O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Sistema carcerário
No dia-a-dia estamos tendo notícias de presídios superlotados, onde presos protestam das mais variadas formas. Não é para menos porque o sistema carcerário está totalmente ultrapassado e, ao invés de recuperar, acaba formando uma hoste de perigosos marginais, cada vez mais violentos porque não vêem saída para os seus malfadados destinos.
Como leigos, convocamos os legisladores, jurisconsultos e todos os homens responsáveis pela justiça, que de fato fomentem a justiça, recuperando delinquentes para a sociedade. Achamos desumano e totalmente ultrapassado o Estado aplicar penas que ultrapassam a idade média biológica do indivíduo e penas que são reduzidas por direitos legais. As penas deveriam ser simplificadas e de, no mínimo, um e no máximo cinco anos de reclusão, numa espécie de fazenda-presídio, onde os condenados, independente de sexo, tivessem condições de refletir sobre seus erros; pudessem trabalhar, estudar e lá mesmo houvesse assistência médica e hospitalar. Cada Estado brasileiro teria uma fazenda-presídio, apenas uma, para atender seus marginais. Os atuais presídios e cadeias seriam remodelados e transformados em hospitais, manicômios, escolas para excepcionais, creches, escolas convencionais, bibliotecas ou museus.
Para bandidos reincidentes por mais de três vezes ou que somando as penas cumpridas tenham que ultrapassar a quinze anos de reclusão e também para aqueles que cometem crimes hediondos, como assalto ou sequestro, seguido de maus-tratos ou morte, e para estupradores de menores de idade a pena, depois de comprovada a autoria do crime, deveria ser a execução com veneno. Entendemos que para termos um mundo melhor, com qualidade de vida, todos devemos participar.
- FRATERNO MARIA NUNES, Campo Mourão
Amigos de Londrina
Foi com imensa satisfação que recebemos o apoio da Folha de Londrina na fundação da Associação dos Amigos de Londrina - AAL. A associação já nasceu grande, congregando, no primeiro momento, 150 filiados. Estamos empenhados em filiar o maior número possível de pessoas em nossa associação. Nossa meta é atingirmos, até o final do ano, 1.000 filiados. Baseados, ainda, que Curitiba será a Capital do Mercosul, pretendemos criar aqui a Casa de Londrina para que os empresários do Norte do Paraná possam, entre outras coisas, efetuar transações comerciais com os países do Mercosul. Levantaremos, também, a bandeira para a duplicação da estrada para Londrina, visando com isso a maior integração Norte-Sul e melhores condições para escoamento das riquezas do Norte do Estado, via Porto de Paranaguá. Em trabalho, temos o registro oficial da AAL, a criação de formulários AAL e a divulgação da Associação na imprensa escrita, falada e televisada. Em breve estaremos trabalhando com projetos culturais e com a preparação de eventos AAL. Por enquanto, o ponto de contato é pelo nosso telefone (041) 997-1255, com Augusto. O endereço para correspondência é o seguinte: Augusto Gonçalves Filho, Rua Senador Xavier da Silva, 488 - 7º/706-b, Centro Cívico, CEP: 80.530-060 - Curitiba
- ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DE LONDRINA - AAL
Ameaça da miséria
Concordo plenamente com o editorial intitulado Ameaça da miséria, do dia 19. O fato é que democracia não é o governo quem faz e sim o povo. Infelizmente o povo só consegue fazer isso se tiver educação. Porém, educação e fome não andam juntas.
- HAMILTON CORREA, Londrina.
Casa & Cia.
Parabenizo a Folha de Londrina por ter promovido alterações no caderno Casa & Cia., destinando maior espaço para reportagens afins. Sugiro a publicação de uma série sobre a História da Arte, dando ênfase a determinado estilo, com as características pertinentes, nomes dos principais artistas que representaram a época e ilustrações de móveis, objetos e pintura. Desta maneira este conceituado jornal estará envolvido também com a formação cultural dos leitores, além de seu objetivo principal, que é a informação.
- MARLENE BORTOLATO CARVALHO, Londrina





