O leitor escreve
A nova Folha (1)
Parabenizo os jornalistas, equipe gráfica, funcionários e a direção da Folha pelo batismo de fogo da nova Folha do Paraná. Sensibilidade no jornalismo também é perceber que nosso Estado tem vozes, opiniões e sotaques. O resultado será um Paraná ainda mais forte e uma Folha ainda mais autêntica.
- EMILIA DE SALLES BELINATTI, vice-governadora do Estado
A nova Folha (2)
Agradeço o atendimento à minha solicitação. Este exemplar será de grande valia para o enriquecimento da coleção de jornais nacionais que mantenho.
Parabéns pela colocação destacada da Folha no ranking nacional, em assinaturas e circulação paga. Desejamos sucesso para que a Folha tenha seu projeto de crescimento acentuado perante outros jornais.
- JOSÉ FERREIRA SOBRINHO, Aracaju, Sergipe
A nova Folha (3)
A Delegacia do Ministério da Educação e do Desporto no Estado do Paraná, através de seu delegado e demais funcionários, parabeniza essa empresa jornalística pela criação da edição estadual da Folha, a Folha do Paraná. Fazemos propícia a ocasião para desejar ao novo periódico os mais profícuos votos de sucesso, almejando que ele trilhe pela mesma linha editorial do jornal que lhe deu origem, engajado que é às causas educacionais do nosso Estado.
- ALTEVIR ROCHA DE ANDRADE, Delegado e demais funcionários
Sem-terra
São lamentáveis as cenas de conflitos com os sem-terra que vemos diariamente, como as de Eldorado dos Carajás, Ibiporã e, por último, em Tamarana. Os sem-terra têm lá suas razões de pedir o cumprimento do art. 5º, XXIII, da Carta Magna, que garante que a propriedade atenderá sua função social, sob pena de desapropriação. Só que não podem utilizar de meios ilícitos para isso, como: coação, associação de caráter paramilitar, apropriação indébita de bens alheios, homicídio, formação de quadrilha e outros crimes capitulados pelo ordenamento penal. Em compen
sação, a Constituição Federal garante o direito de propriedade, assegurado também no art. 502 do Código Civil, que permite ao proprietário manter-se ou restituir o imóvel pela sua própria força, como foi feito em Ibiporã, por um proprietário que resolveu tirar os invasores à bala, com o respaldo da lei.
A Sociedade Rural do Paraná contratou seguranças para defender o interesse dos proprietários, garantido constitucionalmente, e em contrapartida os sem-terra alardeiam publicamente que estão se armando. Para quê? Para tentar se apropriar indevidamente de imóveis que não lhes pertencem? As cenas na televisão mostraram que os sem-terra assumiram a autoria do assassinato de um segurança da Fazenda Borborema. Eles controlam a entrada e a saída de pessoas, usam tratores da propriedade, como se o dono não tivesse nenhum direito. Para piorar a situação o Estado é complacente com os invasores, vez que não cumpre as determinações judiciais. Não é de se admirar que o homicídio fique impune. Aliás, o culpado por essa
execução é o Estado, que não havia
cumprido a reintegração de posse
concedida pelo Judiciário.
- ANTONIO FARIAS FERREIRA NETTO, Londrina
Desafio
A humanidade tem que vencer grandes desafios e dificuldades diariamente para conquistar um futuro mais justo e fraterno para sua gente. Infelizmente, isso não ocorrerá, pois nossos problemas, individuais ou coletivos, não serão solucionados enquanto estiverem escravizados por vampirizadores da vontade alheia, ou seja, o descaso, a inércia e a falta de interesse na resolução dos fatos. Se os desafios fossem enfrentados unicamente uma vez no ano, numa competição saudável e educativa, todos ganharíamos. Porém, a realidade nos chama à razão, porque nossas necessidades são infinitas, das mais variadas ordens, material e espiritual. Sem o alimento precioso perecemos. Sem amor também morremos. Bebê sem afeto materno sucumbe de apatia.
Contudo, não lamentemos os obstáculos oferecidos pela vida. A cada vitória ou derrota aparente somos alçados à categoria de vencedores. A cada dia, uma nova lição de amor. Saibamos aproveitar o aprendizado. Após as noites tempestuosas da alma haverá sempre um novo alvorecer. Brilha o Sol e aquece os frios corações humanos. Nada é obra do acaso. Não existe acaso. Não recuemos ante as incertezas e desafios da vida, quando nos conduzem ao caminho do amor e da sublimação espiritual. E que Deus nos impeça sempre de praticar o mal. Qualquer sofrimento moral ou material tem o caráter de chamar o filho homem para o seu pai, que é Deus.
- VALDEMI GOMES DE BRITO, Londrina





