Congratulações

Atendendo solicitação do deputado Walmor Trentini, o primeiro secretário da Assembléia Legislativa, Luiz Carlos Martins, encaminhou à Folha cópia de requerimento de congratulações, aprovado em sessão plenária, dia 18. Justificando a iniciativa Trentini enfatizou: ‘‘No início (1948) a Folha de Londrina era composta tipograficamente (letra por letra). Posteriormente, o jornal passou a utilizar a montagem em off-set, com grande avanço para a época. Em 1993 a informatização imperou e transformou o periódico, tornando-o pioneiro entre os jornais do interior brasileiro, proporcionando grande avanço na maneira de fazer jornal. O jornal procurou sempre modernizar-se. Atualmente utiliza as mais modernas máquinas, semelhantes às dos jornais de países desenvolvidos.
As dificuldades por que passou a Folha de Londrina foram inúmeras, mas a determinação do seu fundador e idealizador, João Milanez, soube transpor os obstáculos, aprimorando a empresa cada vez mais, na busca da aceitação plena do periódico. A imparcialidade, a seriedade, o respeito, a justiça, a honestidade e a perseverança são as características principais que a Folha demonstrou nestes 48 anos de existência. Atinge circulação diária de 50 mil exemplares, com preferência de 78% dos leitores de Londrina.
A Folha de Londrina modernizou-se tanto que imprime três edições diferentes da primeira página. Uma para cada macro região: Londrina, Curitiba-Sul e Norte-Noroeste-Centro-Oeste-Sudoeste. Seus cadernos são dirigidos aos noticiários econômico, geral do Paraná, cultural e de lazer, além de classificados. É o primeiro jornal do mundo com Certificado ISO 9002. Ao jornal Folha de Londrina, através do seu editor, redatores e funcionários, apresentamos votos de congratulações pelo seu 48º aniversário.’’
- WALMOR TRENTINI, deputado estadual

Cumprimento

Somos psicólogas em Umuarama e lemos diariamente a Folha de Londrina. Ficamos ansiosas esperando a sexta-feira chegar. É assim desde a publicação do artigo ‘‘Mudar nossa atitude mental’’, de Walmor Macarini. Sensacional. Bateu em gênero, número e grau com o que pensamos. Sobre o artigo ‘‘Dar uma chance ao Menino Jesus’’, publicado dia 6, estávamos justamente debatendo o assunto na última reunião do Conselho Regional de Psicologia - Setor Umuarama. A abordagem foi precisa. Parabéns.
- MARIA DA GRAÇA SOARES GUERRA e ZÍLIA CASONI, Umuarama.

Quanto vale a fantasia

O sr. Abilio Medeiros tenta, em seu artigo com o título acima, convencer sobre a importância da realização da Casa do Papai Noel para a imaginação das crianças. Imaginação é justamente importante, enquanto cada criança cria sua idéia das figuras lendárias e de suas moradias. Construir a Casa do Papai Noel conforme o conceito dos adultos, sobre um clichê que nada tem a ver com a nossa realidade, é, ao contrário, destruir a fantasia e a imaginação. A decisão para esta construção foi, além de imprópria, ação imposta. No local de sua edificação existiam árvores, entre as quais flamboyants, ipês e arbustos de azaléias que faziam parte de uma primeira execução do projeto de jardinagem para o lago Igapó, encomendado em 1972 e executado pelo saudoso Burle Max. Este projeto, que custou caro à comunidade, está engavetado, empoeirado, com a justificativa eterna de falta de recursos para sua execução total. Se cada associação particular, em nome de algum benefício para a comunidade, resolver edificar sua casinha no lago Igapó, quem poderá impedir? Alguém se interessa em construir a Casa do Coelho da Páscoa?...
- GRAZIA VERONESI, Londrina

IPTU

No Brasil os valores muitas vezes sofrem inversões. O criminoso Pareja, ao ser enterrado, recebeu tratamento de herói e ídolo, com fãs, bandeira nacional cobrindo o caixão e a sua mãe distribuindo autógrafos. Muitos políticos corruptos continuam se elegendo e irregularidades e mau comportamento são aceitos passivamente por muitos. Em Londrina, a Câmara dos nobres vereadores está aprovando de última hora um desconto de 50% sobre o valor do IPTU de 1996 para os inadimplentes.
Eu e muitos amigos já estamos decididos a não mais pagar em dia os futuros impostos se o prefeito sancionar
essa lei absurda. Que fossem perdoadas as multas, ainda seria tolerável, mas este desconto de 50% é um prêmio aos maus pagadores. Ser honesto e cumpridor das obrigações muitas vezes não conta. Isto é uma vergonha!
- MARINILCE F. DOS SANTOS, Londrina.

Gigantes no orçamento

Quem achava que eles estavam extintos...enganaram-se. Estão mais vivos do que nunca. Prova disso foi o envolvimento do deputado Pedrinho Abrão, PTB (GO), que teria exigido modestos 4% da empreiteira Andrade Gutierres numa obra de 230 milhões. O mais triste é que o próprio Pedrinho volta à cena e diz que ninguém tem provas, e pede uma CPI para averiguação e apurar os verdadeiros culpados. O grande perdedor foi o chefe de gabinete do ministro Krause, espancado pelo grandalhão Paulo Cordeiro (PTB-PR), que depois se desculpou perante a imprensa. Se para essa obra do Castanhão já houve escândalo, como será a hidrelétrica Serra da Mesa, em Goiás, de 2 bilhões de dólares e que irá gerar somente 1/10 da energia de Itaipu, além de degradar o meio-ambiente e a tribo indígena Avá-Canoeiros? Quem viver verá esse mar de lama. Isto é Brasil.
- JOSÉ PEDRO NAISSER, Curitiba

As abelhas e as uvas

Sonhei que o Brasil era uma grande parreira, de uvas de boa qualidade. Os cachos eram os estados. Na ponta da parreira havia um grande cacho, o mais bonito, que se chamava Amazonas. Estava cheio de abelhas estrangeiras, loiras, morenas, pretas etc. Ao voltar às origens comentavam: ‘‘Só nós vamos chupar aqueles cachos. Basta liquidar as outras, que se dizem donas da parreira.’’ Ao acordar entendi que tudo não passara de sonho e que as uvas do grande cacho eram a grande variedade de minério do sub-solo do Amazonas, aquele Estado-país tão cobiçado pelo povo do mundo inteiro. Se não prestarmos mais atenção, um dia vamos acordar e dizer que o Amazonas era nosso...
- LUIZ DE SOUZA ROLIM, Jaguapitã.

Natal

São artigos como os de Walmor Macarini que ainda fazem a gente lembrar de um Natal cheio de luz, alegria e nos trazem o espírito natalino. Da forma como o autor se refere ao nascimento desse Jesus que todos os povos da terra deveriam comemorar no Natal. Mas é como o articulista mesmo diz: hoje é só comercial, nem se lembram do Menino Jesus e muito menos do Cristo vivo e ressuscitado. Ao ler seu artigo senti que o autor e todos aqueles que ainda crêem no Menino Jesus merecem um Feliz Natal e próspero ano vindouro. São votos de quem nunca viu o articulista, mas a partir de hoje passa a admirá-lo. Feliz Natal!
- CLÁUDIO A. BENATTO, Corumbataí do Sul, PR.

mockup