O leitor escreve

Quem poderá nos ajudar?
O Terminal Campina do Siqueira virou um verdadeiro inferno para os que passam entre 19h e 0h. Marginais de outras regiões e de várias idades invadiram o Terminal e não deixam os transeuntes em paz, principalmente os jovens que estão chegando do trabalho ou escola.
Estes marginais ficam no final do túnel, fazem um ‘‘corredor’’ nas escadas aguardando suas vítimas, abrem as bolsas das mulheres, roubam os pertences dos garotos, sem contar que muitos são agredidos se não o fazem (leia-se agredidos violentamente, com direito a cenas desagradáveis e sangrentas).
MICHELLE FRANZ, Curitiba
João Milanez
A Câmara Municipal de Primeiro de Maio, através de seu presidente, honrosamente agradece a presença do jornalista João Milanez por ocasião da Festa de Confraternização dos Vereadores da AVEMPAR (Associação dos Vereadores do Médio Paranapanema), realizada no dia 14/03/98 no Terminal Turístico desta cidade.
JERUBAAL MATUSALEN ARRUDA, presidente da Câmara de Veradores de Primeiro de Maio.
Degradação ambiental
Parabenizo a Folha pela série de denúncias que vem publicando sobre a degradação do meio ambiente. As fotos publicadas na edição do último dia 26 mostram o caos em que se encontram muitos de nossos rios. A nova Política Nacional das Águas, sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em janeiro do ano passado, reconhece a água como recurso vulnerável, finito e já escasso em quantidade e qualidade. O que leva empresários e poder público a jogar seu esgoto in natura nos leitos de nossos rios?
A poluição do Ribeirão Quati é um exemplo da degradação que acontece em vários rios urbanos afluentes do nosso Rio Tibagi. Foi pensando nisto que o Consórcio Intermunicipal para a Proteção Ambiental da Bacia do Rio Tibagi (Copati) está promovendo em Londrina e Ponta Grossa o Curso de Gestão Ambiental Municipal.
MARCELO MAFRA, secretário executivo do Copati, Londrina.
Decoração
Gostaria de manifestar nossa gratidão à Folha e a Jackeline Seglin, pelo destaque dado à reportagem sobre a Mostra de Decoração. Nosso desejo é proporcionar um trabalho sério e criativo dentro da arquitetura.
MARÍLIA ARRUDA MARQUES E LUCIANE (sobrenome não fornecido), Londrina
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Fogo em Roraima
Nenhum besta é humilde. A recíproca é também verdadeira. Nunca houve humilde besta. A humildade está indelevelmente associada a sabedoria. Assim como a empáfia, a soberba, a altivez estão associadas à rudeza intelectual. Sempre que você avistar um soberbo, estará vendo um besta. E não estou me referindo à humildade no sentido de baixa renda, que isso é puro eufemismo. Que ninguém, portanto, me chame de humilde, fazendo aquela carinha de falsa piedade. Eu sou é pobre mesmo! Quando eu for humilde, serei o cara mais feliz deste mundo, pois terei alcançado a sabedoria, coisa que tenho buscado a vida toda ... em vão. Só tenho conseguido ficar mais besta ainda.
Mas para tudo há limites. E o nosso governo não põe limites a suas demonstrações de estultice. Demorou mais de três meses para aceitar a ajuda da ONU para controlar o horroroso incêndio florestal em Roraima. Já imaginou o que é o fogo comendo uma floresta durante mais de três meses?
A recusa do governo em aceitar prontamente ajuda internacional equipara-se à hipotética recusa de um pai em aceitar ajuda alimentar de vizinhos para salvar sua família da inanição. É caso patente de soberba, de orgulho. Coisa de bestas. Nisso as nossas elites são diplomadas, com doutorado e tudo. Só que, no caso do pai orgulhoso, sua soberba também destrói a ele mesmo. Já esses nanicos do governo metidos a gigantes escapam ilesos, deixando o prejuízo e o sofrimento para o povo de Roraima.
Que tal, para variar, pelo menos um pingo de vergonha na cara?
ISMAR PEREIRA FILHO, Brasília
([email protected])
Hospital Veterinário
No dia 17 de fevereiro deste ano, tive que recorrer ao ‘‘plantão’’ do HV pois meu cachorrinho poodle machucou a perna dianteira. Cheguei no HV por volta das 20h e já de cara tive que pagar R$ 25,00 pela ‘‘consulta’’ do animal. Depois de quase duas horas de espera, fomos atendidos pelos ‘‘ plantonistas’’ e tive que pagar mais R$ 12,50 da radiografia. Bem, nesta noite só paguei, mas não puderam atender o animal pois fomos informados que ele tinha sofrido uma ‘‘luxação’’ e só no dia seguinte seu caso poderia ser resolvido. Voltamos no dia seguinte bem cedo, como nos orientaram, e disseram que o animal tinha que ficar internado (por acaso, o custo é de R$ 6,50 a diária). Resumindo, o animal tinha de sofrer uma cirurgia e para isto eu teria que deixar um cheque de R$ 120,00 como ‘‘caução’’. Assim fizemos e o animal só foi operado no dia 19/02 à tarde. Resultado, tivemos que deixar ao todo R$ 160,00 no HV. Até aí tudo bem, já que nos cobraram cirurgia, bandagem, linha, agulha, faixa, medicamentos, seringas etc... Pedi a eles que me fornecesse uma Nota Fiscal. A resposta que tivermos do sr. diretor dr. Paulo é que não forneciam Nota, então perguntamos porque cobram tão caro como uma clínica particular e não fornecem Nota Fiscal? Disseram que tudo isso não é o governo que repassa para eles e que é para cobrar, tentamos levar o problema para a ouvidoria da UEL, mas não conseguimos falar com o ouvidor (aliás você nunca consegue!), então passamos um FAX para a vice-reitoria e não obtivemos nenhuma resposta. Resultados: pagamos tudo e pronto! O famoso HV ‘‘papou’’ R$ 160,00 do meu bolso. Por isso alerto os cidadãos londrinenses, se tiver que levar seu animal numa clínica, recomendo uma clínica particular, eu acho que fica mais em conta!
MARIA REGINA M. REYES, Londrina
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