O leitor escreve

Saúde pública
Em nossos dias dá medo ficar doente. É muito grave a situação que passamos quanto à Saúde Pública, de modo geral. Por isso abraçamos a Saúde Pública de Cambé, formamos uma comissão e estamos lutando com o objetivo de encontrar soluções no sentido de amenizar o sofrimento da população que não pode pagar convênios ou consultas particulares. Por falta de verba o Hospital São Francisco, de Cambé, deixou de oferecer os plantões do Pronto Socorro há mais de dois anos e com isso a situação da Saúde Pública se agravou ali. Somente a Santa Casa atende pelo Sistema Único de Saúde uma população de quase 100 mil habitantes.
Diante disso, as pastorais sociais, com apoio da Federação das Associações de Moradores e outras entidades, se reuniram e formaram uma comissão, com o objetivo único de reivindicar dos poderes públicos melhor atendimento da população de Cambé pelo SUS. Atendendo sozinha a Santa Casa não tem condições de prestar bom serviço, rápido e de qualidade, conforme é seu desejo. Como outros dois hospitais (Londrina e São Francisco) não atendem pelo SUS a população acaba se deslocando para Londrina, ajudando a comprometer sua prestação de serviço na área da Saúde.
Estão para ser liberados, para conclusão das obras e aquisição de equipamentos para a Santa Casa de Cambé, R$ 157.180,00, através do Reforsus. O dinheiro não chegou. Não conseguimos entender essa burocracia. Enquanto isso, muitas pessoas morrem por falta de verba para a Saúde Pública. Por estas e outras razões dirigimo-nos às autoridades e as convocamos para mais esta empreitada de fazer valer o que está escrito no artigo 196 da Constituição Federal: ‘A saúde é direito de todos e dever do Estado.’
- PASTORAIS DA SAÚDE, DA CRIANÇA, DOS MIGRANTES E OPERÁRIA, ASSOCIAÇÕES DE MORADORES, HORTA COMUNITÁRIA, EQUIPE DE LITURGIA E GRUPO DE REFLEXÃO DO JARDIM TUPI E PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, DO JARDIM ANA ROSA.
Homenagem
Foi importante para a classe a indicação do advogado Mauro Viotto para concorrer à presidência da Seção de Londrina da Ordem dos Advogados do Brasil. A indicação mostra a firmeza e conhecimento de que são possuidores os companheiros de classe ao escolher seu futuro comandante. A escolha recaiu na pessoa de um dos mais ilustres cultores do direito Profissional distinguido, valente em suas atuações, destemido, Viotto, com sua cultura jurídica, de todos conhecida no Paraná e no Brasil, está credenciado a exercer com dignidade o cargo a que vai se submeter na votação que acontecerá em novembro.
Estou à vontade para falar da correta liderança que exerce Mauro Viotto, pois tive a honra de, ao seu lado, ser conselheiro estadual na OAB do Paraná. Aprendi com ele a nunca esmorecer na luta pelos nossos ideais, não compactuar com a subserviência e nem se atemorizar diante do despotismo. Como representante de Londrina Mauro Viotto sempre foi intransigente com os direitos de sua seccional, principalmente quando estes direitos estavam sendo postergados em detrimento de todos os advogados londrinenses, tendo-lhe custado muitos aborrecimentos e lutas para que eles fossem restabelecidos.
Mais tarde, Mauro Viotto foi meu companheiro em disputa eleitoral, ele como conselheiro federal por Londrina e eu para presideente do Conselho estadual. Eleito por maioria esmagadora, ao lado dos ilustres advogados Francisco Cunha Pereira Filho e Luiz C. Borba, formaram uma representação innesquecível e gratificante para todos os advogados do Paraná, obtendo nossa seccional destaque singular sobre os demais, em razão do trabalho profícuo por eles desenvolvido.
No Conselho Federal foi escolhido tesoureiro, possibilitando às seccionais de norte a sul do País o pronto atendimento a várias solicitações que lhe eram feitas. A Seccional do Paraná muito deve a Mauro Viotto. Advogados da grande e pujante Londrina, a nobreza de espírito, altivez e solidariedade de Mauro Viotto são marcas gravadas incontestavelmente na história da boa gente de Londrina e dentro da magnânima comunidade dos seus advogados, o que para todos nós é sem dúvida motivo de orgulho. Estamos com a escolha facilitada. Para presidente vamos votar em Mauro Viotto.
- MANSUR THEOPHILO MANSUR, Curitiba
Telepar esclarece
Em relação à nota publicada nesta seção, dia 24, neste conceituado veículo de comunicação, a Telepar esclarece: a) - O documento solicitado ao cliente José Flávio Carsten da Silva, e que não foi apresentado, é a certidão negativa da Justiça Federal. b) - A exigência da assinatura do sócio na documentação de transferência ocorre em virtude de constar no distrato social a responsabilidade do ativo e passivo da sociedade os srs. José Flávio Carsten da Silva e respectivo sócio. c) - Toda documentação solicitada pela Telepar segue determinações da Telebrás e CVM e tem por objetivo respaldar a veracidade das transações acionárias, preservando o interesse dos acionistas da empresa. Aproveitamos o momento para enfatizar que os gerentes da Telepar, bem como empregados, se encontram à disposição dos clientes e acionistas que precisem de informações sobre os serviços prestados pela empresa.
- CARLOS ALBERTO JUSTO, Telepar Londrina
Inventando moda
D. Neuma da Mangueira, ao saber das exigências da segurança do presidente da maior nação do mundo, para visitar a Mangueira, disse: ‘‘Esse sujeito tá inventando moda’’. Esse ‘sujeito’ chegou e declarou-se fã da música brasileira, do samba, do baião, do forró, da dança da garrafa e da dança da bundinha. Apreciador dos orixás e oguns da Bahia e fã do rei Pelé, reconheceu Santos Dumont como pai da Aviação e quase chamou Wilbur ‘Wrigt’ de Wilbur ‘Wrong’. E agora, D. Neuma? É mole? Vamos dar a esse ‘sujeito’ um destaque no próximo desfile?
- GUSTAVO LESSA FILHO, Londrina

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