Guincho
Diante da carta do professor Edson Luiz Alves publicada no dia 13, a Econorte esclarece que diferente da expectativa do leitor, o serviço de guincho nas concessionárias do Anel de Integração não funciona nos moldes particulares, levando o veículo onde seu motorista desejar. A finalidade do serviço é apenas a de desobstruir a pista, evitando que carros danificados permaneçam nas rodovias. O que o Código Nacional de Trânsito proíbe pois oferece risco a outros usuários.
Os veículos guinchados pela concessionária são levados a um local seguro mais próximo (que pode ser um posto de gasolina, restaurante, base operacional ou praça de pedágio da concessionária) onde terão condições de acionar seu próprio socorro. A Econorte tem 18 estabelecimentos comerciais cadastrados em todo o Lote 1 para estas situações.
Se em vez de rebocar o veículo ao local seguro mais próximo, o guincho da concessionária levá-lo a uma distância maior e outro usuário acioná-lo neste período, este último fatalmente terá que esperar por um tempo além do que o necessário. Cabe à concessionária preservar a agilidade do serviço para que ele de fato cumpra a sua verdadeira finalidade e atenda bem todos os usuários.
- JULIO FOLKENAND, diretor de Operações da Econorte, Londrina
Justiça (1)
Promotores de Londrina: não desistam de lutar pela justiça! Os senhores nem imaginam como estas atitudes ajudam, nós, pais de família no reforço à educação que tentamos dar a nossos filhos. É difícil ensiná-los a crer em valores, que nós mesmos acabamos por colocar em dúvidas, diante de tanto abuso de poder que assistimos neste País. Por favor, não desistam. Somos muitos pais de família dispostos a dar nossos nomes, endereços e assinaturas, se preciso for, para apoiá-los na continuidade dessa luta, que se Deus quiser será vencida, pelo menos no Paraná.
- LUZIA ELIZABETH DAMASIO BRUNA, Ibiporã
Justiça (2)
Qual o verdadeiro significado da edição de uma lei se não for para inibir um ato que venha prejudicar o coletivo? Por exemplo, a Internet veio com sua força que todos conhecemos, porém, totalmente desconhecida na legislação vigente. Hoje começam-se estudar edições de leis que inibam espertalhões que queiram prejudicar o coletivo. Estou acompanhando silenciosamente todo esse esforço do movimento pela moralização na administração pública de Londrina. Fico perplexa em ver um desembargador derrubar em poucas horas (como o caso ao despacho do juiz Celso Saito da 6ª Vara Cível) uma tese trabalhada durante meses por promotores e juízes daqui, em cima de documentos que comprovam desobediência à legislação vigente.
Ora, não está na lei que o administrador público deve conduzir com transparência, moralidade, impessoalidade e honestidade os recursos e bens públicos? Para que essa celeuma toda então? Ao invés de criar-se esses malditos foros privilegiados para julgar esses políticos que tudo podem fazer com o nosso dinheiro, não seria melhor rasgar as leis que inibem e deixar como na Internet onde quem for mais esperto se locupleta mais? Fica então a sugestão. Ou se cumpre o que está escrito, ou se esquece tudo, permitindo a quem conseguir se eleger poder fazer o que quiser, até matar.
- LUZINETE APARECIDA DOS SANTOS, Londrina
Idosos
Num país onde milhões de pais de família sobrevivem à custa de salários ou de aposentadorias, cujos valores mais parecem um atestado de pobreza ou de miserabilidade, a questão da moradia ganha relevância pois, na maioria dos casos, este item consome a maior parte dos seus rendimentos. Com a baixa remumeração dos trabalhadores, a aquisição da casa própria é um sonho que a cada dia vai se tornando mais difícil. Se para o trabalhador de modo geral isso já é complicado de suportar, para o idoso, que na fase mais avançada da vida sofre mais com outros ônus como é o caso das doenças, a situação é caótica.
Neste sentido merece destaque o projeto de lei do deputado federal Gustavo Fruet, que prevê o atendimento ao idoso, nos programas implantados com recursos da União. O deputado propôs que nos programas habitacionais do governo, seja reservado um percentual mínimo de 3% das unidades residenciais para atendimento preferencial a cidadãos de mais de 65 anos. A mesma regra vale também para os programas implantados, total ou parcialmente, com recursos privados, geridos ou controlados pelo poder público federal, que tenham destinação vinculada à habitação.
- PAULO GOMES JÚNIOR, procurador do Estado, Foz do Iguaçu
Espaço livre
Agradeço pelos espaços cedidos na Folha para as opiniões que tanto mexem com a cabeça da gente e que neste jornal ganham um canal de conversação. É um incentivo para desenvolver cada vez mais a arte da comunicação. É um incentivo para essa gostosa convivência em família.
- DANIEL STEIDLE, Rolândia
Incêndios
Agradecemos a publicação da excelente reportagem de Cristina Côrtes, com o tema ‘‘Alerta para riscos de incêndios florestais’’, publicada dia 13 na Folha Rural. É com essa colaboração dos órgãos de comunicação que a Defesa Civil e as demais instituições integrantes do Comitê Executivo do Previflor espera contar e, assim, tornar a prevenção mais próxima da comunidade paranaense.
- SÉRGIO GONÇALVES DE OLIVEIRA, chefe da Divisão de Defesa Civil, Curitiba
Admiração
Caro João Milanez: ao ler o livro ‘‘Como fazer amigos e influenciar pessoas’’, de Dale Carnegie, percebi que a obra contém muito do senhor, como bom humor, não se queixar, não criticar, não condenar e interessar-se sinceramente pelas pessoas, que lhe são peculiares. O senhor é lembrado diariamente. Não é sempre que temos a sorte de conhecer uma pessoa com suas qualidades. Desde o dia que aí estive e após ler o jornal e ouvi-lo contar sobre sua trajetória, aprendi a admirá-lo e respeitá-lo muito mais. Infelizmente, a distância entre nós é considerável. Estar por mais tempo com o homem que possui o diploma de ‘‘doutorado da vida’’ seria interessante. Espero que esteja tudo bem com o senhor e que as coisas estejam andando de acordo.
- CIRILO OSCAR SILVERO, Foz do Iguaçu
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de indentidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail da Folha de Londrina/Folha do Paraná: [email protected]

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