O LEITOR ESCREVE
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Se atentarmos aos ensinamentos bíblicos buscando compreendê-los numa reflexão ponderada teremos a sabedoria do discernimento em perceber que as coisas terrenas poderiam ser diferentes se seguíssemos os caminhos do Livro Sagrado.
Não adianta sabermos muita coisa das ciências, estudo da antiguidade, línguas e religiões, tampouco as inúmeras ramificações que grassam pelos livros nas mais diferentes áreas do saber.
As palavras de Cristo indicam o caminho da fé. Percebemos que grandes revelações já ocorreram por Jesus, através de venturosas pessoas. Como encontrar a maravilhosa graça da fé? O que fazer para vencer as barreiras que acobertam a fé? Ler, reler, pesquisar, passar anos em bibliotecas, estudar teologia, são meios às vezes, infrutíferos para se chegar a fé. Que maravilhosa graça a fé em Cristo, sem tê-lo visto. Reconhecer Maria, que nunca nos dirigiu a voz. Como acreditar nos Apóstolos e no que nos disseram. Nas sábias palavras da Bíblia, ricas em ensinamentos. Temos que escutar Deus. Dá para perceber que Ele não está só no Evangelho, mas em toda parte.
A Rua da Amargura passa por nossas cidades, atravessa nos hospitais e pelos caminhos da miséria e do sofrimento. Quem sabe haja um milagre para que a fé cresça e se agigante em toda terra. Deixemos os questionamentos científicos de lado, sem hesitação e fraqueza humana, sentindo a leveza do ser diante da graça divina, pois, dificilmente a ciência humana pode explicar a fé, uma magia do espírito santo em que tudo se transforma, uma das forças pelas quais os homens vivem e sua ausência total significa colapso.
Vivemos num mundo povoado por imagens, fantasias e sonhos, voltemos pensamentos aos céus, buscando a fé para uma paz plena, trilhando novos caminhos para um mundo melhor.
- OSVALDO CARDOSO RIBEIRO, sociólogo, Londrina
Expo
A respeito da carta publicada pela Folha no dia 15, sobre os shows na Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina, gostaria de fazer alguns comentários. A dupla Edy e Eder vem há oito anos buscando caminhos para mostrar seu trabalho. As dificuldades são muitas, como todos sabem. As próprias duplas que estão em evidência não se cansam de comentar sobre a grande luta que travaram nos primeiros anos de carreira até chegar onde estão.
Muitas portas se fecharam nesse caminho, mas felizmente, outras se abrem e temos que aproveitá-las. Se os artistas famosos estão onde estão é porque alguém, em algum momento, lhes deu uma oportunidade. E talvez essa tenha sido para eles a grande chance, o momento da virada, o momento de mostrar seu trabalho para milhares de pessoas. E é isso que a Sociedade Rural do Paraná vem fazendo há três anos, abrindo uma porta. Pode ser que não seja essa a porta da grande virada, mas vamos continuar acreditando pela repercussão das apresentações, pela grandiosidade do evento, e pelo grande carinho com que somos recebidos todos os anos por essa entidade e por seu público.
- VALNIR JOSÉ MAZON, gerente comercial, Londrina
MST
A respeito do artigo A Via Camponesa em Ação escrito por João Pedro Stédile, do Movimento Sem-Terra, e publicado na Folha no dia 18, gostaria de destacar algumas informações importantes para a melhor compreenção do MST.
Em pesquisa do Instituto Vox Populi que em breve será divulgada, de cada três pessoas que apoiavam o movimento em 1997, duas desistiram. O mais curioso é que a perda se dá nas classes C e D, que são o combustível do movimento. Simplesmente a população percebeu que a maneira radical e autoritária de invasões e depredações no mais puro vandalismo anti-democrático, com a ocorrência de roubo e venda de grãos estocados, destruição de tratores e sedes de propriedades, nada mais é do que uma maneira de usar pessoas carentes de um direito, que é a reforma agrária, para satisfazer desejos políticos-financeiros. O governo já distribuiu ao MST 22 milhões de hectares, ou seja, cinco Dinamarcas. Precisa fazer mais, mas nada justifica o vandalismo.
Há também o desvio de milhões de reais das cooperativas ligadas ao MST para as contas particulares de líderes do movimento. Isso sim pode se chamar de exploração dos camponeses.
Ao citar o Fórum Social Mundial realizado em Porto Alegre, Stédile esqueceu que todos vimos pela TV que, quando dada a oportunidade aos participantes de Porto Alegre de discutir idéias que apontassem soluções de melhorias para o terceiro mundo com os senhores de Davos, vimos uma pessoa dizendo a Geoge Soros Nós odiamos vocês! Vocês são a escória do mundo, nós odiamos vocês! Essa retórica é típica dos xiitas que não sabem expor idéias, argumentar, discutir civilizadamente e apelam para o ataque verbal e até mesmo corporal. O povo já percebeu quem são realmente os líderes do MST. Estão cansados de serem massa de manobra para o interesse mesquinho de poder de poucos. Reforma agrária já!
- ANDRÉ LUIS ARRUDA PLÁCIDO, relações públicas, Londrina
Lei fiscal
Tivemos o privilégio de conhecer a mentora, a principal responsável pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a economista Selene Peres Nunes, na reportagem da Folha no dia 8.
Graças à competente cidadã o Brasil está tomando novo rumo à racionalidade nos serviços públicos. Rumo ao que nos diz a mensagem escrita na bandeira brasileira: Ordem e progresso.
A economista e a deputada Rita Camata são exemplos a serem seguidos pelas cabeças pensantes do Brasil. A mídia nos mostra políticos medíocres perdendo tempo com bobagens.
O Brasil carece de pessoas autênticas que inovem, criem soluções para os múltiplos problemas de ordem econômica, política, social, etc.
Parabéns e viva as pessoas criativas que contribuem para sanar problemas sociais. Como no mundo, no Brasil há muitos políticos, raros são estadistas.
- FRATERNO MARIA NUNES, aposentado, Campo Mourão
Correção
- Na matéria Alugar carro ou contratar taxista?, publicada ontem, na página 5 do caderno Carro & Cia, faltou a complementação do texto. A última frase da reportagem é: As centrais de táxi também oferecem bonificações que podem chegar a R$ 80,00.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail da Folha de Londrina/Folha do Paraná: [email protected]





