O LEITOR ESCREVE
Educação
A educação é a maior prioridade de uma nação, pois um povo bem instruído se autogoverna. No Brasil, a educação tem sido abandonada ao longo de sua história, pois aquele que sempre governaram este País, pela sua incompetência não pode ser questionado devido que sua fragilidade ficaria gritante aos olhos de pessoas instruídas e informadas.
Procuram manter o povo ignorante e afastado da política, com o único objetivo de se perpetuarem no poder e graças a sua incompetência e irresponsabilidade, o País afunda cada vez mais em crises sem solução.
Sistema de acumulação sem limites provoca em nosso País a maior desigualdade social do mundo. Aqui se concentram as maiores riquezas do mundo nas mãos de uma minoria, em contraste com a grande maioria que se arrasta na sarjeta do caminho por eles indicado dizendo que a globalização é irreversível e quem não tem competência não sobrevive.
Faço um apelo aos professores e aos formadores de opinião em geral, que são as pessoas que têm na mão a ferramenta e o campo onde pode ser semeado a semente de um mundo melhor, que pode e deve ser começado em nossos municípios. Defendendo a democracia participativa e não representativa, é preciso que o cidadão participe das decisões politicas.
Todos os nossos passos são direcionados pela política. Não podemos deixar nas mãos de outros o nosso destino e de nossos filhos, temos que participar das decisões; não podemos concordar com o desmonte do Estado e das empresas nacionais que quer colocar o País nas mãos de gananciosos exploradores internacionais. Nossos salários são uns dos menores do mundo, a taxa de desemprego atinge níveis insuportáveis, o desenvolvimento está comprometido pelo pagamento de juros a banqueiros internacionais, o FMI é quem gerencia o País para servir interesses que não são dos brasileiros.
É esse o País que queremos para nossos filhos? É por tua palavra que será justificado ou condenado, Jesus de Nazaré. É por seu voto e apoio político que será justificado ou condenado.
- RENATO FONSECA, Andirá, através do site da Folha, no portal www.bonde.com.br
Concessões
Em 1997, existiam cerca de 13 mil rádios livres sem concessão em todo o País. Faziam parte desse universo as rádios comunitárias, que prestam múltiplos serviços à sociedade, as rádios piratas, sem um objetivo próprio, e algumas controladas por políticos e grupos religiosos. Na época, a audiência dessas rádios ocupava, na Grande São Paulo, o quarto lugar no ranking das FMs paulistanas.
O processo de requisição de concessões ficou extremamente burocratizado e dificulta qualquer perspectiva de expansão das rádios comunitárias no País. A atitude do governo federal de proibir e controlar esse tipo de movimentação espontânea da sociedade gera indignação frente à liberdade de expressão. Mas há consenso que deve haver algum instrumento de controle legal, para que não ocorra manipulação por parte de políticos, religiosos ou de outra natureza.
Conforme a Associação de Rádios Comunitárias Livres, existem atualmente cerca de 10 mil pedidos de concessão de emissoras no Brasil. Para os futuros jornalistas da PUC, as concessões deveriam ser avaliadas nos escritórios regionais, por terem condições de analisar mais de perto a procedência de caráter comunitário ou não dos pedidos.
- FÁBIO RIVA DE PAULA XAVIER, universitário, Curitiba
Redes
A variedade de novos pacotes de serviços pode gerar boa receita e crescimento para as tradicionais operadoras de rede de informática. Alguns pacotes de serviços exigirão pequenos investimentos adicionais, outros, porém, vão demandar investimentos significativos e mudanças estruturais. O serviço de mensagens unificadas constitui uma das maiores oportunidade globais de curto prazo para as operadoras, devendo aumentar de US$ 1,2 bilhão em 2000, para US$ 18,2 bilhões em 2005.
A videoconferência e call-centers baseados em redes também crescerão significativamente nos próximos anos. Foi o que revelou estudo realizado pela Ernst & Young e Cap Gemini Ernst & Young, baseado em entrevistas com 128 Chief Executive Officer (CEOs, altos executivos) e análise de dados provenientes de mais de 100 fontes secundárias de informações do mundo.
A necessidade de crescer no mercado, partindo de serviços básicos de rede, tais como prestação de serviços a longa distância até chegar a novos serviços de alto valor, como mensagens unificadas, foi a prioridade mencionada pelos CEOs das operadoras de rede. Apesar de as operadoras tradicionais de rede continuarem mantendo redes de comunicações volumosas, é fundamental que estejam atentas para capturar rapidamente as oportunidades de crescimento oferecidas pelos novos serviços, incluindo comunicações móveis, desenho e administração de redes. Estas operadoras precisam evoluir, de modo a satisfazer a demanda por serviços que as empresas e consumidores necessitam para suas atividades diárias.
- SCOTT HEFNER, diretor nacional de comunicações da Ernst & Young, Curitiba
Apagão
Não se fala em outra coisa, principalmente na televisão, se não o apagão. Apesar de não se aproveitar nada da programação, agora a TV faz o maior show para o povo economizar energia. Por que o governo não dá um apagão na TV, pelo menos 12 horas por dia? Assim, o Brasil faria uma grande economia e as famílias teriam mais tempo para conversar, sem assistir a tantas bobagens. E não precisaria tirar os ferros a brasa dos museus e voltar tempos atrás. Brasil, país do futuro, com um povo sem futuro.
- HÉLIO PONCI PEREIRA, vendedor, Arapongas
Organizada
Em nome de toda nossa agremiação, gostaria de agradecer pela excelente reportagem Organização combate o estigma com ato social, publicada na Folha no dia 12. Temos certeza que a reportagem vai muito nos ajudar no âmbito social no qual estamos entrando, bem como o novo ramos que nossa torcida também está entrando, que é a Escola de Samba.
- FERNANDO CÉSAR PEREIRA, presidente do Grêmio Recreativo Torcida Organizada Escola de Samba Falange Azul, Londrina
CORREÇÃO - Same Saab é presidente interino da Associação dos Municípios do Paraná (AMP). Ele foi entrevistado na reportagem Prefeituras devem R$ 608 milhões ao INSS, publicada ontem na página 6 do primeiro caderno. Na mesma reportagem, diferentemente do que foi publicado, o município de Ponta Grossa é o maior devedor de INSS.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail da Folha de Londrina/Folha do Paraná: [email protected]





