O leitor escreve
O leitor escreve
Hospital Universitário
Inúmeras vezes li nesta coluna elogios gratificantes ao Hospital Universitário de Londrina. Hoje percebo que aquelas pessoas realmente estavam sendo sinceras, pois meu pai, acometido de enfermidade, e nossa família dispondo de poucos recursos, acabamos optando por aquele hospital. Fomos muito felizes nos doze longos dias de angústia, mas com a participação de profissionais dedicados e dotados de capacidade e amor ao próximo, trabalhando diuturnamente, fizeram com que nossos momentos difíceis culminassem com a recuperação do meu pai. Aquele hospital faz o possível para que todos sejam bem atendidos e a afinidade corpo clínico e paciente acaba em ambiente familiar, mesmo sobre macas, enquanto se aguarda vaga no leito. Londrina, a Universidade e o HU e funcionários estão de parabéns. Deus os abençoe, para que sejam muito felizes, sempre amenizando o sofrimento alheio.
- ELIZABETH COTTING DOS SANTOS, Londrina
Pedágio
Acorda Londrina e região. O pedágio na BR-369 é cobrado antes de qualquer grande obra. Falamos de uma estrada que já havia sido recuperada por uma empresa de Santa Catarina, a Carpiza, entre Londrina e Ourinhos. Por se tratar de mão única não há mais nada a ser feito, pois ela se encontra em boas condições. O que me causa indignação é o fato de o pedágio vir a ser cobrado nos meses seguintes. Isto deveria ser posto em prática somente após a duplicação da rodovia. Em se tratando de recuperação do trecho, a Econorte exibe placas Obras nos próximos 10 km, sem que haja necessidade da presença delas. Pode-se encontrar cones de sinalização no meio da pista, prejudicando o tráfego. Logo adiante encontramos apenas dois ou três operários tirando o capim da beira da estrada ou de cima dos montes e pintando meio-fio com cal (supérfluo porque a caiação se desprega na primeira chuva). E cadê as máquinas que deveriam estar presentes nas rodovias? Estão ocupadas em construir, o mais rápido possível, as praças de pedágio.
- DELFIM MEIRA DE OLIVEIRA, Londrina
Universidade FM 1
A respeito da carta publicada nesta seção, edição de ontem, sobre a Universidade FM, esclarecemos que as críticas sobre a programação da emissora são bem-vindas e serão consideradas. Gostaríamos de fazer apenas uma correção ao autor da carta, já que a professora Janete El Hauly não assumiu o setor de música erudita da Universidade FM. Ela é a responsável pelo programa Música Nova, conforme informou a reportagem da Folha de terça-feira. Sobre a consideração do autor da carta, de que há excessos na programação, é preciso deixar muito claro que estamos falando de uma rádio alternativa, cujo conteúdo da programação se baseia em MPB, música regional, erudita e instrumental, além de jornalismo e prestação de serviço.
- CLÉBER TÓFFOLI, diretor-geral, e SAMIRA PRIOLI JAIME, diretora de programação
Universidade FM 2
Ouvinte assíduo da rádio Universidade FM, transmito minha solidariedade aos programadores, locutores, jornalistas, corpo técnico e demais funcionários daquela emissora, mencionados de forma desabonadora pelo leitor Boanerges Gulaccio de Almeida, edição de ontem. Gosto não se discute, mas como ouço diariamente a Universidade FM, em meu local de trabalho ou em minha casa, tenho condições de discordar da infeliz opinião manifestada nesta seção. Considero a programação da rádio como a melhor opção de música que se pode encontrar no dial londrinense, não querendo desprezar as demais emissoras ou seus ouvintes. A Universidade FM tem uma programação musical bem diversificada, que atende ao menos 99% do gosto da população.
- ARMANDO DUARTE JUNIOR, Londrina
Champagnat
Vimos pelo presente agradecer profundamente a matéria publicada neste conceituado jornal sobre as condições precárias e o descaso do governo estadual com o Colégio Marcelino Champagnat. Gostaríamos também de convidar novamente a equipe de jornalistas para continuar mostrando à sociedade londrinense a real e verdadeira situação do terceiro maior Colégio do Estado do Paraná.
- JORGE AKIRA OYAMA, diretor do Colégio Champagnat, Londrina
Cinto de segurança
Esperei ansiosa a chegada do novo Código de Trânsito, na esperança de que houvesse realmente a preocupação com a segurança. Trafego bastante na cidade, pois levo e busco as minhas filhas em diferentes colégios e também leciono em outro, o que me permite observar as irregularidades no trânsito. Uso o cinto de segurança, pois sou obrigada, mas observo o ônibus que passa ao meu lado, e vejo que a preocupação com tal segurança deixa de existir, pois pessoas viajam sem ao menos a dignidade de um lugar para sentar, quanto mais o tão falado cinto de segurança. E falando em segurança, observo também a moto que passa a 80, 100 ou mais km/h, nos semáforos eletrônicos, sem nenhuma punição, ao passo que sou obrigada a passar a menos de 33 km/h se não quiser ser multada. É impressão minha ou alguma coisa deve ser revista?
- ELZA M. M. NAVOLAR, Londrina
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato. O jornal se reserva o direito de resumi-las, se ultrapassarem 15 linhas.





