O LEITOR ESCREVE
Aniversário da Folha (1)
No transcurso do 52º aniversário de fundação da Folha de Londrina, enviamos nossos efusivos cumprimentos a este jornal e a todos que o representam. A data de 13 de novembro de 1948 está presente na nossa história para sempre, pois registra o surgimento deste importante veículo de comunicação, o principal parâmetro do jornalismo paranaense. A Folha é um orgulho da nossa cidade e do nosso Estado. Nesses 52 anos, a Folha nunca deixou de provar sua imparcialidade, nunca deixou de acolher as vozes da democracia e do direito, nunca deixou de apoiar as bandeiras e as causas da comunidade londrinense e paranaense. Com sua história, a Folha contribuiu de forma decisiva para a informação e a formação dos seus leitores, que vão se sucedendo em gerações que respeitam e admiram o trabalho transformador e independente deste jornal. Cumprimentando seu fundador, João Milanez e seu superintendente José Eduardo Andrade Vieira, admiráveis homens públicos, estamos saudando também todos aqueles que fazem a Folha se sustentar na história com notável participação.
- PAULO FERREIRA MUNIZ, industrial, presidente da Associação dos Abatedouros e Produtores Avícolas do Paraná, Londrina
Aniversário da Folha (2)
Parabéns à Folha de Londrina pelo seu aniversário. É mais de meio século de informação, cultura, ética e democracia, mas acima de tudo pela oportunidade que tem dado aqueles simples cidadãos comuns de expressar publicamente suas opiniões através da seção O Leitor Escreve.
- SILVÉRIO DA SILVA, comerciante, Londrina
Aniversário da Folha (3)
O dia 13 de novembro tem um significado especial para os paranaenses. Mais do que uma data festiva, os 52 anos da Folha nos levam à uma profunda reflexão sobre a importância da liberdade de expressão, e sobre a responsabilidade da imprensa no regime democrático. Parabéns a todos os profissionais que fazem desse meio de comunicação um dos mais respeitados de nosso Estado. Que vocês tenham força e determinação para continuar defendendo os princípios do jornalismo independente, os interesses da população e reafirmando o compromisso da Folha com a verdade.
- MAX ROSEMANN, deputado federal
Pedágio
A iniciativa da Folha de promover o Fórum dos Usuários de Rodovias do Paraná, com ampla repercussão nacional, conscientizou entidades ligadas aos usários a buscarem solução para o problema público decorrente da implantação da cobrança de pedágio por empresas concessionárias de serviços e execução de obras, sem que os atos de concessão e de fixação do valor desse tributo observassem ditames constitucionais e legais, gerando cobrança arbitrária, com natureza confiscatória, que se anuncia agora agravada por reajustamento, que se diz contratualmente previsto, que se já não fosse exacerbada, nos limites atuais, fora dos parâmetros da modicidade, irá criar situação insuportável com consequências imprevisíveis para a economia paranaense e movimentos incontroláveis e legítimos dos lesados usuários desse serviço público.
Em parecer que resultou de minucioso exame da matéria, nos seus diversos aspectos, entre eles os atos de concessão, a natureza do pedágio e os pressupostos e exigências constitucionais e legais para criação e cobrança do pedágio, chegamos às conclusões muito bem resumidas pelo excelente editorial que a Folha trouxe em sua edição de domingo, dia 12, abordando matéria da mais alta relevância, significando a preocupação deste jornal com as grandes questões que atingem a comunidade paranaense.
Pela importância de que se reveste o assunto e com bases naquelas conclusões do parecer, serão encaminhadas representações ao Ministério Público Federal e Estadual, buscando o exame desses atos para a propositura de ações civis públicas específicas aos diversos aspectos abordados, visando o reexame dos atos de concessão, para moldá-los às normas constitucionais e legais, de um lado, e de outro, para coibir a cobrança de pedágio sem que haja lei criando-o e fixando seus critérios de valoração, estes exclusivamente para os serviços de conservação das rodovias, com base nos seus custos específicos, e não para financiar a execução de obras de construção ou duplicação de rodovias, cujos investimentos não podem ser realizados pela cobrança de pedágio que, como tributo da espécie taxa, não permite a abrangência.
Manifestamos assim o nosso aplauso pela iniciativa do jornal e pelo excelente editorial de domingo que, com felicidade, apontou os muitos fundamentos que alicerçam as objeções à cobrança do pedágio, tal como vem sendo feita no Estado do Paraná.
- ROMEU SACCANI, advogado, Londrina
NR. A Associação dos Usuários de Rodovias do Paraná protocolou ontem no MPF as representações referidas.
Protesto
Com referência à notícia publicada na edição do último dia 10, com o título Estudante protesta contra má sinalização na BR 369 (Caderno Cidades, página 2), julgamos indispensável que seja feito um esclarecimento com o objetivo não apenas de bem informar a opinião pública, mas evitar uma perigosa distorção dos fatos.
Como se pode verificar, aquele trecho encontra-se em obras de restauração, tendo já recebido importantes melhorias que significaram, sem dúvida alguma, um considerável aumento da segurança aos usuários. Exemplos disso: a eliminação do fatídico ponto crítico de acidentes existente antes do período de concessão em frente ao Posto Grande Parada, onde havia semáforos e quebra-molas em plena via rápida, a construção de uma mureta para isolar as pistas, duas passarelas entregues há poucos dias e, por último, a substituição de todo o pavimento asfáltico, o que vem sendo feito no momento.
Importante destacar: há muito tempo não ocorre ali nenhum tipo de acidente, o que comprova a maior segurança da rodovia, sendo que para a realização das obras de restauração, a Viapar se preocupou em sinalizar adequadamente o local, obedecendo rigorosamente as normas de segurança. Se apenas não foi efetuada ainda a pintura das faixas nas pistas, isto se deve justamente ao fato de que as mesmas estão sendo refeitas.
Não se pode admitir que qualquer pessoa, por simples liberdade de arbítrio, saia por aí pintando faixas em rodovias, uma impropriedade que, isto sim, pode acabar confundindo e trazendo riscos aos usuários. Tanto é que a própria Polícia Rodoviária, presente no momento de um pequeno protesto ali acontecido, não admitiu que os reclamantes fizessem a pintura da forma como desejavam.
Solicitamos, pois a esse prestigioso jornal, a gentileza de resgatar a verdade dos fatos, visto que aquela iniciativa isolada em nada contribui para somar ao processo de modernização por que vem passando as rodovias da região.
- NILTON MARCHETTI, diretor presidente da Viapar, Maringá
Correção
- Diferentemente do que foi publicado ontem pela Folha, as árvores roxas floridas nesta época na cidade são jacarandás mimosos e não ipês-roxos.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail da Folha de Londrina/Folha do Paraná: [email protected]





