O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Cumprimento 1
A Associação Comercial e Industrial de Londrina - ACIL parabeniza a Folha de Londrina/Folha do Paraná, sua diretoria e equipe, pelos 49 anos do Jornal que ajudou a escrever e a compor a história do Paraná. A comemoração é de toda a comunidade paranaense, que sempre pôde contar com um jornal independente, ousado e comprometido com o Estado, produzido por profissionais competentes e éticos.
Mais do que um veículo de comunicação e informação, a Folha é um instrumento para os cidadãos, entidades e empresas mostrarem o que estão fazendo, seus problemas, necessidades, anseios e reivindicações. Através do Jornal, muitas conquistas foram viabilizadas. A Folha foi e continua sendo um instrumento concreto e permanente para o desenvolvimento sócio-econômico do Paraná. Desejamos que o Jornal prossiga em seu caminho de crescimento, melhoria contínua e envolvimento com a comunidade. A ACIL estará sempre à disposição.
- ABÍLIO MEDEIROS JÚNIOR, presidente da ACIL - Associação Comercial e Industrial de Londrina
Cumprimento 2
Parabenizo a direção da Folha de Londrina e toda sua equipe de jornalistas e colaboradores pelos 49 anos de jornalismo verdadeiro e corajoso, sempre ao lado dos paranaenses ansiosos pela notícia isenta. Aproveito para reiterar que a Folha do Paraná marcou sua existência jornalística na defesa da agropecuária, tão incompreendida pelos sucessivos governos que mais fizeram defender interesses próprios do que da população trabalhadora. Nossa gratidão pelo trabalho valoroso que esse Jornal tem dedicado em defesa do povo do Paraná.
- ÁGIDE MENEGUETTE, presidente da FAEP Federação da Agricultura do Estado do Paraná.
Cumprimento 3
A Superintendência do Banestado de Londrina parabeniza essa conceituada empresa de comunicação pela passagem do seu 49º aniversário, dedicados com profissionalismo ao Paraná e demais estados.
- JOSÉ COLLETE, superintendente regional de Londrina
Cumprimento 4
Nesta data tão significativa, contratulamo-nos com a Folha de Londrina pela passagem do seu 49º aniversário. Parabéns.
- FRANCISCO BOSQUÊ NETO E JOSÉ UNCILLA VILLAR, São Paulo
Cumprimento 5
O transcurso de mais uma data de fundação desse prestigioso órgão de comunicação social impressa é motivo de júbilo para o público, leitor paranaense, na medida em que observamos um avanço tecnológico e informativo, digno dos jornais de primeira linha no País. A nova fase da Folha do Paraná bem expressa a categoria jornalística da Folha de Londrina. Nossos cumprimentos alvissareiros à diretoria e equipe de profissionais da empresa.
- JOSÉ APARECIDO ALVES, vereador em Curitiba
Aniversário
O município de Jaguapitã comemorou, dia 7, seus 50 anos de vida. Estiveram abrilhantando a festa várias bandas musicais, como a da Polícia de Rolândia, que maravilhosamente desfilou em nossas ruas. Outra que nos trouxe alegria foi a de Cambé, que deu um show durante e depois do desfile. Causou inveja a participação da corporação musical de Prado Ferreira, por ser um município que nasceu praticamente ontem e possui fanfarra para ninguém colocar defeito, graças ao civismo e patriotismo. Fiquei triste porque nossa banda não passou. Disseram-me que ela morreu há muito.
- LUIZ DE SOUZA ROLIM, Jaguapitã
Barulho na cidade
Aumento da cota de veículos circulando, carros transformados em danceterias ambulantes atormentando a vizinhança, explosão de farras nas danceterias e nos shopping-shows, taxistas (alô, Urbs) que buzinam na madrugada para acordar o concorrente que dorme esperando cliente da rodoferroviária. A cidade de Curitiba não dorme. Não, ninguém está sugerindo um toque de recolher para o trânsito, os alucinados, os bêbados que cantam, as buzinas, o pipoqueiro, o borracheiro, o som dos clubes noturnos. O que se propõe é o cancelamento sumário de alvarás de estabelecimentos foraá-da-lei, que os fiscais e a polícia tripliquem as multas, reprimam os taxistas barulhentos, os que trepam calçadas e excedem nos decibéis.
Alarmes disparam até o dia clarear. A casa de samba e pagode Parada Obrigatória, processada pela Secretaria de Urbanismo, faz barulho até o amanhecer, insiste com os decibéis e seu raivoso bumbo tocando, penetrando insistentemente os labirintos auditivos, violentando a noite. Cacetadas, feridos e caídos (estaria morto um deles?), o Siate chega e leva uma das vítimas. Mas a Parada não dá trégua.
O centro de Curitiba está literalmente poluído com a barulheira, o estrangulamento viário e a febre incurável dos shoppings que depreciam o mercado habitacional. Não é mais respeitado o direito de bebericar com o privilégio de papear. Imediatamente disparam um som barulhento, ligam rádios e toca-fitas como se fossem donos do meio ambiente. Tocam aqueles chatos Leandros e Leonardos, Zezés de Camargos, Chitãozinhos, Angélicas e Xuxas, bregas da hora, dentre tantos outros. É a ditadura do fazer ouvir até - seguuuuuura peão - a narração de um rodeio.
Aventureiros, oportunistas, canibais faturam por conta do estresse alheio. Como síndico da comunidade de munícipes, o governo municipal deve tomar providências de acordo com a lei e o Código Civil. Os condôminos municipais da cidade têm direito ao sossego, à salubridade e à segurança, porque pagam tributos. A persistir o barulho devem ser isentos dos IPTUs, IRs, ISSs, taxas de cartórios, encargos etc. Das consequências do barulho resultam o estresse, a paranóia, o medo e a insegurança. O SUS não cobre o tratamento dessas doenças.
- JOSÉ A. FIORI, jornalista em Curitiba





