O LEITOR ESCREVE
ICMS
A cada dia que passa fico mais indignado com os absurdos de nosso governo estadual. Se já não bastassem os pedágios com valores elevados, estradas estatais em más condições de uso, universidades e hospitais parados e agora vem com essa de aumentar a aliquota do ICMS. Até parece, ou é brincadeira? E se for verdade, para que aumentar a alíquota? Para fazer melhorias para o povo ou aumentar as regalias dos parlamentares?
Acredito que está mais do que na hora de pensar em conter as despesas com inúmeros assessores e regalias para com os parlamentares e não aumentar alíquotas e taxas ou até mesmo vender o que é nosso, fazendo o povo de palhaço.
Já parou para pensar nas alíquotas de energia elétrica, telefones, combustíveis e outros? Quem vai pagar? Eu e todos nós. Chega! Só mais uma perguntinha: para onde vai tanto dinheiro?
- EDSON DE MORAES TORRES, contador, Londrina
Os presidenciáveis
Roseana Sarney, nas pesquisas, foi como corrida de mula: só deu a saída. Agora começam a aparecer as dificuldades com educação, Justiça, Sudam, OEA,
trabalho infantil, etc. Quanto ao Lula, o eterno vice, é outro que, pelo poder do PT e se for preciso, faz alianças até com o capeta para derrubar o Suplicy. Por falar em capeta, para quem esteve há dias lambendo a bota do Fidel Castro e do Hugo Chávez, só faltou pedir a bênção para o Sadam Hussein. Esses são os candidatos a reis do Brasil.
- JOSE PEDRO NAISSER, Curitiba
UEL pede socorro
Imagináveis estratégias já foram adotadas pelos representantes da nossa sociedade civil organizada que seguem as negociações entre o governo e os professores e funcionários da UEL. A Aduel, sindicato de servidores e de saúde, comando estadual de greve, lideranças civis e religiosas tentam uma negociação para reposição de salários que estão congelados há anos. Os que mais sofrem são os pequenos funcionários que cumprem carga horária de oito horas diárias. Eles não possuem altos cargos, cujos funcionários têm altos ganhos e, embora tendo o compromisso do TIDE, podem trabalhar menos horas semanais e exercer outras atividades particulares rentáveis. Se isso é ilegal e onera a folha de pagamento que o governo intervenha e corrija.
A insensibilidade do governo é enervante. Nada o faz ceder em sua posição carrasca de não negociar, alegando a Lei de Responsabilidade Fiscal. O caos está formado, o campus universitário com seu complexo de salas, laboratórios, hospitais, centros esportivos está feio e abandonado, contrastando com as flores que teimam em sair dos matos que tomam conta de tudo. É a natureza tentando alegrar o que a insensatez governamental fez com a UEL.
Não há nenhum movimento organizado de comerciantes, políticos, estudantes, pais de alunos saindo às ruas reivindicando de verdade, gritando, chamando a atenção do governo para o retorno às aulas. Governador, educação não é brincadeira. Esta greve aconteceu não por capricho político, mas sim por necessidade de uma classe que sofre com a perda salarial. A UEL grita por socorro, está doente. Professores e funcionários pedem dignidade salarial. Ninguém quer a UEL assim para seus filhos.
- OSVALDO CARDOSO RIBEIRO, técnico-administrativo, Londrina
Opressão em Linguagem Poética
Li, com satisfação, a crítica que o jornalista Francelino França faz de ''As Troianas'', em ''Ponto de Vista'', publicado na Folha no dia 13 deste mês. Considero o contingenciamento da avaliação de um espetáculo nas circunstâncias em que este foi montado e numa temporada muito curta. Entretanto, concordo com o jornalista que uma obra de arte se explica por si só, ainda quando corre o risco de que a leitura seja eivada de preconceitos. Mas a obra de arte tem que correr o risco. Concordo também que seria desnecessária a ''pós-apresentação'', como equivocadamente o Francelino classifica a intervenção da diretora no final do espetáculo. Não pretendo justificar essa intervenção porque os objetivos são óbvios. Explicá-los agora, aí sim, seria desconsiderar o critério e o bom senso da platéia e dos leitores.
Todavia, lamento e estranho as alternativas, ambas ferinas e insultuosas, que o jornalista imputa ao nosso ''procedimento'', o qual não visava senão estimular um diálogo com a platéia, considerando que todos permaneciam, todas as noites, à espera de alguma coisa mais antes de retirar-se. Eu entenderia perfeitamente a opinião de que era desnecessária a intervenção, eu mesma sempre esquivei-me de fazê-lo em meus trabalhos anteriores. Mas considero um agravo à minha história pessoal e artística, o julgamento que o jornalista se permite fazer do que eu penso do público e dos atores que até ontem eram alunos de uma disciplina do Curso de Artes Cênicas. Com certeza há muitas coisas na direção dessa montagem que poderiam merecer críticas sem necessidade de polemizar. Entretanto, o signatário do ''Ponto de Vista'' fica aquém do que a sua vista deveria alcançar. E externa sentimentos pessoais que deveria ter mais cuidado ao publicar em um órgão de imprensa. Sua afirmação final é que pressupõe a fragilidade da leitura de cada espectador, não nossa modesta e despretensiosa intervenção.
- NITIS JACON, diretora do Festival Internacional de Londrina (Filo)
Natal (1)
Que este Natal nos dê a grandeza da humildade para que possamos colher, por todo o ano novo, as glórias do amor, os frutos do nosso trabalho e as bênçãos da fraternidade.
- COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DE CAMBÉ (COMDEC)
Natal (2)
O ano todo você fez da Ecovia um caminho de paz e amizade. No Natal, nós gostaríamos de agradecer e desejar a você e sua família muita felicidade e prosperidade.
- ECOVIA
Natal (3)
União entre os povos, entre as pessoas, entre as idéias, entre as ciências. União capaz de fazer a diferença, gerando mais solidariedade, amor e harmonia para todo mundo, neste ano que se inicia.
A Unimed, que sempre fez da união a sua força, saúda este novo tempo. E deseja a você e a sua família um Feliz Natal e um 2002 repleto de paz e união.
- UNIMED
CORREÇÃO A foto publicada ontem na coluna ''O que foi dito'' é do secretário de Estado do Governo, José Cid Campêlo Filho, e não do advogado José Cid Campêlo, como foi informado
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