Vasco X São Caetano
Todos vimos o que aconteceu em São Januário quando o alambrado caiu e feriu mais de 100 pessoas. Eurico Miranda virou a mesa, xingou o governador, agrediu pessoas, determinou o que deveria ser decidido na reunião do Clube dos 13 antes mesmo do seu término, passou por cima dos sindicatos, atropelou a regra que favorecia o São Caetano, já que todo o problema foi causado em São Januário e por fim o ‘‘vasco de eurico’’, com letra minúscula mesmo, sagrou-se ‘‘campeão’’.
Campeão de um torneio que começou e acabou no ridículo. O Vasco dos vascaínos, este sim com letra maiúscula, não merecia ser o fantoche nas mãos de homem que se diz deputado do Vasco, e não do povo. Quem são os culpados? Todos os que assistimos a essa vergonhosa final. Os técnicos, os árbitros, os dirigentes, os jogadores, os sindicatos, os jornalistas, os narradores e comentaristas, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Enfim, todos aqueles que mesmo vendo tudo isto não fizeram nada para que pelo menos a ‘‘regra’’ fosse cumprida por morrerem de medo do Eurico.
Galvão Bueno anunciou que a Globo estava transmitindo o jogo para os Estados Unidos, África, Japão e Austrália. Depois ficamos indignados quando achincalham o Brasil lá fora. No Brasil, muitas vezes, o crime ainda compensa.
- ANDRÉ LUIS ARRUDA PLÁCIDO, relações públicas, Londrina
Papel dos Sindicatos
Sobre a carta do funcionário público Antônio César Martins, publicada dia 19 a respeito dos sindicatos: os trabalhadores encontram a sua forma de organização nos sindicatos e têm a expectativa dos mesmos serem seus porta-vozes. É claro que os sindicatos representam os trabalhadores, mas, infelizmente temos que dizer que nem todos têm a mesma linha de atuação. A política sindical é construída pelos dirigentes, levando em consideração o que é prioridade, devendo esta ser imprescindivelmente o trabalhador. Infelizmente, em qualquer setor encontramos bons e maus colegas.
É claro que os sindicatos precisam sobreviver e cobram o que consideram justo. Trabalhadores têm descontado do seu salário o que poderiam levar para casa. Esta não é uma prática da CUT. O que você acha dos representantes sindicais que se reúnem na calada da noite para fechar acordos quando este mesmo representante leva uma ‘‘caixinha’’ para calar a boca e aceitar a proposta dos patrões? Esta não é uma prática das entidades cutistas.
O trabalho dos dirigentes sindicais sérios é bastante duro. Bom sindicalista é aquele que nem sempre está no sindicato, mas aquele que respeita o trabalhador e está em permanente negociação. É por isso que não podemos colocar todo o movimento sindical numa mesma panela. Quem ‘‘usa’’ o sindicato para benefício próprio deveria estar bem longe dele. A CUT e a Força Sindical são óleo e água, não têm o mesmo princípio e muito menos a mesma prática. Nós cutistas temos orgulho de nossa Central e, Justiça seja feita, é quem realmente representa e respeita os trabalhadores, o seu esforço e sobretudo o seu dinheiro ganho suado.
- ESTER GOMEZ, dirigente estadual da CUT, diretora de imprensa do Sindserv e membro do Movimento pela Moralidade
ADESG
A Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg) está há mais de 50 anos no Brasil formando homens e mulheres através de Ciclos de Estudos de Política e Estratégia, preservando a moral e a ética da nacionalidade tão esquecidos em nossos dias. Somos hoje 601 associados em Londrina e região, mais de 67 mil no Brasil. Estamos criando mais uma delegacia regional em Arapongas. Almejamos os resultados daquilo que estudamos e debatemos para a formação de uma massa crítica.
A nossa escola formou nos últimos dois anos, 58 adesguianos, com certificado em Especialização em Ciência Política, IX e X Ciclo de Estudos de Política e Estratégia. A Adesg está aberta aos trabalhos visando o bem comum, a valorizar as nossas riquezas materiais e espirituais, os nossos símbolos, ‘‘O Brasil, mesmo que não queira, será uma grande potência’’. Países vizinhos estiveram em visita à nossa escola, buscando informações para implementos de seus objetivos culturais, ao enriquecimento de suas escolas, como Espanha, Portugal, Chile, Peru e outros.
Sabedores de tal magnitude, já foram observadas escolas como a nossa Adesg nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e Canadá, com nomes diferentes mas objetivos centrados nos desenvolvimentos estratégicos de cada nação. O Marechal Humberto de Alencar Castello Branco, presidente do Brasil, deixou uma placa por ocasião de sua visita onde disse: ‘‘Nesta casa se estuda o Brasil’’. Nós estudamos o Brasil, amamos o Brasil. Este é o nosso chão, onde prosperamos.
- CLÁUDIO MAZZIA, delegado regional da Adesg, Londrina
Fé e medicina
Em casos de doenças consideradas graves ou incuráveis, se o paciente tem algo ou alguém em que se apegar, sobretudo se essa força vem de Deus, adquire mais chances de superar problemas físicos e emocionais. Orações, fé, pensamento positivo, auto-ajuda, esperança, são fortes aliados da medicina. Em recente conferência que proferi a médicos e profissionais de saúde do Hospital Universitário Cajuru da Pontifícia Universidade Católica (PUC de Curitiba), todos concordaram com esta tese.
O sentido terapêutico da fé é inquestionável. Pessoas que derrotaram doenças, como o câncer e outras enfermidades graves, por exemplo, são testemunhas de que a força interior e a influência positiva da fé podem levar ao alívio e à cura de problemas do corpo e da alma. Vários enfermos e até médicos admitem que a recuperação não depende apenas da química, da cirurgia e da tecnologia.
- D. MOACYR JOSÉ VITTI, bispo auxiliar de Curitiba
Correção
- Na edição de ontem da Folha2, página 1, na notícia ‘‘Filme sobre os sem-terra será dirigido aos sem-tela’’, o nome do cineasta Pery De Canti foi grafado erradamente na linha de abertura.
Esclarecimento
- A Folha esclarece, em função de reclamações de leitores, que os resultados do vestibular das instituições de ensino particulares de todo o Paraná, têm sido divulgados no portal ‘‘Bonde’’ (bonde.com.br). Esta informação é sempre disponibilizada no noticiário a respeito dos vestibulares.
- A direção da Câmara Municipal de Paranavaí ressalta que o valor líquido recebido por cada um dos 17 vereadores da Casa para sessão extraordinária é de R$ 268. Na edição de quinta-feira (Política, página 6), a Folha destacou o valor bruto de R$ 370 pelos jetons. Segundo a direção, o destaque aos R$ 370 acabou criando na comunidade uma série de críticas ao trabalho do Legislativo. A direção informou ainda que este ano a Câmara já se reuniu em uma sessão extraordinária convocada pelo Executivo para discutir questão ligada ao funcionalismo municipal. Os diretores lembraram ainda que o jeton representa um benefício menor quando comparado ao esquema de diárias para viagens utilizado por legislativos de quase toda a região.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las, conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail da Folha de Londrina/Folha do Paraná: [email protected]

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