Dia do Bombeiro
Não podíamos nos furtar de prestar nossa homenagem àqueles que se doam integralmente à função que ocupam, pondo em risco as suas próprias vidas para nos salvar. Desde 8 de outubro de 1912, o Corpo de Bombeiros do Paraná vem se dedicando ao trabalho de busca, salvamento, combate a incêndio, socorro de acidentados e execução de avidades de defesa civil, no governo do presidente do Estado do Paraná, Carlos Cavalcanti de Albuquerque. O CB teve como 1º comandante o major Fabriciano do Rego Barros, que iniciou importante trabalho, reconhecido por todos nós, do qual muito nos orgulhamos.
O Paraná conta com seis grupamentos de bombeiros, nas cidades-pólo como Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, São José dos Pinhais e em Curitiba. Existem ainda os subgrupamentos de bombeiros independentes lotados em Foz do Iguaçu e Paranaguá. Cada grupamento tem jurisdição territorial para dar o apoio necessário às cidades de pequeno e médio porte, que não dispõem de grupamentos ou seções de bombeiros.
Outra atuação exercida com muita grandeza e dedicação por estes homens destemidos é através do Sistema Integrado de Atendimento de Trauma e Emergência (Siate), que tem prestado relevantes serviços aos munícipes, salvando muitas vidas em decorrência da agilidade na locomoção e da competência daqueles que executam o atendimento médico local. Por todos os dignificantes trabalhos realizados durante os 87 anos de existência, o Grupo Promotor do Desenvolvimento Regional (GPDR) rende homenagem a todos os bombeiros do Paraná que desenvolvem este importante papel de salvar vidas. Pedimos a Deus que sempre os acompanhe e os proteja nas difíceis tarefas que a função lhes impõe.
- OCTÁVIO CESÁRIO PEREIRA NETO, presidente do GPDR, Londrina
Surdos
Ao apresentar os momentos silenciosos, pela perda da audição, dava muitas olhadas em volta da minha família, que se comunicava, e ficava sem entender. Simplesmente, era o momento de eu aprender vendo com meus próprios olhos. O apoio dos meus pais foi um grande desafio. Eles queriam o melhor e lutaram para a minha educação, para que o meu aprendizado crescesse cada vez mais. Era uma comunicação muito oralizada, não dava para entender de vez em quando. Repetidas vezes, meus pais falavam para eu aprender a falar. Desde minha adolescência, comecei a me interessar pelo estudo e por aprender muitas coisas.
Uma das minhas muitas preocupações está em como ajudar no aprendizado da criança surda como eu. É este resultado importantíssimo: é possível desenvolver o crescimento comportamental, intelectual e educacional da pessoa surda com a ajuda dos pais, de forma clara e comunicativa através dos sinais e da expressão labial desde a infância, para que a pessoa surda tenha uma comunicação fluente e livre no meio da família.
Nos Estados Unidos, a Universidade de Gallaudet é uma universidade de artes para surdos. A comunicação entre a universidade e os universitários é feita pelo uso de quirologia, escrita e falada. A comunicação visual de sinais é uma exigência da comunidade. Os universitários surdos de Gallaudet são considerados como desafios intelectuais, e práticos que conduzem ao trabalho produtivo, serviço de comunidade, e satisfação pessoal.
Leitores, sejam bem-vindos à comunidade surda através da Associação dos Surdos de Londrina (ASL), da Associação dos Pais e Amigos de Deficientes Auditivos de Londrina (Apadal) e do Instituto Londrinense da Educação dos Surdos (Iles). Seus participantes vão ficar contentes com sua presença.
- FÁBIO LUIZ VEDOATO, Londrina
Família
Hoje vemos muitas crianças órfãs e abandonadas, vivendo em orfanatos e a maioria delas nunca chega a conhecer o aconchego de um verdadeiro lar. Outras estão nas ruas sem nenhuma perspectiva de vida melhor. Assim elas vão lutando como podem pela sobrevivência. Elas que representam a geração futura estão à mercê da sociedade, que ao invés de investigar na educação dessas crianças sem famílias, simplesmente as ignoram.
Por outro lado, podemos ver crianças felizes, vivendo na mais completa harmonia com suas famílias. Sabemos que os pais são os maiores responsáveis para garantir e suprir as necessidades dos filhos, tanto as físicas quanto as emocionais, mas eles também dependem de vários fatores sociais, políticos e econômicos para proporcionarem à sua família um padrão de vida que seja digno.
A adoção de crianças sem pais por outras famílias por si só não resolve o problema, pois para a criança realmente se sentir parte de uma família, ela precisa receber além da educação, muito amor, carinho e respeito dos pais. Mas infelizmente isso muitas vezes não acontece. Todo ser humano desde seu nascimento precisa de uma família unida e bem estruturada para sentir-se bem e para a realização plena de seus ideais.
- CLEUZA CAMARGO DE OLIVEIRO, Londrina
CorreçãoDiferentemente do que foi publicado ontem na Folha2, a última vez que Caetano Veloso se apresentou em Londrina foi em 1985.
- Diferentemente do que foi publicado no texto entre o título e a notícia ‘‘Termina hoje prazo para novas sugestões’’, na capa do caderno Folha Curitiba, o projeto da lei de zoneamento de Curitiba não será encaminhado na semana que vem para a Câmara Municipal, mas sim na primeira quinzena de novembro.
- Coluna Headphone, na página QG da Folha2 de ontem, publicou foto de Carina Helene Alves de Souza no lugar da foto de Júlio César Gomes.
- Na notícia ‘‘Presidente da Câmara diz que promotor é lento’’, no Caderno Cidades de ontem, a frase correta do promotor de Defesa do Patrimônio Público de Londrina, Bruno Galatti, é: ‘‘Com exceção dos vereadores (que estiveram no gabinete do promotor durante a semana), os demais não se dignaram (não tiveram o trabalho) de vir até aqui, especialmente para tomar conhecimento do processo.’’ Galatti está investigando supostas irregularidades em contratos firmados pela Autarquia Municipal do Ambiente e Companhia Municipal de Urbanismo (Comurb) de Londrina.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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