PAI
Num país onde a saúde é tratada com tanto desprezo, com milhões de pessoas padecendo nas filas dos hospitais, a maioria crianças e idosos, pude sentir o carinho que o prefeito Antonio Belinati dedica ao setor em Londrina. Apenas um homem com a visão e o coração deste prefeito é capaz de projetar e construir algo da grandeza do Pronto Atendimento Infantil (PAI). Em 24 anos de jornalismo, nunca vi nada igual.
Na madrugada de ontem, fui acordado por meu neto de 2 anos e meio de idade, que ardia em febre. Imediatamente, veio a lembrança do PAI. Não me arrependo da escolha. Meu neto foi tratado com muito amor e carinho por médicos, enfermeiras e atendentes. Quero através desta não só parabenizar o amigo Belinati, mas todos aqueles que trabalham no PAI. Eu e o meu neto, Victor Eduardo Simplício Paes dos Santos, estamos eternamente agradecidos.
- ANTONIO ROBERTO SIMPLÍCIO, jornalista, Londrina
Folhaweb
Há três anos morando nos Estados Unidos, diariamente acesso a Folha de Londrina/Folha do Paraná e a coluna do Ruy Barrozo para não me distanciar do que acontece no meu País, no meu Estado e entre meus amigos. Posso perceber a intensa busca da excelência deste jornal, quando percebo o cuidado nos detalhes. A notícia com a cara da notícia e não com cara de dono do jornal. Sem falar na qualidade da home page, que é coisa de primeiro mundo.
- DALILA M. VALERIO, Houston/Texas (USA)
Carta aberta
Sinto-me na obrigação de prestar satisfação à comunidade pelo destempero promovido por mim em entrevista à tevê a cabo de nossa cidade, quando fui colhido numa ardilosa pergunta que me levou à ira e consequentemente, ao contra-ataque, uma vez que minha integridade moral foi colocada em dúvida. Como todo ser humano, estou também à mercê dos riscos de erros, e é por isso que me reparo, principalmente pelo bem da coletividade cascavelense, para que volte a reinar a paz e a harmonia no seio de nossa grande família.
Outrossim, a título de justificativa, quero informar a quem ainda não sabe e somente ouvia outras versões, que a minha raiva naquele momento se deveu ao fato de que o comandante da Policia Militar, a despeito de toda a criminalidade que campeia na área de abrangência do 6º BPM, da carência de recursos humanos para policiar bairros e o centro da cidade, dava-se ao luxo de determinar observação rigorosa nos carros que uso para desenvolver o trabalho de representatividade de deputado estadual, como se este parlamentar fosse um transgressor da lei.
Senti-me humilhado e vilipendiado em cima dos meus quase 45 mil votos delegados pelo povo de Cascavel e do Oeste do Paraná. Daí minha reação. É de se repensar, entretanto. Enquanto eu e minha assessoria trabalhamos incansavelmente para trazer mais recursos de toda a natureza para as polícias Civil e Militar, o coronel perdia o seu tempo e o de seus subordinados a investigar a origem de um carro que é da Assembléia Legislativa e outro de minha propriedade particular.
Saliento ainda aos meus eleitores e ao povo paranaense que em relação ao ‘‘delírio’’ de alguns que dizem tentar cassar o meu mandato, que sou um parlamentar de nome limpo na Justiça brasileira, diante de tal não há o que temer. Feito os esclarecimentos e agora somente disposto a empregar meu valioso tempo perdido e de minha assessoria naquilo que sempre soube fazer, que é reivindicar pelo povo ordeiro e trabalhador deste Estado, dou por encerrada a polêmica pelo menos de minha parte, colocando-me ao inteiro e sempre pronto dispor da comunidade paranaense.
- TIAGO DE AMORIM NOVAES, deputado estadual, Cascavel
Preconceito
No mês passado, entre os dias 21 e 28, foi realizada uma pesquisa eleitoral para o cargo de prefeito de Rolândia. Entre os questionamentos estavam: em quem você votaria? Em quem você não votaria? E ainda uma pergunta questionando se você votaria em um empresário qualquer ou em um político. Ocorre que eu, José Giuliangeli de Castro (Zezinho), fisioterapeuta, deficiente visual, fui mencionado na pesquisa. Até aí tudo bem, se não fosse o caráter pejorativo que colocaram o meu nome: José Giuliangeli de Castro (Ceguinho). Ainda mais que no meio político sou conhecido como Zezinho. Tenho muitas virtudes que poderiam ser mencionadas, como por exemplo, José Giuliangeli de Castro (fisioterapeuta).
Sempre lutei contra a discriminação e o preconceito e não posso ficar calado diante desta situação. Afinal, isto não agride só a mim, mas todas as pessoas portadoras de algum tipo de deficiência. Pessoas que devem ser tratadas com o mínimo de dignidade e respeito. No mesmo período da pesquisa foi comemorada a Semana Nacional da Pessoa Portadora de Deficiência ou Portadora de Necessidades Especiais. Uma triste coincidência. Será que foi ignorância ou discriminação de quem encomendou esta pesquisa? Lembro que isto é crime inafiançável, pois todos são iguais perante a lei.
- JOSÉ GIULIANGELI DE CASTRO, Rolândia
Zerão
Como pai de menor que frequenta semanalmente o Zerão, em Londrina, local de relaxamento físico e parque de diversões para nossos filhos, deparei com total descaso aos brinquedos ali existentes. Sou leitor assíduo desta seção e do Informe Folha, deste conceituado jornal, quando não raras vezes leio reclamações a respeito deste assunto. Com certeza, já são poucas as opções de lazer para nossos filhos e as que ainda existem estão em completo abandono. Considero nossa administração municipal muito boa, que está sempre preocupada com o bem-estar da comunidade, mas entendo também que não se deve deixar acabar o que de bom existe. Acho que está faltando mais acompanhamento pela fiscalização do poder municipal.
- ANIZIO MARCELINO DOS SANTOS, auxiliar financeiro, Londrina
Combustíveis
Faço minhas as palavras do leitor Antonio Carlos Faria dos Reis em sua carta publicada ontem nesta seção sobre o preço dos combustíveis em Londrina. E acrescento: o senhor promotor, além de assistir, o que vem fazendo a respeito? Outro detalhe importante: os centavos de reais na cidade têm três casas, é a exatidão da matemática?
- MARCIO L. CARRERI, Londrina
Correção O feto encontrado ontem em Jataizinho estava na lagoa de tratamento de resíduos da Estação de Tratamento de Esgotos e não no reservatório de água, como informava o título da notícia publicada na edição de ontem da Folha Cidades.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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