O LEITOR ESCREVE
Assistente Social
Ainda hoje a imagem que se tem do assistente social é aquela ‘moça boazinha que ajuda os pobres’. Apesar de falsa, essa conotação tem como base a própria origem do Serviço Social, quando mulheres piedosas prestavam assistência aos pobres. Com a evolução histórica da profissão, a partir do século XIX a assistência social passou a perder seu caráter de doação e a ganhar os primeiros contornos técnicos e organizacionais. Entretanto, ainda nos dias de hoje, como resquícios dessa origem, deparamo-nos com a falta de clareza por parte da população sobre a atuação do profissional de serviço social, confundindo-a com atividades assistenciais desenvolvidas por outras pessoas. No Brasil, o Serviço Social como profissão liberal surgiu na década de 30 e foi regulamentada em 1957, cujo exercício profissional é fiscalizado pelo Conselho Regional de Serviço Social - CRESS.
Desta forma, a profissão passa a ser exercida por profissional de nível superior, habilitado técnico-cientificamente para identificar e intervir nas questões sociais. São atribuições do Assistente Social: planejar e coordenar programas sociais, prestar assessoria técnica, deliberar o trabalho técnico-profissional na área de serviço social e participar na formulação e implementação das políticas sociais. Este profissional está apto a atuar em diversas áreas, tais como: saúde, organizacional, educação especial e outras. Na área da saúde, o assistente social é o profissional habilitado para interagir nas questões que interferem na realidade saúde/doença, visando a participação do usuário como sujeito no processo de prevenção e tratamento, envolvendo a família, as instituições e a sociedade.
- GRASS - Grupo de Assistentes Sociais da Área de Saúde de Londrina
Horário comercial
Temos demonstrado incisivamente que o horário comercial de Londrina tem um aspecto tacanho, se comparado às cidades de mesmo porte em todo o Brasil. Londrina é a terceira cidade mais importante do sul do País, no entanto comporta-se como sem expressão quando se trata de horário comercial. Ainda temos um horário das 8 às 18h de segunda a sexta-feira e aos sábados das 9 às 13h, dando um prejuízo imensurável aos comerciantes, aos comerciários e perda de divisas para a cidade. O exemplo de Maringá: Dia 9 trabalhou até às 22h e sábado, dia 10, apesar de ser feriado (50 anos da cidade) trabalhou das 8 às 18h. Londrina trabalhou no dia 9 das 8 às 20h e no dia 10 das 9 às 18h apesar da grande diferença como metrópole. Dia 8/12, segunda-feira, está previsto feriado em Londrina. Pedimos às autoridades e dirigentes classistas que evitem mais este prejuízo para Londrina. As folgas podem ser transferidas para outras datas, a exemplo de Maringá, que permaneceu com seu comércio aberto, para atender à demanda da Semana das Mães, no seu dia mais importante, aniversário da cidade, e folgaram normalmente no dia 12 (segunda-feira). Maringá pensou grande e todos nós devemos seguir este exemplo, pois no momento o consumidor está bem acima de rei e deve ser tratado neste nível, especialmente em épocas tão importantes como a Semana das Mães, Páscoa, Namorados, Pais, Crianças e, finalmente, dezembro, quando o consumidor necessita de mais tempo para as compras.
- ANTONIO SAMPAIO DE ANDRADE, gerente das Lojas Riachuelo em Londrina
Cumprimento
Parabenizo a Folha de Londrina pela coluna ‘Brasil On Line’, recentemente criada, com assinatura do jornalista José Pedrialli. Viciado em jornais e admirador confesso da Folha de Londrina, considero que a nova coluna, eficaz na publicação de informações precisas e atuais da política nacional, enriquece o jornalismo paranaense. É assim que nós, leitores, queremos a Folha de Londrina: competindo com os principais jornais do País.
- PAULO BERNARDO, deputado federal, PT/PR
Correção
Numa das legendas da coluna Sociedade/Londrina, edição de ontem, Francisca Ventura foi identificada incorretamente. Ela aparece na foto ao lado de Sônia Medeiros, Maria Lopes Kireeff e Eliane Macuco.

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