Roubalheira

Ao longo de décadas, desde a criação da Loteria Esportiva, tenho ouvido o povo sobre a transparência desses inúmeros sorteios instituídos pela Caixa Econômica Federal. É imenso o número de pessoas que admitem a possibilidade de reptícias falcatruas, quando os prêmios acumulados alcançam dezenas de milhões.
Ora, o País está podre! Brasília dá o exemplo. O governo FHC, talvez por razões inconfessáveis, tentou por quatro vezes amordaçar o Ministério Público Federal. Contudo, o Poder Judiciário e a opinião pública derrubaram essa tentativa maquiavélica.
A roubalheira descarada começa no primeiro escalão do governo e se alastra de forma epidêmica a todas as capitais, Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais. O povo, ao ver o noticiário, cai em depressão, acometido da síndrome da roubalheira da classe política.
Assim, deliberei requerer ao Inmetro-DF, amparado na Constituição Federal, uma certidão de aferimento de todos os equipamentos usados nos sorteios da Caixa Econômica Federal, inclusive das viaturas itinerantes.
- ANTONIO D#NATZ RIBEIRO DA SILVA, Curitiba

Pais e mestres

O 1º Seminário de Pais de Alunos e Diretores de Escolas, ocorrido no dia 29, foi organizado pela Secretaria Estadual de Educação e a pela Federação das Associações de Pais e Mestres de Londrina e Região (Ferapamelon), da qual faço parte como vice-presidente.
O objetivo principal do evento foi debater a importância da participação da APM na gestão escolar. Participaram aproximadamente 180 pessoas, mobilizadas para a discussão desse assunto. No decorrer dos trabalhos, nossa programação foi interrompida por um grupo de manifestantes que protestavam contra as regras de eleição de diretores, ocupando o salão do Sesc, onde estávamos realizando o seminário.
Como a secretária (da Educação) Alcyone Saliba havia confirmado sua presença no encerramento do evento, aguardávamos sua chegada, porém, fomos comunicados que devido a um compromisso assumido em Curitiba e diante do atraso na programação, ela viria a Londrina numa outra data.
Ocorre que não foi bem recebida a comunicação pelos pais e diretores presentes, e lamentavelmente foi atribuída a essa vice-presidente a fala de que ‘‘pela terceira vez, os deixava esperando’’, o que não é verdadeiro. Quero registrar que não fui interlocutora de tal comentário, visto que enquanto responsável pela vice-presidência da federação, sempre houve recíproco respeito e consideração.
- SÔNIA MARIA ANSELMO, vice-presidente da Ferapamelon, Londrina

Homossexuais

O que é uma união sexual? Se o sexo é uma característica anatômica que distingue o homem da mulher, em ordem da procriação, com papéis bem definidos, (como, por exemplo, a maternidade da fêmea) só há união sexual quando há união dessas conformações que distinguem o homem da mulher. Outra forma de intimidade não é sexo, ou seja: não é união sexual. É quando muito, um erotismo, um sensualismo. Isso é tão verdadeiro que para o direito, se não há união sexual, não se consuma o casamento, o vínculo conjugal. Se para o direito isso é muito importante, pode-se dizer que entre parceiros do mesmo sexo,nunca se consumará o casamento, ou seja, não haverá sexo e não haverá casamento.
O conceito expresso na palavra homossexualismo está absolutamente incorreto no seu sentido mais preciso. Deveríamos chamá-lo homossensualismo ou homo-erotismo. Não há propriamente sexo entre parceiros do mesmo sexo, porque não há união dos sexos, daquelas conformações anatômicas que distinguem o macho da fêmea.
A vida é o primeiro e fundamental direito do homem. Dela derivam todos os outros direitos. Dessa maneira, em sã consciência não podemos negar que a união carnal entre o homem e a mulher está orientada, acima de tudo, para a concepção, geração e propagação da vida humana. A união sexual é síntese da propagação da vida humana.
A união entre parceiros do mesmo sexo fundamenta-se no erotismo narcísico, pelo hedonismo, mas é preciso perceber que essa ‘‘união’’ não gera, não protege, nem perpetua a vida. O homo-erotismo ou homossensualismo é essencialmente anti-vida. Há um impedimento físico da geração natural da prole, não há sexo, não se consuma a união.
- WALACE REQUIÃO DE MELLO E SILVA, psicólogo, Curitiba

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Em relação à correspondência enviada pelo leitor Francisco Carlos Navarro publicada por esta Folha, em que critica a colocação de banners em postes da avenida Madre Leônia Milito, temos a esclarecer que: os banners citados foram instalados a partir de um contrato de locação de espaços absolutamente legal firmado com total transparência com a Copel e com a Prefeitura de Londrina. Cópias deste contrato encontram-se à disposição para serem consultados, em nossa sede.
Entendemos que cabe ao Poder Público estabelecer qual é seu interesse e prioridades em estar disponibilizando seus espaços para a ocupação publicitária; e cabe ao setor privado avaliar o que lhe é oferecido. Classificar essa relação de maneira pejorativa é ignorar as mínimas regras do respeito e do bom senso.
Informamos, ainda, que a Plaenge foi a única empresa de seu segmento a estar presente no recente seminário organizado pela prefeitura para discutir a regulamentação da comunicação visual em Londrina e que estamos atualmente desenvolvendo uma campanha pela preservação do Lago Igapó – exemplos que mostram nossa preocupação com a qualidade de vida que procuramos proporcionar aos moradores da cidade e que nossa atuação no mercado se pauta, acima de tudo, pelo respeito a Londrina.
- RAFAEL LAMASTRA JÚNIOR, Grupo Plaenge, Londrina
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação.
E-mail da Folha de Londrina/Folha do Paraná: [email protected]

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