O leitor escreve





Aniversário (1)
Quero congratular-me com os diretores, jornalistas e funcionários da Folha de Londrina/Folha do Paraná, pelos 51 anos de existência como jornal de extrema credibilidade e orgulho do povo paranaense. Para nós do setor agropecuário, nosso eterno agradecimento pelo apoio em todos os empreendimentos, à causa que engrandece nosso trabalho.
- JUAREZ MOREIRA DA SILVA, chefe do Núcleo Regional da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Londrina
Aniversário (2)
Alô, Folha de Londrina/Folha do Paraná! Uma boa idéia como essa (51 anos) tem que ser comemorada, pelo menos, por mais 51 anos. Parabéns!
- PAULO BASTOS, Londrina
Bingos (1)
A norma jurídica deve ser ajustada quanto aos jogos de azar, porque uma parte da população fica à mercê, pois como não tem discernimento e firmeza, passa a ser presa fácil desses e outros iguais, predadores de suas economias. O nosso sustento vem do decorrer de nossa trabalho. É o caminho mais difícil. Mas, este caminho, embora estreito e apertado, é o único compensador, pois não detém efeitos colaterais. Que Deus nos abençoe e nos guarde, livrando-nos de males como estes.
- SANDERSON R. S. DIOTALEVI, coronel PM, Curitiba
Bingos (2)
É evidente que neste país a jogatina é escamoteada sob os mais variados disfarces. Sou francamente favorável à legalização do jogo, como forte apelo ao turismo e como grande fonte de renda ao Tesouro, que poderá custear especialmente seus programas sociais. Agora, o que está aí é um disfarce vergonhoso que ofende a inteligência nacional. Vamos deixar de ser hipócritas e assumir que o brasileiro adora jogar... e joga.
- JOSÉ LUIZ COELHO GOMES, Astorga
Árvores
Não foi com grande pesar que tive conhecimento, através da Folha do último domingo, de que as obras em andamento na Avenida Rio Branco (em Londrina) exigirão a derrubada das frondosas árvores localizadas em seu canteiro central. Como transito com relativa frequência nesta avenida, já havia percebido o andamento das obras e tinha a esperança de que, pela primeira vez em nossa cidade, o advento de uma melhoria viária não implicaria a derrubada de nossas minguadas e esparsas árvores. Mas, infelizmente, não ocorreu o que minha vã esperança aguardava.
Não há que se negar o benefício de uma obra viária, e, com certeza, não temos nenhum órgão público com motivações diversas da busca do bem geral da população. Contudo, entendo necessário repensarmos esse permanente conflito entre obras públicas e meio ambiente, tendo por escopo único a qualidade de vida da população, seja em sua locomoção, seja na qualidade do ar que se respira.
Quem não se recorda do alargamento da Avenida JK, na altura do Colégio Canadá, quando também se cortaram as árvores ali existentes, mas até a presente data não procederam ao seu replantio? Qual a explicação para isso? Do mesmo modo, nossa cidade há muito tempo padece de ações concretas com vistas à implantação de uma arborização em toda sua extensão, já que temos muitas ruas e avenidas praticamente desprovidas de árvores (Duque de Caxias, Brasília, Tiradentes etc.), sem mencionar as praças e demais logradouros públicos, que se encontram em péssimo estado de conservação (Vale do Rubi, por exemplo).
Entendo que a atuação da Autarquia Municipal do Meio Ambiente (AMA) deveria nortear-se por uma política permanente de incremento das áreas verdes de nossa cidade, e não apenas pela reposição das árvores sacrificadas pelas obras públicas ou pelas intempéries, para que, doravante, não tenhamos novamente o desprazer de ver uma de nossas poucas avenidas, providas de cobertura vegetal, perder a única razão para seu embelezamento. Acho que a nova Avenida Rio Branco deverá nos propiciar um trânsito com maior fluidez, mas nada reporá a perda das árvores até então ali existentes.
- JORGE NETTO FILHO, servidor público federal, Londrina
Protesto
A CUT, os sindicatos filiados, partidos políticos e entidades civis e populares, integrantes do Fórum Popular de Luta por Terra, Trabalho, Cidadania e Soberania, realizaram dia 10 o Dia Nacional de Paralisação e Protesto, com manifestações em todo o País em defesa do emprego e do Brasil. A paralisação, que foi definida por este Fórum, teve como eixos principais a luta por emprego, salário, previdência, reforma agrária, pelo não-pagamento das dívidas interna e externa e por direitos sociais.
O objetivo do protesto foi para denunciar a política neoliberal do governo FHC e sua submissão ao Fundo Monetário Internacional, que privilegia os ricos e especuladores internacionais, gastando somente neste ano mais de R$ 88 bilhões com juros de uma dívida pública (interna e externa) criada, dentre outras, para socorrer bancos quebrados.
- ANTONIO CARLOS DE MELO, Porecatu
Energia
O mundo globalizado não permite auto-suficiência seja do que for. Para conquistarmos elevado nível de renda e de bem-estar social necessitamos ser eficientes, inclusive no campo energético. Felizmente o Próalcool, que nos custava pouco, acabou. Mesmo assim, bastou o governo demonstrar boa vontade e o mercado de automóveis insinuar mais procura de veículos a álcool para os usineiros aumentarem substancialmente os preços do álcool.
O Japão tem mostrado e demonstrado ao mundo que o conhecimento, a educação e a elevada produtividade de seu povo podem garantir elevado nível de vida apesar de dependerem de tudo: minério de ferro, soja, petróleo e todas as commodities imagináveis vêm do exterior. E o Brasil? Deitado em cima de tantas riquezas, não consegue o mesmo nível de vida. Portanto, não é a dependência deste ou daquele produto, muito menos de políticas nacionalistas que busquem auto-suficiências onerosas que vão nos tirar do buraco. Somente nossas cabeças educadas e treinadas para o mundo moderno poderão nos salvar da miséria.
- EDUARDO JOSÉ DAROS, São Paulo (SP)
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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