O leitor escreve
O LEITOR ESCREVE
Queijo frescal
Consumidora do queijo branco, o chamado frescal, comprava tanto o caipira como o considerado industrializado. Vendo reportagem sobre o alerta que faziam sobre o queijo caipira, que vem de chácaras ou sítios e são feitos artesanalmente, do perigo de contaminação e da presença de coliformes fecais no produto, parei de comprar o dito cujo e passei a consumir o que eu acreditava, por ser industrializado, nada conter de impurezas ou contaminação. Ledo engano! Na revista Veja e no Fantástico o consumidor viu que estudo do Inmetro mostrou que o queijo branco é produzido em condições precárias e que das treze marcas de queijo branco estudadas, doze apresentavam coliformes fecais em pelo menos uma amostra e que dez continham bactérias estafilococo. Verifiquei também que o processo de produção do queijo branco é quase sempre artesanal, ainda que fabricado em larga escala, coisa que eu ignorava. E agora? Comprar ou não comprar? Fica a critério de cada um se o estômago aceita ou não, sabendo que ao invés de estar saboreando um branquinho, com uma deliciosa goiabada cascão, você está comendo queijo com... É isto mesmo que você pensou.
- ODETE BOTER GUIMBARSKI, Londrina
Folha da Justiça
Quero aproveitar este espaço que a Folha dedica ao leitor para parabenizar a direção do Jornal pela importante inovação representada pela edição da Folha da Justiça, cujo primeiro número acompanhei com interesse devido a importância dos temas abordados. Reservar espaço aos temas do Judiciário é iniciativa típica de um grande jornal como a Folha de Londrina. Sempre atenta aos interesses do leitor, em última instância os interesses do povo paranaense, a Folha mais uma vez assume uma postura de defesa desses interesses.
Reportagens e artigos sobre a Justiça certamente acrescentarão ao leitor um cabedal de informação que lhe permitirá entender melhor os meandros jurídicos. E para todos os profissionais que atuam no Judiciário paranaense, será uma fonte valiosa de consulta e informação. Nesta primeira edição vale o destaque para o trabalho do jornalista Luis Lomba, um dos mais competentes deste conceituado jornal. Renovo aqui meus cumprimentos à direção e à equipe de jornalistas da Folha de Londrina e suas sucursais, pelo excelente trabalho que continuam desenvolvendo.
- JOSÉ TAVARES, deputado estadual pelo PMDB
Música na igreja
Tive oportunidade de assistir, sábado, dia 26, a um recital muito bonito na igreja Sagrados Corações, que faz parte de um maravilhoso projeto Música nas Igrejas. Foi um repertório de músicas clássicas, apresentadas pelos corais, com vozes maravilhosas. Alguns solistas deram toque especial às apresentações. Estavam incluídas músicas de Mozart, Schubert, Vivaldi, Palestrina e outros compositores, que deixaram marcas profundas. Emocionei-me principalmente com a apresentação do coral do ILES (Instituto Londrinense de Surdos) de Londrina, que, com sua coreografia perfeita e brilhante, arrancou aplauso dos presentes. Durante quase duas horas, esqueci-me que habitava um mundo conturbado por guerras e violências de toda natureza. Parecia que eu estava vivendo num mundo mágico, onde não houvesse lugar para dor e tristeza. Eventos como esse jamais deveriam deixar de existir, mas sim estender-se cada vez mais, para lubrificar os corações enfraquecidos e angustiados. Que esse projeto se estenda não somente às igrejas, mas também outros setores, pois é uma iniciativa maravilhosa e gratificante.
- ELIZABETH COTTING DOS SANTOS, Londrina
Cinema
O cinema não morreu em Arapongas. Tal como o Cine-Teatro Ouro Verde, de Londrina, o Teatro Padre J. Zanelli, de Ibiporã, entre outros, a magia do cinema continuará a existir em Arapongas. Além do cinema, teatro, música, dança, folclore, congressos etc. terão outro excelente espaço para divulgar ao povo a cultura do País. Parabéns a Marcílio Codato pela sua luta tenaz para manter o Cine Mauá. Parabéns a todas as pessoas que tiveram sensibilidade para colocá-lo a serviço da cultura. Parabéns, Arapongas.
- VALDIR ANTONIO DOS SANTOS, Arapongas
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato. O jornal se reserva o direito de resumi-las, se ultrapassarem 15 linhas.





