O leitor escreve
O leitor escreve
Agradecimento
Senhor diretor, valho-me do presente para formalizar sincero agradecimento pela oportunidade que esse conceituado veículo de comunicação social disponibilizou à Polícia Militar do Paraná, na edição de ontem, na Folha Cidades, publicando na íntegra entrevista deste comandante. A entrevista publicada demonstra, sem sombra de dúvida, a imparcialidade desse jornal que se preocupa, não só com a notícia mas principalmente, com a verdade. Renovando meus votos de elevado apreço, e distinguida consideração, quero que você, prezado amigo João Arruda, registre meu muito obrigado, extensivo à profissional Telma Elorza.
- GUARACI MORAES BARROS, comandante-geral da PM do Paraná
Corrupção (1)
Concordo com o jornalista Walmor Macarini em número, gênero e grau com os absurdos ocorridos em Londrina no que diz respeito à Prefeitura de Londrina. Gostaria de saber mais informações. Quanto à notícia, publicada por outros jornais, de que o prefeito de Londrina, Antonio Belinati, tem 87% de aprovação, desculpem-me, mas a era dos desinformados acabou e acho um desrespeito com o leitor colocar um absurdo destes na primeira página de qualquer periódico. O jornal que fez isso acabou de perder um assinante e por favor, não gostaria de parar de assinar a Folha. Não publiquem absurdos e nunca menosprezem o leitor. Não existem mais desinformados, só existem os que ainda se sentem bem com populismos.
- MARCELO TEBET, Londrina
Câmara (1)
A sessão da Câmara de Vereadores, realizada na última quinta-feira, foi uma verdadeira vergonha para a cidade de Londrina. Parabéns aos vereadores que não queriam ver a Comissão Processante votada ou pelo menos a sua adiação. A sua manobra, bastante notável e muito mal-elaborada estrategicamente, deu certo! Depois de tanta enrolação, um desrespeito descarado aos representantes da população que lá estavam, ocorreu o arrombamento da porta, pretexto que precisavam para cancelar o pleito. Tudo isto deve ter uma razão: o lamaçal que vive a nossa cidade pode ser ainda pior do que se pensa, e para muitos não é muito interessante que as investigações avancem quem não deve, não teme! A maioria dos vereadores já demonstrou muito bem a serviço de quem estão. Resta esperar que tais fatos sirvam para amadurecer o povo politicamente e que o mesmo saiba dar sua resposta nas urnas.
- ROMÃO ANTONIO MARTINI MARTINS, Londrina
Câmara (2)
Fiquei decepcionada com o ocorrido na quinta-feira na Câmara dos Vereadores de Londrina. Aquilo foi simplesmente uma falta de respeito com os eleitores que estavam ali exercendo seu direito para último item da pauta a votação da abertura da Comissão Processante sendo que, todos que ali estavam, inclusive com suas crianças, ansiavam por esta votação. Depois, como todos sabem, suspenderam a sessão que poderia prosseguir se houvesse um mínimo de respeito e responsabilidade por parte daqueles que queriam de todo jeito que a votação não saísse ontem.
- SABRINA ELOISA DE FREITAS, estudante de Direito, Londrina
Sacoleiros (1)
A repressão aos sacoleiros na fronteira é uma forma de conter a entrada de contrabando no País. No entanto, o governo deveria desestimular este tipo de ação criando melhores condições para a geração de empregos e proporcionar incentivos para a pequena empresa. Com certeza, garantia de emprego no País sem os riscos intrínsecos da atividade de sacoleiro é muito mais interessante e digno para o cidadão brasileiro.
- EDUARDO KAZUHIDE SATO, engenheiro, Curitiba
Sacoleiros (2)
Não sou a favor de reprimi-los, pois na maioria são pessoas que perderam seus empregos no Brasil, e para continuar lutando com as dificuldades de suas vidas, passaram a praticar esse tipo de comércio.
- MIGUEL MARQUES NETTO, Centenário do Sul
Sacoleiros (3)
Mesmo entendendo que os sacoleiros são em sua maioria pessoas humildes, que buscam o sustento nesta atividade, não podemos fechar os olhos para a questão da ilegalidade de tal prática. Sacoleiros, camelôs, picaretas que comercializam carros, são trabalhadores informais, não recolhem impostos, não contribuem com a Previdência e, em muitos casos, concorrem deslealmente com o comércio regularmente estabelecido. Isso sem falar nas verdadeiras máfias criadas, como no caso da capital paulista, visando burlar a fiscalização.
Como sempre, no Brasil, não se discute as causas do problema, mas seus efeitos, ou seja, deveríamos aproveitar este valioso espaço para discutirmos alternativas auto-sustentáveis de desenvolvimento, geração de empregos, qualificação profissional, financiamentos a juros civilizados a quem quisesse se estabelecer, entre outras medidas. Os sacoleiros que me perdoem, mas enquanto estiverem dando um jeitinho, nenhuma destas medidas será efetivamente posta em prática.
- HOMERO PAVAN FILHO, Jacarezinho Pr
Que pena, Juliano!
Torno público minha indignação diante da notícia da morte do Juliano por entender que a sociedade precisa saber que mais uma vida foi ceifada nesta cidade de Londrina, em decorrência da crueldade de homens e mulheres omissos e despreparados para enfrentar os efeitos da história de exclusão à que estão submetidos crianças, jovens, adultos e idosos pelo Brasil afora e também neste município. Que Londrina não se transforme em mais um centro urbano, cujo destino de centenas de seus habitantes seja a morte prematura e violenta. Talvez, um espaço para o Juliano teria sido a Comunidade Terapêutica, por exemplo.
Por isso, perdão Juliano, porque o seu tempo de vida, de dor e sofrimento, de sonhos e desejos foi ainda insuficiente. Foi pouco morar num mocó, sentir fome, andar chapado pelas ruas, provocar e insinuar-se à comunidade, numa denúncia silenciosa de maus-tratos e absoluto descumprimento do direito à vida. Perdão, porque não deu tempo. Faltou-nos, ainda, coragem, organização e capacidade para fiscalizar e fazer valer o direito que você tinha à vida. Hoje mais uma vez, sinto-me profundamente envergonhada e mais intensamente decidida a lutar pela universalização dos direitos. Só isso tem sentido. (Notícia na edição de hoje, página 5 de Folha Cidades).
- MÁRCIA LOPES, assistente social e professora, Londrina
Correção
- A direção da Escola Estadual Aldo Dallago, de Ibaiti, negou ontem que sabia do envolvimento do vereador e professor Haroldo Caetano com drogas, como foi publicado ontem na Folha Cidades. Caetano está sendo acusado de matar uma aluna de 16 anos. No local do crime a polícia encontrou maconha.
- Erro técnico impediu finalização do texto do último parágrafo da notícia Câmara diverge sobre votação de hoje (Política, página 4, edição de quinta-feira). O correto é: O procurador (Osmar Vieira, da Prefeitura de Londrina) disse que não pretende tomar nenhuma medida em nome do prefeito.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]





