ter opção de emprego, temos que pagar mais caro para sair?
- ROSILÉIA APARECIDA ALVES, Rolândia
Cumprimento
Gostaria de, em meu nome e da Itaipu Binacional, parabenizar o Conselho de Administração da Folha pela indicação dos jornalistas João Arruda para a função de editor-chefe e de Luiz Geraldo Mazza para o Conselho de Administração. São dois profissionais cujo perfil honra e dignifica o jornalismo paranaense e brasileiro. Meus primeiros passos foram dados nesta Folha, onde convivi com a presença de espírito e o senso crítico do Mazza e, posteriormente, já em outra casa, acompanhei o brilhantismo do texto de João, um dos moicanos da família Arruda, celeiro de ótimos jornalistas.
- HELIO TEIXEIRA, superintendente de Comunicação Social da Itaipu Binacional
Home page
A primeira página da Folha impressa foi uma ótima notícia, quando abri a home page da própria. Nos faz lembrar do modo antigo de se ler um jornal, mesmo utilizando o método mais moderno, o computador. Parabéns.
- ANTONIO RICARDO Z. NASCIMENTO, Campinas
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Privatização do Banestado
O Poder Legislativo do município de Arapoti posiciona-se contrário à privatização do Banco do Estado do Paraná - Banestado, tendo em vista que os recursos negociados entre o governo do Estado e União não se referem às dívidas do Banestado, mas sim às obrigações do governo estadual, como dívida mobiliária, débitos do FDE e créditos junto ao governo federal, como o FCVS e créditos agrícolas securitizados, que estariam sendo trocados.
O saneamento do Banestado envolve recursos de aproximadamente R$ 750 milhões. A Lei estadual nº 11.691, em seu artigo 5º, já havia autorizado o Executivo a oferecer até o valor de R$ 350 milhões em ações da Copel como garantia e/ou caução para cumprir a contrapartida do governo do Estado. Esta mesma lei não autorizava o governo a negociar a privatização do Banco. Ao contrário, em seu art. 3º, reafirma a manutenção do Estado como acionista controlador do Banestado.
A privatização não é a única saída para o Banestado. Estado com situação financeira mais crítica, como o Rio Grande do Sul, manteve o Banrisul como banco estadual recebendo, para seu saneamento, o valor de R$ 1,125 bilhão. Metade desse valor é a contrapartida do Estado. Da mesma forma Santa Catarina, que recebeu R$ 218,6 milhões e manteve o controle do Banco. Além desses dois casos, temos nove outros Estados que mantiveram o controle sobre seu banco, negociando com o mesmo governo e o mesmo Banco Central, que negociou com o governo paranaense. Isso demonstra falta de vontade política do governo estadual em negociar outra solução para o Banestado que não seja a privatização. Por tudo isso reafirmamos nossa posição contrária à privatização do Banestado e apelamos para a manutenção do Banco público sob controle da sociedade paranaense, adotando uma política de Recursos Humanos que promova a dignidade dos trabalhadores.
- DIVAIR DA SILVA, vereador de Arapoti
Rabino e o Papa
Li a reportagem Rabino, vamos brincar de atacar a Igreja?, de Wallace Requião de Melo e Silva, que achei muito interessante, porém faltam algumas coisas a complementar, entre elas que a Igreja nem sempre agiu segundo a moral de Cristo. Tivemos na Idade Média a Santa Inquisição que, em nome de Deus, torturou e matou centenas de milhares de cristãos, judeus, falsas bruxas... Fui ao Museu da Tortura, em Londrina, e vi aparelhos de tortura da época da Inquisição que horrorizam qualquer um.
Sempre queria entender a política mundial, os conflitos entre as nações, etnias, a escravização do próximo. Comecei a entender tudo quando li o livro Os protocolos dos sábios de Sião, escrito em 1936, por Gustavo Barroso, que descreve interessante programa estratégico de domínio mundial. Onde um povo se julga superior através do Talmud, sendo que o Kahal e o Beth Dine julga a todos os humanos e nações sem piedade como no Velho Testamento Bíblico, onde se prega o uso das armas, a destruição, o domínio e escravização das nações. Vejo o nosso Brasil, na sua política e as crises mundiais já previstas neste livro.
Judeus e cristãos querem dominar, mas esquecem que Cristo nunca pregou o uso das armas, mas a misericórdia, a justiça, a paz, estender a mão ao inimigo e ao próximo. Qual o castigo que merecem os que pretendem matar as almas? Afinal, somos apenas Goiym.
- MANFRED SCHERCH, Rancho Alegre
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