PM e Timor Leste
O Comando da Polícia Militar do Paraná vem a público esclarecer que não está alheio à situação do Timor Leste e que se compadece com as atrocidades cometidas na ex-colônia portuguesa, mas frisa claramente, mais uma vez, que sua responsabilidade primeira é com o povo do Paraná, de cuja população recebe a confiança para promover a segurança pública.
O fato de a PM paranaense não ter aceito o convite formulado pelo Exército Brasileiro para integrar a força de paz das Nações Unidas não pode ser considerado como uma omissão ou falta de solidariedade. O Brasil não vive nenhuma comoção interna e nem viveu nos últimos anos, podendo desta forma dispor para as ações humanitárias citadas pelo senhor César Sanson em carta publicada por este órgão de imprensa no último dia 16, de suas Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) para tarefas deste tipo.
Estes sim estão preparados para combater as atrocidades amplamente divulgadas pela imprensa todos os dias no Timor Leste. O senhor Sanson parece não ter compreendido com clareza que a tarefa da Polícia Militar é a manutenção da segurança pública e que existem as Forças Armadas para atuar em ações internacionais como as citadas pelo leitor.
O senhor Sanson, ao tecer críticas irresponsáveis ao fato de a Polícia Militar do Paraná não enviar oficiais ao Timor Leste, desconsiderou que nos esforçamos para conter a escalada da criminalidade e atendemos cerca de 60 mil ocorrências por mês em todo o Estado.
- CORONEL LUIZ FERNANDO DE LARA, comandante-geral da Polícia Militar do Paraná, Curitiba
Combustíveis (1)
Por que em Londrina os combustíveis são tão caros, talvez os mais caros do Brasil? Basta sair do município para encontrar álcool e gasolina com preços bem mais baixos do que em Londrina. Mesmo em postos de rodovias próximas a Cambé, Rolândia e Rodovia do Café existem em vários postos vendendo gasolina ao preço de R$ 1,19 e álcool a R$ 0,44. Em Curitiba, para onde vou a cada 15 dias e ando de carro a álcool por toda a capital, verifico os preços expostos em faixas bem legíveis e, só reabasteço em postos com o menor preço. Em Curitiba, a gasolina custa de R$ 1,09 a R$ 1,19 e o álcool R$ 0,37 a R$ 0,49. Enquanto em Londrina a gasolina custa de R$ 1,32 a R$ 1,399 e o álcool de R$ 0,62 a R$ 0,699.
No caso do álcool, que eu saiba, não existem usinas próximas a Curitiba; elas estão mais próximas de Londrina. Então por que o álcool aqui é mais caro? Será que é um cartel formado novamente com preços poucos diferenciados para disfarçar? Quando estou em Londrina prefiro ir até Cambé para abastecer o tanque do carro, compensa a viagem.
- ELCIO PAULO CARBONIERI, comerciante, Londrina
Combustíveis (2)
Uma reportagem na TV, no dia 13, constatou através de pesquisa, que Brasília é a capital onde o preço dos combustíveis é o mais alto do Brasil, R$ 1,299 o litro da gasolina; e Curitiba, o mais barato: R$ 1,099. Em Londrina, o litro da gasolina está sendo vendido entre R$ 1,329 e R$ 1,399 e o álcool entre R$ 0,649 a R$ 0,699. Parece ser o mais caro do País. Antes do último aumento, vários postos de Londrina faziam promoções. O que está acontecendo? Isso é o que se chama de cartel? Isso é um absurdo.
- VANILTON DE FREITAS SCOPONI, advogado, Londrina
Cursos técnicos
O Colégio Estadual Professora Reni Correia Gamper – Ensino Médio e Profissional de Manoel Ribas, vem ser o único colégio do interior e o segundo do Estado a oferecer o curso pós-médio/técnico em Informática. A implantação deste curso foi uma iniciativa do governo do Estado através do Programa de Expansão, Melhoria e Inovação do Ensino Médio (Proem), para trazer uma revolução no ensino profissional.
Mas a realidade é bem diferente. Tudo não passa de um jogo político ilusionário. Com a aprovação do curso no colégio, o diretor teve uma luta travada com a Secretaria Estadual de Educação (Seed) para a contratação de um professor habilitado na área, pois a Seed queria obrigar o colégio a receber um professor ocioso da área do extinto curso auxiliar/técnico em Contabilidade que não possui conhecimento algum na área de informática para ministrar este curso.
Hoje, após nove meses, noto a grande dificuldade que o colégio está enfrentando para a manutenção do curso, por causa do alto custo e a negligência da Seed para a contratação de funcionários especializados na área para a manutenção do laboratório de informática. Ah! Que bom seria viver em um país onde a ‘‘locupletação’’ não fizesse parte de nosso esculhambado sistema político. Um dia, talvez alguém olhe com bons olhos para a realidade do ensino público em estado contingente.
- VALDINEI FOGAÇA ANDREACCI, digitador, Manoel Ribas
Solução parcial
Com satisfação venho comunicar que, em resposta à minha reclamação publicada nessa seção dia 15, as autoridades competentes já mandaram instalar outra placa com a inscrição ‘‘Pare’’ no cruzamento das ruas Santos e Sergipe, estando esta placa de acordo com as exigências do Código de Trânsito, ou seja, em poste próprio e antecipada ao cruzamento. Fica faltando apenas a repintura da sinalização horizontal. Gostaria também de esclarecer um equívoco de redação da minha parte na outra carta, visto que, no mencionado cruzamento, a placa citada só está incorreta pelo fato de ser posterior ao cruzamento, já que não está fixada em poste da rede elétrica, como relatado por mim, e sim em poste próprio. O problema de placas fixadas em postes da rede elétrica ocorre em outros cruzamentos, mas não nesse caso.
- CRISTIANO BURATTO, estudante, Londrina
Correção O valor total que será disponibilizado no primeiro edital da Fundação Araucária para financiamento de pesquisas científicas no Estado do Paraná é de R$ 5 milhões e não de R$ 500 milhões como foi publicado no caderno Folha Reportagem da edição de 12 de setembro da Folha do Paraná/Folha de Londrina.
- O pastor Norival Trindade, da Igreja Metodista do Paraguai, foi identificado em fotos da 1ª página da edição de ontem da Folha de Londrina e da página 7 do 1º caderno como o diplomata Ronaldo Dunlop, representante do Ministério da Justiça. O nome do pastor também foi grafado de maneira incorreta.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

mockup