O leitor escreve

Desemprego
O Brasil, a partir do governo Collor, buscou uma inserção maior no mundo da globalização, não apenas nas transações comerciais, mas também na política, é o caso da disputa por uma vaga no Conselho de Segurança da ONU. Porém como forma de efetivar esta inserção, o governo brasileiro viajou e ainda hoje viaja pelo mundo todo fazendo contatos, ‘‘vendendo’’ o país lá fora. Fez também diversos planos econômicos com sucessivos ‘‘pacotes’’ que visavam a estabilização da inflação. Esta estabilização ocorreu, porém o custo está sendo muito alto.
Mesmo com as constantes visitas e ‘‘vendas’’ do que é nosso (do povo), lá fora o país entrou numa fase recessiva. Hoje vemos uma crescente onda de desemprego assolando o país e as autoridades brasileiras estão tentando negar o fato. Quem hoje não tem um familiar desempregado? Quem hoje não está contribuindo com aquele parente que já não consegue emprego faz um ou dois anos?
O caso é tão grave que recentemente a SERT/PR (Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Paraná) promoveu concurso público para ver se consegue algumas ‘‘teses’’ novas que ajudem a entender melhor o problema e mostrem os rumos da solução que não está fácil de ser encontrada.
Apesar da SERT buscar a solução, o mesmo não vem ocorrendo em outros setores da administração do Estado. Alguns estão querendo resolver o crescente desemprego extinguindo o instrumento da medição, isto é, em Curitiba há hoje um instrumento preciso e adequado à realidade brasileira para medir o desemprego, que é a PED - Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pelo Ipardes, em convênio com o Dieese e a Fundação Seade/SP, há três anos.
Querem acabar com o instrumento porque este desnuda a realidade que enfrentamos hoje. Seria como tentar resolver o problema da fome proibindo os jornais de darem notícias sobre o assunto. Este não é o caminho.
O país, apesar de ter a maturidade de afastar um presidente corrupto, caso Collor, ainda não se tornou um país sério, pois estão tentando esconder o subproduto da opção ‘‘econômica’’ de desenvolvimento - o desemprego - debaixo do tapete.
- IVO RIBEIRO LUSKA, secretário geral da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Estado do Paraná
Homem honrado
Existe um homem que por sua postura na vida pública e privada merece toda a admiração e respeito da população brasileira, paranaense e, em especial, do povo de Londrina. Enquanto homem público, sacrificou seu convívio familiar para, todos os dias, mesmo em domingos e feriados, dedicar-se integralmente ao bem comum, mostrando-se sábio em suas decisões, corajoso em suas atitudes, honesto, íntegro e honrado em seu caráter. Enquanto deputado federal lutou pelo social, visto querer minimizar a pobreza, através da geração de empregos, principalmente incentivando as pequenas e microempresas, as maiores geradoras de empregos do País.
Enquanto prefeito, além de viabilizar uma sociedade mais justa, muitas vezes incompreendido, deu uma tal estrutura que tornou Londrina um modelo de referência para outras cidades de pequeno e médio portes da região.
Depois de combater o bom combate na vida pública, hoje dedica-se exclusivamente à sua família e seus negócios, compensando as privações do passado. Como pai, é um exemplo a ser seguido. Este homem simples e cristãmente humilde, paradoxalmente senhor de grande fortuna, merece ser lembrado e guardado como amigo sincero e leal em todos os corações.
Refiro-me ao nobre senhor Wilson Moreira, a quem tive a oportunidade de conhecer pessoalmente, o que me trouxe muita alegria. Agradeço a Deus por tê-lo colocado em nossos caminhos.
- WILLIAM JAMES PEREIRA JÚNIOR, advogado, Jandaia do Sul
Cumprimento
Além da Folha ser um excelente jornal, a sua home page também é uma das melhores que visito regularmente. Parabéns!
- JOÃO BATISTA MOREIRA SOUZA, Federação Paranaense de Canoagem.
Agradecimento
A Folha agradece e retribui os votos de boas-festas enviados por: Farmácia e Drogaria Central, deputado federal Maurício Requião e família, deputado federal padre Roque Zimmermann, Hamilton Régis Policastro, Irma e Said Ferreira, LPR Publicidade, Promoção e Montagem, Elpídio Artigas Filho, deputado José Janene, Colégio Maxi, Instituto Brasileiro de Pesquisas e Integração Social do Mercosul, Eduardo Afonso e família, Hospital Nossa Senhora das Graças, Luiz Carlos Tamarozzi, delegado Wanderci Corral Fernandes, Transportes Coletivos Ltda (TIL), Museu Egípcio e Rosacruz, Vilcio Caetano de Lima e família, Jabur Divisão Cad, Galeria Bahiarte, Sílvia Andrade, Sercomtel, Apae de Londrina, deputado estadual Aníbal Khury e família, Sebrae PR, Hotel Colon Palace (Joinville, SC), Colégio Mãe de Deus, Lar Anália Franco, Clube dos Amigos de Viagens e Karamgatur, deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB), grupo IOB, Ywao Miyamoto e família, Lizza Eichenberger, 3 M do Brasil, Anfavea, Madia e Associados, Seller Cabeleireiro.
Correção-1
Diferentemente do que foi publicado na reportagem sobre ensino técnico, no Caderno C da edição especial sobre o 63º aniversário de Londrina, que circulou ontem, o Ipolon (Instituto Politécnico de Londrina) é uma instituição pertencente à Fundação do Ensino Técnico de Londrina.
Correção-2
Por um problema técnico, os comentários de discos publicados ontem, na página 6 da Folha2, não saíram com a assinatura do repórter Ranulfo Pedreiro.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato. O jornal se reserva o direito de resumi-las, se ultrapassarem 15 linhas.

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