Impunidade
Existe um sentimento de impotência e tristeza pairando sobre a cabeça de qualquer cidadão medianamente esclarecido. Diuturnamente, os veículos de comunicação noticiam as falcatruas e os desmandos cometidos por aqueles que deveriam zelar pelo patrimônio da coletividade. Quando descobertos e presos, fingem-se de mártires, de incompreendidos, vítimas de perseguição política. Dilapidar o patrimônio público para eles é tão-somente custear e enriquecer seus familiares e a si próprios, sem preocupação com saúde, saneamento, educação, merenda escolar e outros benefícios a que o cidadão tem direito.
Deixar crianças com fome, idosos sem atendimento médico-hospitalar e a população em geral com enormes dificuldades, deve ser enquadrado como crime hediondo, sem direito a qualquer efeito suspensivo, exigindo-se ainda a devolução da quantia desviada com juros e correções. Na maioria das vezes, no entanto, eles são soltos em seguida, com enorme desgaste para o Poder Judiciário, na opinião pública.
Para nós, leigos nos trâmites judiciais, dá a impressão de que aquele que prende não está totalmente a par do assunto ou deixa brechas para o da instância superior libertar os infratores.
Todo malfeitor em liberdade procurará apagar provas, coagir testemunhas, ocultar suas pérfidas ações, o que seria praticamente impossível atrás das grades. Só mesmo os desembargadores não sabem disso, alegando que tais indivíduos não representam perigo ou dano para a sociedade. Ledo engano.
Daí que a violência da população em geral pode muito bem ser fruto dessas impunidades ou pseudo-justiça, e a crise social não encontra precedente em tempo algum. É um salve-se quem puder.
- ESMERALDINO FRANCO, professor, Santa Mariana
Senador ACM
A iniciativa dos estudantes de Salvador em protestar contra o senador ACM deve ser enaltecida. Pois só pessoas cultas podem enxergar que este político é sinônimo de atraso para o nosso País. É uma ‘‘velha raposa’’ que tem que ser cassada. Que bom saber que nossos discentes estão deixando de ser tapados.
- SÉRGIO TORETO, escriturário, Goioerê
Propaganda (1)
Quero manifestar minha indignação contra o governo do Estado que, nos últimos dias vem veiculando uma campanha contra a febre aftosa colocando em verdadeiro descaso a vida de um ser humano. Em tempos em que a palavra de ordem é paz e abaixo a violência e o uso de armas.
É claro que a febre aftosa pode ser um grande problema para a economia do nosso País, mas isso atualmente só interessa aos pecuaristas e aos governantes, que com certeza não vão empunhar uma arma e apontá-la para a própria cabeça. Na mídia aparece um homem apontando uma arma para a própria cabeça.
O que o cidadão brasileiro realmente precisa é de bons empregos, bons salários e com isso dignidade. Nesta campanha o governo do Estado mostra realmente que os homens não são dignos de suas próprias vidas.
Já está na hora de fazermos alguma coisa para acabar com a violência e não estimulá-la de uma forma tão medíocre como fizeram. Procurem profissioanis realmente capacitados para transmitirem esse problema com uma campanha menos agressiva e revoltante.
- PATRÍCIA CONTI RABONI, professora, Londrina
Propaganda (2)
Enquanto o governador Jaime Lerner vive dizendo que não pode reajustar os salários dos funcionários públicos por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), propagandas políticas do seu governo não saem do ar das emissoras de TV. Mesmo sabendo a opinião do povo em relação do seu governo, ele insiste em mudar a opinião dos paranaenses através da mídia. Governador: o povo paranaense não o quer mais como seu representante. Deixe o orgulho de lado, e caia fora.
- AGNALDO B. NUNES, professor, Cornélio Procópio
Propaganda (3)
Gostaria de perguntar ao Mazza: o sorriso do homem que defende a venda da Copel no comercial do governo é para gozar a cara do paranaense ou é de vergonha pelas mentiras que ele apresenta?
- OSNI DE OLIVEIRA, Curitiba, através do site da Folha, no site www.bonde.com.br
Meio ambiente
Parabéns à Folha pela maneira como vem trabalhando pela melhoria do meio ambiente. O jornal aponta falhas, omissões, isento de preconceitos políticos e localidades. Parabéns novamente, pois só assim teremos o Paraná se transformando num Estado digno e limpo para os presentes e gerações vindouras.
- CÁSSIA ASSIS, estudante, Arapongas
Voto secreto
Cumprimentamos o jornalista Valmir Denardim pela reportagem ‘‘Paraná quer fim do voto secreto’’, veiculada na Folha no último dia 6. Comunicamos que em Umuarama já estamos tomando providências visando a extinção dessa prática. Para tanto, encontra-se em tramitação nesta casa de leis proposta de emenda à Lei Orgânica, de minha autoria e com o apoiamento de mais oito vereadores, para que a eleição da Mesa Diretora seja realizada mediante votação pública.
- CELSO LUIZ POZZOBON, vereador (PMDB), Umuarama
Gente (1)
Gostaria de parabenizar a Folha do Paraná pela ótima coluna da Ana Clara Garmendia, que leio todos os dias. Até que enfim a cidade de Curitiba ganhou uma coluna social realmente cosmopolita, ousada, democrática e recheada de informação. Valeu!
- MARCIA LUZ, Curitiba, através do site da Folha, no portal www.bonde.com.br
Gente (2)
Gostaria de parabenizar a iniciativa da Folha em criar uma linha inovadora no colunismo social paranaense. A colunista Ana Clara Garmendia tem feito um ótimo trabalho, repassando além de notícias sociais, informações interessantes sobre os mais variados assuntos, além das ótimas fotos. Acompanho a coluna diariamente pois ela destaca o trabalho de pessoas interessantes e diferentes sem distinção de classe social, credo ou raça. Acho isso muito importante pois como jornalista sei que o veículo tem como objetivo informar e formar os seus leitores. Ganha o veículo e o seu público. Ponto pra vocês. Parabéns!
- SILVIA OKAMURA, Curitiba, através do site da Folha, no portal www.bonde.com.br
Correção
- Ilustração a traço no artigo ‘‘A grande conspiração’’, de Gaudêncio Torquato, publicada ontem na página 2, foi trocada pela do deputado José Genoino (PT-SP)
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail da Folha de Londrina/Folha do Paraná: [email protected]

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