Agradecimento
Ilustríssimo Dr. João Antonio Vieira Filho: em meu nome e em nome da Assembléia Legislativa do Paraná, manifesto o reconhecimento de todos os deputados estaduais pelo excelente trabalho desenvolvido na superintendência do jornal Folha de Londrina/Folha do Paraná. Sua passagem pela direção da Folha deixou sementes que o Paraná colherá ao longo das próximas décadas. Temos a certeza de que você imprimirá a mesma marca de sucesso e competência em suas atividades agropecuárias e no escritório de advocacia. Receba nossos cumprimentos e agradecimentos por sua valorosa contribuição para a imprensa paranaense.
- NELSON JUSTUS, presidente, Curitiba
Apelo
Nós, membros do Conselho de Pastores Evangélicos de Londrina, subscrevemos do presente, apelamos em favor da brasileira e londrinense Rosimary Garcia Ferreira, detida em cárcere no Paraguai desde maio de 1996, sob acusação de tráfico de drogas, sem que nestes três anos seu caso tenha sido sequer julgado. Movem-nos dois sentimentos que se somam: o de justiça e o sentimento de amor ao próximo.
Os depoimentos de Rosimary, os testemunhos de pessoas de caráter ilibado que com ela conviviam e seus bons antecedentes nos levam a crer ter sido ela vítima forçada de um golpe de quadrilha internacional de traficantes, razão pela qual entendemos que todas as medidas e precauções possíveis devem ser tomadas para garantir-se a Justiça e o amplo direito de defesa. A família de Rosimary, querida e respeitada na comunidade de Londrina, é mais um testemunho em seu favor. Apelamos também em nome desta família, da preocupação que a situação lhe coloca e de seu empenho pela liberdade de um dos seus.
Preocupam-nos imensamente as recentes notícias, de que nestes primeiros dias de setembro Rosimary foi vítima de agressão física e tortura, praticada pelos seguranças da Penitenciária Correcional de Mulheres, onde se encontra detida. É inadmissível que os que deveriam zelar pela ordem e integridade física dos detidos se tornem seus carrascos.
Reivindicamos: interferência para garantia imediata de cuidados, assistência e preservação da integridade física e psicológica de Rosimary; sua libertação do cárcere no Paraguai e transferência para o Brasil, para encaminhamento do caso pela Justiça brasileira.
- LUCIMAR MANOEL VIEIRA, presidente do Conselho de Pastores Evangélicos de Londrina
Violência (1)
Causa-me estranheza a reação de algumas pessoas acerca do episódio envolvendo o catador de papel Ademir Justino da Silva, o ‘‘Doido’’, réu confesso do estupro e morte da menina Greice, de apenas 5 anos, em Londrina. Ele foi preso na sexta-feira e no sábado acabou sendo linchado pelos demais presos da Prisão Provisória de Londrina. De imediato, no meu entendimento, a maioria da sociedade achou bem merecido o seu fim.
Porém, menos de 24 horas depois, até arrumaram um álibi para o mesmo. Outros criticam a ação da Polícia em tê-lo recambiado para aquela prisão, como se Londrina tivesse estrutura em seus distritos policiais para manter um preso isolado. Nem mesmo na Prisão Provisória isso é possível. A instituição conta hoje com 210 presos para uma capacidade máxima de 144 e um número reduzido de agentes para cuidar da segurança. Infelizmente, alguns setores da sociedade são hipócritas. Cobram da Polícia maior eficiência e, quando esta resolve um caso como este em tão pouco espaço de tempo, de repente, invertem os valores e o vilão passa a ser herói e vice-versa.
- JOSÉ LUIZ CARTOLARI, agente penitenciário, Londrina
Violência (2)
O editorial ‘‘Insegurança total’’, do último domingo, coloca as coisas em seus devidos lugares. Mesmo em momentos em que se depara com um crime tão bárbaro e assustador a vingança deve ser repudiada. As regras estabelecidas na legislação é que devem prevalecer. Parabéns ao editorialista.
- NEWTON CARLOS MORATTO, Londrina
Trânsito
Resido na esquina da Rua Sergipe com a Santos e hoje (dia 14), às 17 horas, neste cruzamento acaba de ocorrer o segundo acidente de veículos do dia. O outro ocorreu por volta das 15h30. Outro ocorreu sábado, dia 4, durante o jogo da Seleção Brasileira. Anteriormente, dia 27 de agosto, houve outro, envolvendo uma motocicleta, com ferimentos graves. Enfim, frequentemente acontecem acidentes nessa esquina, sendo impossível contá-los ou relembrá-los. Mas lembro de um, que até foi objeto de reportagem da Folha, que foi tão violento que houve até um capotamento, com feridos.
Todos os acidentes acontecem do mesmo modo: um veículo, transitando pela Rua Santos, não pára em respeito à preferencial, que é a Rua Sergipe. Mas o que será de misterioso que acontece? Talvez o ‘‘mistério’’ seja fácil de desvendar: basta passar pelo local, transitando pela Rua Santos: a sinalização horizontal (inscrição ‘‘Pare’’ na rua) está apagada, e a vertical (placa) se encontra após o cruzamento, em um poste de luz, o que, inclusive, vê-se em toda a cidade, contrariando o que enuncia o Código de Trânsito, que dispõe que a sinalização vertical deve ser antecipada ao cruzamento, e em poste próprio.
Algum tempo atrás, na mesma Rua Santos, a sinalização horizontal foi repintada em alguns cruzamentos, bem como em outras vias dessa área da cidade, o que, nesses cruzamentos, aumentou a segurança. Que bom seria se a administração pública continuasse desenvolvendo essas melhorias. Ou será que a situação só vai se tornar notória a partir do momento em que ocorrer uma tragédia nesse trecho? A administração que não se engane, pois a partir do momento em que os cidadãos realmente tiverem noção dos seus direitos, terá de responder por essa negligência. E isso sairá muito mais caro aos cofres públicos do que a falta de manutenção das nossas vias. E usando um velho clichê: é melhor prevenir do que remediar.
- CRISTIANO BURATTO, estudante, Londrina
Comendador
A respeito da reportagem ‘‘Azzolini também nega envolvimento’’, publicada dia 28 de agosto, solicito retificar o nome do envolvido (na reportagem) para Gino Azzolini Neto, uma vez que o comendador Gino Azzolini, já falecido, foi uma pessoa que sempre preservou o seu nome. Ele recebeu a Comenda da Itália em Curitiba, por serviços prestados aos imigrantes, logo após a 2 ª Guerra Mundial. Ele foi o primeiro prefeito nomeado em Cornélio Procópio, foi presidente do Rotary Clube, fundador do Tiro de Guerra, provedor da Santa Casa e delegado em Cornélio Procópio.
- ARNALDO AZZOLINI JUNIOR, Curitiba
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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