Greve da UEL (1)

O adiamento do vestibular determinado pelo Conselho Universitário da UEL é um duro golpe para quem há meses vem se dedicando aos estudos para conseguir ingressar em um curso superior. Atinge também aqueles jovens, futuros profissionais, que esperam ansiosamente o encerramento do período letivo e a formatura para poderem dar sua parcela de contribuição a uma sociedade tão necessitada de mão-de-obra especializada.
A insensibilidade e o menosprezo do governo estadual, aliados ao radicalismo do comando de greve, estão destruindo sonhos e massacrando projetos pessoais e familiares de milhares de famílias desta cidade, desta região e deste país.
Diante dessa situação como professor e vereador, não posso ficar calado nem assistir passivamente a esse enorme desprezo com que o governo do Estado e o comando de greve estão tratando os jovens estudantes de Londrina.

Por isso, tentarei todas as medidas políticas e judiciais cabíveis para resguardar o direito dos vestibulandos e dos estudantes da UEL, pois não é justo que eles sejam usados como reféns para conquistas, sejam dos professores e funcionários ou do governo do Estado; afinal de contas, a educação ainda é um direito do cidadão e um dever do Estado.

Assim entramos com mandado de segurança no Fórum de Londrina, argumentando que o Conselho Universitário não tinha, como não tem competência para suspender o vestibular, pois esta é atribuição do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Além do mais, esta greve já foi considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça, o que tira qualquer prerrogativa do Comando de Greve e torna absurda a decisão do Conselho Universitário.

Como sempre lutarei de todas as formas possíveis para a manutenção do vestibular da UEL e finalização do ano letivo de nossa universidade. Para isso, fui eleito por isso conto com sua força e seu apoio.


- CARLOS ALBERTO BORDIN, vice-presidente da Câmara de Vereadores de Londrina



Greve da UEL (2)


Parabéns pela publicação do artigo sobre a greve na UEL articulada pelo digníssimo presidente da Acil, George Hiraiwa, na edição do dia 16, apontando a gravidade e os prejuízos decorrentes junto a estudantes e comunidade em geral em função do desinteresse, irresponsabilidade e radicalização dos envolvidos.


- JEFFERSON PROENÇA TESTA, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Londrina (Sinfarlon)




Energia


A quebra da gigante norte-americana Enron, a maior operadora mundial privada de energia, reacende a discussão acerca da falência da desregulamentação do setor. Atuando no Brasil desde 1994, a Enron controla a distribuidora Elektro; atende 1,6 milhão de consumidores do interior paulista e possui parte do gasoduto Brasil-Bolívia. A Enron também tem participações em outros empreendimentos ligados à energia.

O impacto da falência da Enron nos Estados Unidos ainda não foi assimilado, mas especula-se que já é a maior quebra da história que o país sofre e que poderá refletir em outras 40 nações em que a ex-gigante atua. Os executivos da empresa correm o risco de ir para a cadeia. O líder da maioria do Senado americano, o democrata Tom Daschle, pede uma investigação parlamentar sob pena de o fato se transformar numa catástrofe para a indústria energética dos EUA. O senador defende a reavaliação da política de desregulamentação do setor. Em bom português, ele quer que o Estado reassuma o controle total do setor.

Essas empresas são forasteiras e não têm nenhum compromisso além do lucro fácil. Sugam ao máximo as divisas nos países em que exploram o serviço e, ao mesmo tempo, as remetem às suas matrizes. O investimento na geração de energia inexiste e a demanda e os preços alcançam os céus. Diante de quaisquer dificuldades econômicas conjunturais, abandonam a ''periferia'' e deixam à própria sorte milhares de pessoas.

Há uma confusão entre interesses público e privado. O que é vital para o capital privado estrangeiro é mortal para a nação brasileira. A política privatista de FHC para o setor energético é balizada por um novo tipo de capitalismo: o capitalismo sem risco.

Some-se a essa desordem com os recursos públicos a alta prevista nas tarifas. Os consumidores poderão arcar com até 30% de aumento até 2003. Os preços de hoje, em relação a 1995, quando começaram as privatizações, são cerca de 100% maiores. A qualidade dos serviços pioram em proporções geométricas. Se persistirem as privatizações das empresas de energia brasileiras, podemos trilhar a médio prazo rumo à escuridão, enfim, ao anunciado apagão e ao colapso no setor.


- LUIZ ANTONIO ROSSAFA, presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná (Crea-PR)



Natal (1)


Desejo aos diretores, funcionários e leitores do jornal Folha de Londrina, um Feliz Natal e um ótimo 2002.


- WALTER ABOU MURAD, biomédico, Londrina




Natal (2)


O Natal é festa pela qual a vida se renova a cada ano, com novas esperanças, novos sonhos e projetos! Feliz Natal e próspero ano-novo!


- FORO DA JUSTIÇA FEDERAL - SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ, Curitiba




Natal (3)


A solidariedade é como uma luz que ilumina o caminho da solidão e fortalece a paz. Feliz Natal e próspero ano-novo!


- ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DE APOIO A CRIANÇA COM NEOPLASIA, Curitiba




Natal (4)


Na Sercomtel, o espírito de Natal está presente todos os dias! Não só quando encantamos nossos clientes, mas também nas relações de respeito, qualidade de vida e cidadania que desenvolvemos em prol da nossa comunidade.

Vamos, juntos, construir um mundo ainda melhor! Feliz Natal! Próspero 2002!


- SERCOMTEL, Londrina




Natal (5)


Paz, amor, saúde, trabalho, esperança, fé e grana! Para os que querem de boa vontade viver o espírito de Natal todos os dias e construir desta maneira um
ano-novo para todos.


- ARUANDA DESENHOS ARTÍSTICOS, Londrina




Natal (6)


A corrida de 2002 vai começar! A previsão é de tempo bom e pista livre. Basta acelerar! Feliz Natal! E um ano-novo repleto de emoções e realizações!


- REFERÊNCIA RENT A CAR, Londrina



- As cartas devem ser digitadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail da Folha de Londrina/Folha do Paraná: [email protected]

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