Aniversário da Folha (1)
Nesses 52 anos de vida (13 de novembro), o povo paranaense percebe diariamente alguns atributos como: verdade, justiça, ética, transparência e liberdade que estão latentes no jornal Folha de Londrina/Folha do Paraná. Parabéns!
- MÁRCIO ARTUR DE MATOS, deputado federal, Curitiba
Aniversário da Folha (2)
A Perfecta Curitiba deseja a esse baluarte da comunicação paranaense a continuidade do sucesso alcançado nesses 52 anos de vida e, que as vitórias sejam constantes nos anos seguintes. Parabéns a todos os profissionais que compõem esse veículo de comunicação pelos longos anos a serviço da democracia, justiça, informando e ajudando a construir um Paraná, um Brasil melhor e mais justo. Felicidades!
- PERFECTA CURITIBA, Curitiba
Aniversário da Folha (3)
Nesse dia especial queremos externar nossa homenagem aos colegas que fazem desse jornal, há 52 anos, um instrumento para transformar a sociedade, tornando-a mais informada, justa, comprometida com os valores democráticos, sociais e humanos. Parabéns!
- EUGÊNIO TORRES, WBC Assessoria de Imprensa, Curitiba
Aniversário da Folha (4)
A Madrid, representante exclusivo da Papresa S/A, maior fábrica de papel-jornal da Espanha, congratula a Folha de Londrina pela passagem de seu 52º aniversário. Parabéns!
- MADRI COMÉRCIO E REPRESENTAÇÃO, São Paulo
Administração pública
Ouvi ontem, em entrevista, um assessor do prefeito eleito Nedson Micheleti, de Londrina, informar que será feita uma auditoria completa na administração com o objetivo de enxugar o funcionalismo, especialmente no que concerne aos cargos comissionados. Não há como negar que o preenchimento desses cargos sempre foi feito de forma a satisfazer interesses de correntes partidárias ou por apadrinhamento. Especialmente na administração atual, que é um plágio imperfeito da cassada, continuou essa política.
A maioria dos cargos comissionados de primeiro escalão, autarquias etc., está ainda ocupada pelos mesmos que, direta ou indiretamente, participaram das sujeiras ocorridas. Os eleitores deram o recado. Fora com toda essa gente, mas que continuem os trabalhos do Ministério Público e que os culpados sejam punidos rigorosamente, inclusive com a devolução do dinheiro público. Há muita gente envolvida, temos certeza. Que o corporativismo não prevaleça, como tem deixado transparecer o presidente da Câmara, Flávio Vedoato. Coragem é o que deve ter o prefeito eleito pela grande maioria da população.
- EDGAR BAER, Londrina
Drogas
Não se pode pensar em ajudar a pessoa que usa drogas de forma isolada, só com palestras e campanhas. Suplantar perdas e preencher o vazio interior com algo estimulante e que represente novo ganho são os grandes desafios. Quando a intervenção vem de um profissional preparado para oferecer ajuda e criar perspectivas de novos significados para a vida, a mudança ocorre de forma menos sofrida. Necessariamente, a recuperação de farmacodependentes passa pelo âmbito da família.
Como enfermeiro do Hospital Universitário Cajuru da PUC de Curitiba, estou convencido de que há necessidade de mais espaços para que os usuários de drogas possam compartilhar experiências e buscar novos caminhos para a sua recuperação. É fundamental preencher o vazio da perda com crenças para a vida e para o cotidiano e conscientizar acerca dos malefícios das drogas. Ao mesmo tempo, é essencial educar a partir da realidade e o mundo em que a pessoa vive. O usuário também terá que redescobrir a importância da religião, da família, da recreação e da convivência social.
- RUBENS GOMES CORRÊA, enfermeiro, Curitiba
Ameaça
É profundamente lamentável constatar que alguns de nossos governantes e administradores sintam tão pouco apreço pela vida de seus semelhantes. É preciso dizer que as causas da intranquilidade que nos apavora não derivam apenas das ações do banditismo nas ruas, nos bairros, nas cidades. Que não é somente a audácia dos assaltantes, homicidas, traficantes e estupradores que gera o nosso desespero e inquietação, que põem em sobressalto a nossa tranquilidade, a tranquilidade do nosso povo.
Há também uma outra ameaça que nos espreita a cada instante, numa reta, numa curva, numa lombada, numa ponte. É o estado precário de uma grande parte das estradas brasileiras. Não sei exatamente em que posição ela se situa nas estatísticas de outras trágicas causas de destruição de vidas humanas, mas, se não ganhar, certamente se equipara com as outras.
Creio que não há exagero em afirmar que viajar em certas estradas do Brasil é uma verdadeira tragédia. É uma angústia, um pavor, um desconforto. Parece-nos que nem todos aqueles que têm sob sua responsabilidade a fiscalização e conservação de nossas estradas possam ser chamados de zelosos e eficientes no desempenho de suas tarefas administrativas. Que o digam aqueles que nelas transitam, transportando pessoas ou a diversidade dos bens advindos dos mais variados processos produtivos nacionais ou internacionais. A região em que resido exibe prova incontestável da anunciada situação calamitosa, como, certamente, todas as regiões do País.
Quem quiser certificar-se das razões de nossa revolta basta apenas transitar pelas rodovias que ligam a nossa cidade de Santo Antônio da Platina à capital Curitiba. Qualquer dos trajetos escolhidos, via Ibaiti ou via Wenceslau Braz, BR-153 ou PR-92, não se vence sem a angustiante preocupação de que a viagem, que deveria ser segura e tranquila, transforme-se, de repente, num acontecimento triste, funesto, numa tragédia. Quantas vidas já foram ceifadas neste inferno de buracos! Quantos pais, mães, filhos, parentes e amigos ali perderam a vida. Quantos prejuízos de caminhões e carros destroçados, de rodas quebradas, de pneus inutilizados.
Como membro do Rotary Club de Santo Antônio da Platina já participei de várias campanhas encetadas no sentido de conscientizar as autoridades para a necessidade e a obrigação de zelar pela qualidade e segurança de nossas estradas. Numa dessas campanhas usamos até um lema de Washington Luiz, quando presidente da República, ‘‘governar é construir estradas’’. Mas nem nossos clubes de serviços, das entidades de classe, de todas as comunidades, parecem sensibilizar os responsáveis pelo estado calamitoso em que se encontram estas estradas de rodagem. Nem a conservação das existentes tem merecido os devidos cuidados dos nossos governantes.
Aliando-me a todos os platinenses, paranaenses e brasileiros, que são afetados pelso estado caótico destas rodovias, quero deixar registrado, mais uma vez, nosso veemente protesto pelo descaso dos responsáveis, administradores e autoridades, cujo descaso revela um inadmissível desrespeito à vida humana.
- JORGE PIMENTA, advogado, Santo Antônio da Platina
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail da Folha de Londrina/Folha do Paraná: [email protected]

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