O leitor escreve
Parabéns
Sr. Editor
Gostaria de parabenizá-lo e a toda equipe da Folha de Londrina pela qualidade da Folha on the Web. Como curitibano fazendo curso de Pós-graduação aqui na Inglaterra, sentia muita falta de notícias do Estado do Paraná, de Curitiba e do Clube Atlético Paranaense pela Internet, visto que o outro jornal que também está na net deixa muito a desejar.
Encontrei a Folha hoje e pela primeira vez a acessei. A partir de agora seremos amigos diários. Um grande abraço e continuem com esta qualidade.
- CHARLES WIKLER. Ascot, Inglaterra
Guerra civil
Infelizmente o País vive uma guerra civil, que se prolonga há muito, mas nem o Executivo, nem o Legislativo e nem o Judiciário atentam para esse grave problema. Combates de quadrilhas, principalmente no Rio de Janeiro, deixaram dezenas de mortos, entre eles inocentes atingidos por balas perdidas. Invasão de terras por todo o território, com perdas humanas, é alarmante. A última batalha dessa guerra foi travada entre policiais de Belo Horizonte, que clamam por melhores salários. Falta pouco para que facções lutem contra facções, ideologias contra ideologias, tornando o Brasil igual ou pior que muitos países. Urge a sociedade reparar com atenção para essas circunstâncias, pois ao que parece as autoridades pouco ligam ou querem ver o circo pegar fogo
de vez.
- OCIMAR MARTINS, Londrina
Utilidade pública
Preocupou-me a conotação que alguns tentaram dar ao fato de a Câmara de Vereadores de Londrina ter outorgado à Sociedade Amigos do Londrina, SAL, o título de Utilidade Pública, antes que ela tivesse completado um ano de atividade. O projeto, que assinei juntamente com outros vereadores, foi aprovado e decerto será sancionado, para que a SAL tenha condições de ser contemplada, dentro das possibilidades, pelo Poder público municipal e outras instituições oficiais, com qualquer ajuda possível. A Sociedade Amigos do Londrina é entidade legalmente constituída, que no entanto não tem um ano de registro. E seus méritos são reconhecidos por todos os que estão ligados ao esporte na cidade.
A exigência legal de pelo menos um ano de atividade é oriunda de lei que nós propusemos na Câmara Municipal. Pareceu-nos um período mínimo necessário para se conhecer o trabalho de uma instituição. Mas já tivemos algumas exceções. No decorrer do tempo em que estou representando o povo da cidade na Câmara votei também favoravelmente outros projetos onde este período não havia sido contemplado. Mas votei favoravelmente e acredito que os demais vereadores, pelo mérito indiscutível da proposta e pela necessidade da instituição. Não é possível radicalizar em casos assim.
O espírito da lei não chega a ser ferido quando, comprovadamente, durante o seu período de existência, a entidade já justificou o que se pretende reconhecer, ou seja, a sua utilidade pública. O que teria sido do Londrina Esporte Clube sem a SAL? Quando votei tinha plena consciência de que estava propiciando o mecanismo necessário à SAL para seus futuros passos. Da mesma forma ocorreu com relação à permissão de uso, por tempo indeterminado, do Estádio do Café. Todos sabem que aquele estádio foi construído para atender ao Londrina Esporte Clube que dele necessitava para sediar jogos de maior expressão num campeonato nacional. Hoje, quando se prepara nova estratégia para o Tubarão voltar à divisão de honra do nosso futebol, esta providência nos foi solicitada e ao lado dos demais vereadores votamos a matéria com tranquilidade, resguardando direitos de proprietáarios de cadeiras cativas, boxes de estacionamento e mesmo alguns permissionários. Não foi precedente e nem privilégio.
- ANTENOR RIBEIRO, vereador (PPB) em Londrina
Político ideal
Ultrapassamos a era militar que teria vindo, segundo alguns, açulada por setores da sociedade civil exatamente para extirpar tumores malignos. Creio, pelo atual momento brasileiro, que perfil de político oparadigma (vereador, prefeito, governador, deputado, senador e presidente) é não rouba, faz e entrega o que rouba para julgamento... Em suma, homens públicos devem observar o exemplo de Fernando Henrique Cardoso, que captou esse anseio e está sabendo muito bem trabalhar essa imagem, aliás, arquétipo de político ideal formatado nas mentes dos homens de bem, de todo o mundo, levando-nos a concluir que moralidade e ética são universais e que a coisa pública brasileira está sendo, felizmente, sacralizada.
- ELIAS MATTAR ASSAD, Curitiba
Império do silêncio
A lei da morte é implacável, autoritária e universal. Brutalmente, impõe o silêncio desafiando as nações, os reinados e outros poderes. Mesmo que o homem lance mão de todas suas forças, toda ciência e tecnologia não poderá vetá-la ou destruí-la. É de fato uma lei abusiva, chega surpreendentemente, com fúria arrasadora. Quando o ser humano, nas suas limitações, chegar ao fim já sem forças, quando seu vil metal perder o poder de barganha, o homem será humilhado e, na impotência, curvar-se-á diante de seu último inimigo, a morte.
A morte é mesmo uma assassina irreverente. Bruta e atrevida, malvada, sagaz e sem ética. Impiedosamente sem amor e sem compaixão. Desafia a altivez do homem, menospreza o ouro e a prata, não respeita a idade nem poder econômico. É sutil, é malandra, é traiçoeira. O mundo treme diante de sua estupidez. Quem poderá vencê-la? Ela é de fato uma insidiosa, uma selvagem e uma desleal.
- NELSON ARAÚJO DE OLIVEIRA, Londrina
Erramos
Publiquei uma nota equivocada na minha coluna no último domingo, na Folha Carro & Cia. Disse que a Feira do Automóvel, que se realiza no Shopping Catuaí por mais 60 dias, mudaria para o Com-Tour Shopping Center. Na verdade a Feira do Automóvel irá para o Parque de Exposições Ney Braga, sempre aos domingos, e deve se estender até às 16 horas. No Com-Tour está sendo realizada outra exposição de carros usados, a Feira Carro e Moto, que é transmitida pela Televisão CNT, durante o programa Tela Aberta, apresentado por Marco Antônio Gomes. É certo que é uma nova feira.
- SAMUKA LOPES, editor da Folha Carro & Cia.





