O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Quem é Gabriel Oselka?
Gabriel Wolf Oselka, professor associado do Departamento de Pediatria da Universidade de São Paulo, ex-presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo e ex-presidente do Conselho Federal de Medicina tem travado mais batalhas pela vida humana do que qualquer um de nós, ex-alunos ou amigos ou simplesmente admiradores, podemos avaliar. As opiniões do prof. dr. Gabriel Oselka, sobre medicina, sobre imunizações e, nos últimos anos, sobre bioética são respeitadas e procuradas em todo este imenso país porque são sensatas, inteligentes e sempre embasadas em extensa literatura nacional e internacional sobre os temas que aborda. O prof. Oselka sempre foi um grande despertador de vocações para as áreas nas quais ensinou, porque poucos são os ungidos com o dom de saber e saber ensinar. Sempre, em quaisquer de suas atividades, o respeito pela vida e pelo ser humano tem sido a melhor de suas qualidades. Aqueles que o conhecem em profundidade, e garantimos, são muitos neste país, só podem ver como um profundo erro de informação as opiniões lastimavelmente proferidas pelo jornalista Walmor Macarini no artigo O que é morte inevitável, do dia 18 de abril pp., a respeito do prof. Gabriel. Londrina tem contado sempre com um espaço na apertada agenda do prof. Gabriel porque ele conhece e respeita o esforço que aqui temos realizado para o ensino e a prática da Medicina com qualidade e ética. A ele somos gratos e esperamos que assim continue.
GERSON ZANETTA DE LIMA e mais 24 assinaturas de médicos de Londrina
Padre Anchieta
Dia 9 de junho de 1597 morria em Reritiba, hoje Anchieta, Estado do Espírito Santo, o padre José de Anchieta, apelidado, com justeza, O Apóstolo do Brasil. Ele nasceu na ilha de Tenerife, no arquipélago das Canárias, no dia 19 de março de 1534. Veio para o Brasil no ano de 1553 com a idade de 19 anos. Durante 44 anos desenrolou seu labor missionário com uma dedicação sem limites, sobretudo em favor dos indígenas americanos. De inteligência brilhante e avantajada cultura foi mestre insuperável para os colonos portugueses e para os silvícolas de todas as tribos.
Riquíssimo de virtudes cristãs transbordou seu largo coração em benemerências espirituais na conversão dos gentios e na manutenção da fé cristã. Sempre humilde, manso, penitente, de extrema castidade, de angélica piedade, foi querido de todos e por todos venerado como santo de Deus. Sem dúvida, e na opinião geral dos contemporâneos e dos pósteros - o maior missionário da Terra de Santa Cruz. Eis que, no ano que corre, 1997, comemoramos os quatrocentos anos de sua santa morte. Há celebrações pelo Brasil inteiro. Em São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo foram constituídas comissões responsáveis pelos festejos. Que serão, certamente, de elevado brilho e de copiosos e belos frutos. Crescerá a admiração por ele, transbordará o sincero agradecimento de todo o povo e, acima de tudo, brotarão frutos maduros de seus ensinamentos e exemplos. Primeiro que tudo, porém, o conhecimento de sua vida e de suas obras. Por isso mesmo estarei lançando, o mais cedo possível, meu livro Padre José de Anchieta - o Apóstolo do Brasil.
Resplandeça no céu da Pátria sua imagem de luz. E lá de cima, da morada celeste que ele habita, derrame sobre todos os filhos da Terra do Cruzeiro, o caudal das graças divinas.
- EDUARDO AFONSO, Londrina
Folha da Justiça
Caro João Antonio Vieira Filho. Ao acusar o recebimento de sua comunicação de que a Folha de Londrina, sob sua eficiente direção, passa a publicar semanalmente a página Folha da Justiça, sob responsabilidade editorial da jornalista Mari Tortato, venho cumprimentá-lo pela oportuna iniciativa que, por certo, será recebida com carinho e aplauso pela classe dos advogados e por todos aqueles que, de uma forma ou de outra, se acham envolvidos com a prevalência do Direito e a aplicação da Justiça.
- ALFREDO DE ASSIS GONÇALVES NETO, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Paraná, Curitiba





