O leitor escreve





Furo de reportagem
Parabéns à Folha e ao colunista-repórter Oswaldo Militão pelo excelente furo de reportagem no domingo, a respeito da renúncia do prefeito Antonio Belinati por não concorrer às próximas eleições municipais. Se ele fosse um colunista de mesa, de só apresentar ninfetas posando para sua coluna, sem conteúdo algum para a sociedade, não teria dado o furo.
Há tempos, aí na Redação da Folha, num sábado, ouvi o ‘‘professor’’ Milanez ensinando o pessoal novo, dizendo que notícias se busca na rua e não na mesa de trabalho; que é fruto de muitas solas de sapatos gastas à procura do que o povo precisa saber. Além do furo, a quilometragem e os anos de vivência do Militão nos proporcionaram o restante da reportagem. Ele discorreu como ninguém em Londrina ou região conseguiria fazer, a respeito do cenário atual e futuro após o fato da renúncia da candidatura.
- GILBERTO SIMIONI, Londrina
Caso Comurb
Tomando conhecimento das matérias jornalísticas que dão notícia de um suposto esquema de corrupção envolvendo nossa empresa, e que teria sido denunciado à Comissão Especial de Inquérito da Câmara que investiga denúncia de irregularidades na Companhia Municipal de Urbanização (Comurb), de Londrina, colocamos o que segue: a Vega presta serviços de limpeza pública para a Prefeitura de Londrina há quase vinte anos e, nesse largo período de tempo, jamais se envolveu em qualquer espécie de irregularidades ou ilegalidade que pudesse macular os seus mais de 60 anos de história.
A acusação infundada de que a Vega devolveria 50% do valor recebido para suposto ‘‘esquema de desvio de dinheiro’’ é despida de qualquer fundamento lógico ou veracidade. A empresa nega, veementemente, conhecer ou haver participado de qualquer esquema de corrupção, e levará à Justiça qualquer pessoa que, levianamente, envolver seu nome em fatos inverídicos. A prova irretorquível da falsidade dessas acusações está em que a Vega está sendo imensamente prejudicada na cidade de Londrina, por força dos constantes atrasos e longos períodos de falta de pagamento de seus serviços.
Basta ver que a Prefeitura Municipal, neste momento, está atrasada há cerca de quase um ano com o pagamento dos serviços, obrigando a empresa, constantemente, a buscar recursos financeiros junto a bancos para poder cumprir o seu contrato. A Vega repudia esse tipo de acusação, que outra intenção não tem senão a conturbação. Desde já, através de seus dirigentes e funcionários, coloca-se inteiramente à disposição de Vossa Excelência e das demais autoridades constituídas de Londrina, para prestar quaisquer esclarecimentos sobre este ou outros assuntos. A empresa ratifica a sua total confiança no trabalho das autoridades londrinenses, certa de que não pouparão esforços para fazer prevalecer a verdade e a Justiça, que é, enfim, o bem maior a ser alcançado.
- LUIZ GONZAGA ALVES PEREIRA, diretor da Vega Engenharia Ambiental S/A, Londrina
Fórum das rodovias
Ao Sr. José Eduardo de Adrade Vieira, superintendente da Folha: por iniciativa do vereador Carlos Kita, vimos congratular Vossa Senhoria pela organização do Fórum dos Usuários de Rodovias do Paraná e pela criação da Associação dos Usuários de Rodovias do Paraná e desejar sucesso e profícua gestão à diretoria eleita. Salientamos que esta Casa reconhece a iniciativa como verdadeira lição de cidadania e de defesa dos interesses da sociedade civil em relação à sucessão e a exploração dos serviços de rodovias em nosso Estado.
- RENATO SILVESTRE DE ARAÚJO, presidente da Câmara Municipal Londrina e ROBERTO ÁVILA SCAFF, 1º secretário
Usuários de rodovias (1)
Como usuário sou favorável à cobrança de pedágio, desde que houvesse melhorias nas estradas e que fosse compatível com atual situação financeira da população.
- NELSON EDUARDO DE SOUZA, Londrina
Usuários de rodovias (2)
Eu acho pedágio um roubo nos níveis que está hoje, e é inadmissível um aumento de 100%. Admitir um aumento desses seria um desrespeito ao povo paranaense.
- NEUZA PINHEIRO, Londrina
Usuários de rodovias (3)
O segredo que fez o governo do Estado desde o início do processo de concessão me causa estranheza, perplexidade, revolta e, sobretudo, me faz suspeitar da lisura e a que interesses atendeu: do povo ou ‘‘dos amigos do rei?
- MILTON FANTUCCI, Curitiba
Remoção de galhos
Protocolo nº 242, de 4 de janeiro, e AR Correio de 18/01, entregue em 19 de janeiro à Comurb, pedem a remoção de galhos de árvores ameaçadas de cair, como já ocorreu em Londrina. Esses galhos colocam em risco vidas e bens. O segundo requerimento reitera o primeiro e pede também mudança de ponto de ônibus. A localização da árvore é na Rua Gastão Madeira, na calçada do nº 22; o ponto situa-se na Rua Augusto Severo, esquina com a Gastão Madeira. Este está causando preocupação e incômodo. As mesmas solicitações também foram feitas pessoalmente e por telefone, havendo somente pálidas promessas não cumpridas. Até quando vamos esperar a realização deste serviço?
- JOSÉ CORREA ALVES, Londrina
Praça Rui Barbosa
A minha revolta é contra a administração da minha cidade de Jacarezinho, numa demonstração criminosa e pouco civismo, contra a vontade da população a qual se revolta com a destruição da Praça Rui Barbosa. O lema é ‘‘Reconstruir o que é nosso’’, mas estão destruindo um patrimônio de 50 anos, um local de descanso e sombra, com árvores maravilhosas que estão sendo cortadas e arrancadas impetuosamente. Será que o Ibama e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) autorizaram tal destruição? Será que a Câmara de Vereadores aprovou unanimemente tal demolição? Fica aqui registrado o meu repúdio, juntamente com a população jacarezinhense, contra tal atitude e decepcionado com esse projeto desnecessário e infeliz.
- SEBASTIÃO PAGUINI, Jacarezinho
Polícia Militar
A Folha tem feito algumas das mais importantes e aterrorizadoras matérias jornalísticas: a realidade do comportamento psicológico do policial militar diante da difícil profissão que ele exerce. Ao ingressar na corporação, o policial é submetido a uma lavagem cerebral, quando a disciplina lhe é imposta indiscriminadamente, desrespeitando sua natural personalidade simplesmente para sustentar o totalitarismo do alto comando. Não obstante, o convívio com o crime agrava muito o problema. A sociedade de direito precisa organizar-se e pedir providências para levar assistência ao policial, a omissão da elite pode trazer consequências irreparáveis, soluções são necessárias, afinal o policial é o nosso companheiro e não uma bomba ambulante.
- MARCIO VIDOTTO, Londrina
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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