O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Praça Nishinomya
Dia 27 de maio a Folha relatou sugestões do leitor Carlos Alberto Siqueira, que reivindicou restauração, conservação e modernização da praça Nishinomya, símbolo de confraternização e harmonia entre Londrina e a cidade japonesa do mesmo nome. A tendência desses laços é estender-se, pois Londrina tem um relacionamento de extrema importância, como pólo de atração de investimento de capital, baseado na imensa comunidade japonesa. Essa amizade será revitalizada, conforme texto da jornalista Célia Baroni, dia 3, intitulado Promessas, onde o secretário de Obras, José Righi de Oliveira, anuncia a criação de nova praça ao lado da Nishinomya, incorporando-a para compensar a retirada da praça Bartolomeu de Gusmão, que terá parte de sua área destinada à Infraero, para construção de estacionamento ali. Tomara que tais decisões venham melhorar e embelezar ainda mais a cidade, que viabilizem o lazer, conserve a estética no lugar e acompanhe o desenvolvimento, sem provocar prejuízos para a sociedade.
- MARCIO APARECIDO VIDOTTO, Londrina
Lombada eletrônica
Apelo à direção do Hospital Evangélico, Detran e Prefeitura para, em conjunto, proceder estudo com vistas à instalação de duas lombadas eletrônicas em frente ao Hospital Evangélico, no ponto das vias que os peritos entenderem mais adequado para a diminuição da velocidade dos veículos. Há na Avenida Bandeirantes um fluxo de veículos extremamente denso e, por isso, insuportável. O fato tem meu testemunho. A razão do pedido prende-se ao fato de que os doentes daquele hospital não podem, infelizmente, dormir à noite. O barulho dos veículos é simplesmente infernal. Como podem os doentes refazer as energias se o sono é prejudicado pelo fluxo de trânsito à noite? Trata-se de uma situação que não pode continuar infringindo reiteradamente a conhecida lei do silêncio. A poluição sonora acontece principalmente na parte da frente do hospital, que não tem culpa do fato, mas não pode se eximir da colaboração com as entidades nominadas.
- JOSÉ ÁLVARES DELFINO, Londrina
Nome aos bois
Uma das liberdades mais importantes que temos na nossa democracia é a possibilidade de levantar a voz e, através da mídia, apontar algum problema ou necessidade urgente da nossa comunidade. Porém, uma reclamação formal sem a identificação do provável responsável pelo fato não produzirá o resultado esperado. Ninguém assume para si a culpa ou o erro. Dizem que o problema é estrutural ou institucional, e tudo continua como antes ou acaba em pizza.
Se nós queremos soluções para as nossas justas queixas, precisamos declarar também o nome e o sobrenome da pessoa que, pelo menos no papel, é o responsável direto pelo que acontece ou deixa de acontecer no setor onde há problema, isto é, vamos reclamar com a pessoa certa: o chefe ou o responsável. Lembremos que toda instituição e toda pessoa pública tem um nome a zelar, e é por aí que devemos começar. Ou usamos assim nossos direitos de cidadãos democratas ou então estaremos aceitando viver sob uma ditadura elegível.
- ALEXANDRE FONSECA DE MELO, Londrina
Maquiavelismo
Maquiavelismo no Brasil / Destrói o desenvolvimento / São mentalidades hostis / Para si o aproveitamento. / Não precisa inteligência / Para fazer os povos felizes / É usar a coerência / Copiar de outros países. / O raciocínio superado / De perseguir o produtor / Aumentam o desemprego / A miséria e a dor. / Criando leis no momento / Desestimulando quem produz / É preciso estar atento / Sem esperança de uma luz.
- JOSÉ DE ASSIS BRASIL, Londrina





