O LEITOR ESCREVE
Atentado
Aconteceu hoje (ontem) mais um atentado em Israel. A primeira soma indicou 18 mortos. Para os judeus o número 18 simboliza a vida. Estranha coincidência. Manifesto solidariedade à comunidade judaica de Londrina, do Brasil e de todo o mundo em mais este momento de tristeza e dificuldade. Conheço poucos judeus em Londrina e região, mas há várias famílias aqui radicadas. É povo apegado a seus costumes e tradições, razão por que permanece vivo e forte após tantos assaltos e perseguições. Nenhuma outra nação resistiria a tanta dor. O judeu precisa ser preservado e não odiado. Ele traz consigo a mensagem real do Deus de todos nós.
Diante do novo fato fazemos votos de que a paz venha logo à Terra Santa, para onde nossas atenções se voltam todo o tempo. Israel é o relógio de Deus. Queremos que tudo aconteça segundo os planos dAquele que tudo sabe e tudo pode. Esperamos que a dor seja abreviada e que não haja mais lágrimas ou sangue derramado. Basta de sangue inocente. Basta de sangue judeu. A história universal já tem muito sofrimento. Quem quer que tenha perpetrado mais esse atentado merece nosso repúdio. Não fiquemos calados. Expressemos tudo aquilo quanto nossa fé nos faz crer. Se somos movidos pela fé e pela graça em Cristo, o Senhor, temos que nos unir à dor de seu povo.
- ALCENY ROSA GUIMARÃES, Londrina
Barbárie
Sou evangélica e estive em Jerusalém há três meses. Só de pensar que esses atentados, como o de hoje, poderiam acontecer com qualquer um que lá vai apenas por turismo (e são muitos os que fazem turismo em Israel), penso que este não é problema apenas dos israelenses, mas de todos nós. Querem impedir não só que os judeus estejam em Jerusalém, mas nós, cristãos, também. Está na hora de o mundo fazer alguma coisa, tomar uma iniciativa contrária. Nós, evangélicos, precisamos tomar partido definitivo e exigir um basta a essas barbáries, em nome de Jesus. Chega desse terrorismo contra a terra de Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Manifesto meu protesto pessoal contra atitudes assim, sejam vindas de palestinos, iraquianos, iranianos ou de quem quer que seja.
- MARTA CORIOLANO ARRUDA, Cambé
Medicamento
Só no Brasil mesmo. Nossos governantes aprovaram a venda de medicamentos OTCs (sem tarja, com
a frase ‘Venda sob prescrição médica’) em supermercados, como se fosse mercadoria qualquer. Sal de fruta não pode ser consumido por hipertensos ou pessoas que façam hemodiálise etc. A dipirona (Novalgina, Nevralgina, Magnopyrol) possui efeitos adversos que só os farmacêuticos e médicos sabem bem quais são. Nos países do primeiro mundo sua comercialização é proibida. Fico estarrecido,
indignado e frustrado com uma desconsideração destas.
Segundo políticos, assim haverá barateamento no preço dos medicamentos, já que o supermercado sempre tem baixa percentagem de lucro, coisa que farmácias em geral nunca conseguem. Medicamento, OTC ou não, não é mercadoria qualquer. No Paraná, praticamente 95% das farmácias têm farmacêutico presente, graças ao trabalho intensivo do Conselho Regional de Farmácia, mas a situação nacional não é das melhores. A legislação permite que qualquer pessoa seja proprietário de farmácia, desde que contrate um farmacêutico.
No primeiro mundo a clínica odontológica é do dentista, a farmácia do farmacêutico, a clínica médica é do médico. No Brasil a coisa é mal interpretada e o interesse venda/benefício/paciente não é boa. Nosso povo não se beneficia com a nova portaria. O maior beneficiado se chama indústria. OTCs, claro. Se o medicamento é caro o governo deve financiar nas pesquisas de desenvolvimento de novos ativos medicamentosos mais baratos, nova alternativa de baratear os medicamentos com os profissionais certos.
- RICARDO HIDEKI KAKIHATA, farmacêutico em Londrina
Exploração de madeira
Há mais de 25 anos, em reunião do Clube dos 21 Irmãos Amigos de Londrina, o general Ayrton Tourinho proferiu palestra sobre o projeto estratégico da Perimetral Norte, nos limites do Brasil com os países fronteiriços, Peru, Colombia, Venezuela e Guianas. Significava que na época o Governo brasileiro se preocupava com o abandono das nossas fronteiras, tendo em vista que a Amazonia estava exposta à cupidez de empresas que clandestinamente desejassem beneficiar-se de nossas riquezas minerais e de madeira.
A televisão tem mostrado rios e afluentes do grande estuário do Amazonas completamente invadidos pelas marombas ou toras de madeira que seguem a correnteza do rio abaixo, até portos aparentemente ignorados em nossos mapas. Puro contrabando do que mais precioso possuímos, uma variedade infinita de madeira. Aquele projeto da Perimetral Norte tinha razão de ser. O que era uma possibilidade agora é fato estarrecedor. Nossa cobertura vegetal está em grande risco, agora que o noticiário dos jornais divulga que empresas madeireiras que já esgotaram a madeira da Malásia e do Bornéo se dirigem para o Brasil com sofisticado know how.
O insignificante retorno material, em divisas e empregos naquela região amazônica, não se justifica diante da devastação deixada pela exploração de madeira em grande escala. É necessário que o Governo examine com cautela qualquer proposta mirabolante de promover o progresso daqueles estados carentes (Amazonas, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins, Acre e Rondonia), mercê de uma expoliação tão grande.
- JOÃO DIAS AYRES, Londrina
Rádio Igapó
Como cliente e ouvinte da Rádio Igapó, parabenizamos o sr. Antonio Carlos Macarini pelo resultado obtido na pesquisa. Salientamos que todo bom resultado de uma empresa é fruto da competência e do trabalho dos seus comandantes e comandados. Parabéns à sua diretoria e funcionários.
- RICARDO MIGUEL ABUJAMRA, diretor do Rolatudo - Distribuidor Nacional de Rolamentos Ltda., Londrina

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