O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Falta de atendimento
Sobre a reportagem Mãe culpa hospital por morte da filha, de 31 de março: eu acho uma loucura que o tratamento foi negado a menina de dois anos só porque não tinha o dinheiro para pagar. Assassinos mesmo. Uma vergonha.
ALDO GABBAY KRAAS, TORONTO, Canada
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Veículo do ano (1)
Parabéns à equipe da Folha pela conquista do título Veículo do Ano no Prêmio Colunistas. O reconhecimento dos profissionais de marketing e propaganda é compartilhado, com toda certeza, pelas pessoas que lêem a Folha diariamente. Incluo-me entre elas.
- EMILIA BELINATI, vice-governadora do Estado
Veículo do ano (2)
Para nós é motivo de festa o prêmio merecido e conquistado por vocês e naturalmente pelo mercado paranaense. Nosso sincero abraço a todos que participaram dos destaques deste ano na busca de melhor atender clientes e consumidores, colaborando de maneira brilhante para o crescimento da comunicação. É com muita alegria que desejamos sucesso cada vez maior, ousando na criatividade e no empenho que lhes garantiram lugar de destaque neste 22º Prêmio Colunistas Paraná.
- REDE INDEPENDÊNCIA DE COMUNICAÇÃO, Curitiba
Veículo do ano (3)
Parabenizamos essa conceituada empresa de comunicação por ter sido escolhida como Veículo do Ano, através da circulação da Folha do Paraná.
JOSÉ COLLETE, superintendente regional do Banestado, Londrina.
Caminho do Colono
Sou um brasileiro apaixonado pelo meu país e em particular pelo Paraná. Dia 23 tive o privilégio de atravessar o Parque Nacional do Iguaçu, pelo polêmico Caminho do Colono. Com sinceridade, eu imaginava que a abertura daquela estrada poderia acarretar danos irreparáveis à natureza, tão exuberante e significativa no local, e que os órgãos competentes do Estado deveriam dar atenção ao fato, convergindo para a sua salvaguarda total. Mas o que encontrei foi uma comunidade altamente consciente do valor daquele patrimônio, extremamente organizada e caprichosa até mesmo em pequenos detalhes, como (pasmem) espalhar cinzeiros improvisados com latinhas de refrigerante nos pontos de acesso à estrada.
Uma travessia orientada, com velocidade estipulada, com entrada e saída controladas, com tempo de abertura diurno rigorosamente respeitado (do amanhecer ao entardecer), uma estrada cuidada e muito limpa em toda a extensão, a fauna e a flora em perfeita harmonia com o homem, e uma população em alerta para uma mobilização imediata na defesa dos direitos de uso do Caminho, que poderia se chamar de Caminho das Borboletas, pela surpreendente quantidade delas vistas no trajeto. Muito mais que uma mobilização para a abertura do que poderia se chamar de nova frente para o desenvolvimento da região, cujos resultados ninguém discute.
- SEBASTIÃO APARECIDO BONATO, Londrina
Folha on the Web
Gostaria de parabenizá-los e a toda equipe da Folha pela qualidade da Folha on the Web. Como curitibano fazendo curso de pós-graduação aqui na Inglaterra, sentia muita falta de notícias do Estado do Paraná, Curitiba e do Clube Atlético Paranaense pela Internet, visto que o outro jornal que também está na Net deixa muito a desejar. Encontrei a Folha hoje e pela primeira vez a acessei. A partir de agora seremos amigos diários. Um grande abraço e continuem com essa qualidade.
- CHARLES WIKLER, Ascot, Inglaterra
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Tristes recordes
As manchetes estampam a preocupação do momento: recordes nas taxas de desemprego, nos cheques sem fundo e nas reservas internacionais. Na conta por baixo do IBGE, 1,28 milhões de pessoas procuraram emprego em fevereiro, totalizando 7,42% da população economicamente ativa. Esse número subestima a efetiva situação, pois a pesquisa mensal de emprego do instituto não inclui aqueles trabalhadores que, porventura, no período, em uma tarde ou manhã, fizeram uma faxina ou capina. O outro número, do Dieese, aponta 17%, mais próximo da resalidade das nossas ruas e das filas gigantescas postadas, cada segunda-feira, diante dos estabelecimentos ofertadores de vagas.
No comércio o alarme toca firme no número de cheques devolvidos. Mais de 117 mil cheques sem fundo são passados a cada dia, batendo o recorde histórico de 10,8 em cada mil, segundo a Serasa. É a acachapante constatação de que o bolso do cidadão está mais furado. Por outro lado, anunciam com pompa e circunstância a elevação das reservas internacionais e astronômicos R$ 65 bilhões, recuperando as perdas do efeito dragão. Mas pouco destaque é dado à qualidade destes recursos. Muito deste dinheiro é especulativo, capital boêmio que busca a remuneração estratosférica de 30% ao ano, não encontrável em outra praça bancária do planeta. Taxa de juros que estrangula as empresas e arrocha o crédito.
- VILSON ANTONIO ROMERO, Brasília
Correção
Foi trocada a foto da página 12 do primeiro caderno, na seção de Esportes, da edição de quarta-feira, dia 01/04/98. Quem aparece na fotografia, identificado com o zagueiro Neto, do Atlético Paranaense, é, na verdade, o volante Sidney, do Paraná Clube.
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